<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158</id><updated>2012-02-14T14:21:07.673-02:00</updated><category term='IA   .:: Visualizar ::.'/><title type='text'>Segurança do Trabalho</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>409</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-9128384621903401213</id><published>2011-07-23T10:24:00.000-03:00</published><updated>2011-07-23T10:25:12.906-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;O EPI e o adicional de insalubridade no País&lt;/span&gt;                                                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:11px; font-style:italic"&gt;&lt;br /&gt;Data: 12/07/2011  /  Fonte: DCI&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O  adicional de insalubridade está previsto constitucionalmente no art. 7º,  XXIII e é devido aos trabalhadores que exerçam atividades ou operações  insalubres ou aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos de  trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde acima dos  limites de tolerância fixados em razão da natureza, da intensidade do  agente e do tempo de exposição aos seus efeitos (art. 189 da CLT). Os  limites de tolerância às atividades insalubres são fixados pela Norma  Regulamentadora nº 15 do Ministério do Trabalho e Emprego. Ela determina  quais são os limites de tolerância para: Ruído Contínuo ou  Intermitente; Ruídos de Impacto; Exposição ao Calor; Radiações  Ionizantes; Agentes Químicos; Poeiras Minerais; Trabalho sob Condições  Hiperbáricas; Agentes Biológicos, Radiações Não Ionizantes; Vibrações;  Frio e Umidade. Caso o trabalhador esteja em contato com agentes  insalubres, ele terá direito à percepção do adicional de insalubridade,  calculado sobre o salário-mínimo (consoante decisão recente do TST, no  Recurso de Revista 146300-49.2008.5.02.0072, que entendeu que a base de  cálculo do adicional de insalubridade é o salário-mínimo até que seja  promulgada nova legislação que regre o assunto). Este percentual poderá  equivaler a 40, 20 ou 10% do referido salário, conforme o grau de  insalubridade da atividade: máximo, médio ou mínimo. Na prática forense,  na grande maioria dos casos, a insalubridade é objeto de perícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso  seja reconhecida judicialmente, o trabalhador fará jus ao pagamento do  adicional pelo período em que laborou em situação insalubre. Destaque-se  que não é necessário que o trabalhador permaneça por todo o período de  labor em contato com o agente insalubre para que faça jus à percepção do  adicional. O TST na Súmula 47 e a Seção de Dissídios Individuais na  Orientação Jurisprudencial 4 reconheceram que o fato de o trabalhador  executar suas atividades em condições insalubres intermitentemente não  afastará o direito à percepção do adicional de insalubridade. O  empregador, porém, poderá adotar medidas que, além de preservar a saúde  dos trabalhadores, elidirão a necessidade do pagamento do referido  adicional. Uma das medidas é fornecer Equipamentos de Proteção  Individual (EPIs). A CLT, no artigo 191, reconhece que a insalubridade  poderá ser eliminada ou neutralizada mediante a adoção de medidas que  conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância, bem  como pela utilização de equipamentos de proteção individual que diminuam  a intensidade do agente agressivo a limites de tolerância. Cessado o  risco à saúde ou vida dos trabalhadores, o direito à percepção do  adicional de insalubridade findará (Art. 194).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O equipamento de  proteção individual deverá ser fornecido gratuitamente ao trabalhador,  que será obrigado a utilizá-lo, responsabilizando-se por sua guarda e  conservação. O empregado também deverá avisar ao empregador quando o  mesmo apresentar quaisquer defeitos ou problemas. Os EPIs mais comuns  são: protetores auriculares, luvas, máscaras, calçados, capacetes,  óculos e vestimentas. Urge destacar que o próprio Tribunal Superior do  Trabalho já se manifestou sobre o tema por diversas vezes.  Particularmente na Súmula 80 reconhece que a eliminação da insalubridade  mediante fornecimento de aparelhos protetores aprovados pelo órgão  competente do Poder Executivo exclui a percepção do referido adicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No  julgamento do Recurso de Revista 154700-90.2004.5.17.0002, o ministro  Vieira de Mello Filho entendeu que verificado por perito que a exposição  do empregado ao agente insalubre foi neutralizada com o uso de  equipamentos corretos é indevido o pagamento do adicional (anteriormente  o TRT da 17ª Região/ES havia condenado a Companhia Vale do Rio Doce a  pagar o adicional por considerar que a mera neutralização da nocividade  não era suficiente para afastar o direito do empregado ao adicional).  Ressalve-se, contudo, que os equipamentos de proteção deverão ser  suficientes para eliminar ou diminuir a intensidade do agente agressor.  Em 2010, o TST manteve decisão do TRT da 2ª Região/SP, que concedeu ao  empregado o pagamento do adicional mesmo com o fornecimento de EPIs  pois, na avaliação do TRT, eles eram insuficientes para dar a garantia  necessária ao empregado. A adoção de medidas de proteção é essencial à  atividade empresarial e traz benefícios não só ao trabalhador, que terá  resguardada sua integridade física, mas também à própria empresa que,  além de não ter de pagar o adicional de insalubridade, certamente  evitará a ocorrência de infortúnios, acidentes e doenças do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Anaí Frozoni Rebolla&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-9128384621903401213?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/9128384621903401213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/07/o-epi-e-o-adicional-de-insalubridade-no.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/9128384621903401213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/9128384621903401213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/07/o-epi-e-o-adicional-de-insalubridade-no.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-1013190231345785866</id><published>2011-06-17T19:58:00.000-03:00</published><updated>2011-06-17T20:01:54.331-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial; font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;Trabalho aprova adicional de periculosidade para PMs e bombeiros                                                    &lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Data: 15/06/2011  /  Fonte: Agência Câmara&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A  Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou, no dia  15 de junho, o Projeto de Lei 6307/09, do deputado Mauro Nazif  (PSB-RO), que cria adicional de periculosidade de 30% sobre a  remuneração para policiais e bombeiros militares dos estados e do  Distrito Federal. Conforme a proposta, terá direito ao benefício o  militar que comandar ou exercer, durante pelo menos 25% de sua jornada  de trabalho, funções consideradas perigosas, como patrulhamento  ostensivo, transporte de presos e combate a incêndio, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo  a relatora, deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), a concessão de adicional  de periculosidade é um ato de justiça aos policiais militares e aos  bombeiros militares, "cotidianamente expostos a situações de risco no  exercício de suas funções".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela lembrou que policiais arriscam  suas vidas em confronto com bandidos fortemente armados e os bombeiros  em combate a incêndios e em operações de busca e salvamento. "A proposta  vem corrigir uma omissão do poder público", disse Andreia Zito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Licenças&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Durante  os afastamentos legais de até 30 dias e naqueles decorrentes de  acidente em serviço ou doença contraída no exercício da função, os  militares continuarão a receber o adicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também receberão o benefício os profissionais, em treinamento, que executarem ações com tiros, explosivos ou inflamáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  proposta altera o Decreto-Lei 667/69, que trata da organização de  policiais e bombeiros militares nos estados e no Distrito Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tramitação&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;A  proposta, que tramita em caráter conclusivo, já foi aprovada pela  Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e ainda será  analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e  Justiça e de Cidadania.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-1013190231345785866?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/1013190231345785866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/06/trabalho-aprova-adicional-de.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1013190231345785866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1013190231345785866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/06/trabalho-aprova-adicional-de.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-5155922416563160541</id><published>2011-06-17T19:55:00.003-03:00</published><updated>2011-06-17T19:58:03.046-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h1 style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1  style="color: rgb(0, 51, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;3&lt;span style="font-family: arial;"&gt;0&lt;/span&gt; anos da lei ambiental, que fazer para cumpri-la?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;       &lt;h2  style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Dia 31 de agosto a Política Nacional do Meio Ambiente  completará 30 anos, consolidada na Lei 6.938. Que balanço se pode fazer  dessas três décadas? Talvez seu maior êxito seja a construção de uma  consciência social&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);" class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt; A lei d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Política Nacional do Meio Ambiente&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt; surgiu  no momento em que o &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;mundo se preocupava com os primeiros relatórios  sobre o buraco na camada de &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;ozônio, sobre a intensificação de &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;mudanças climáticas&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt; em consequência de ações humanas, com as altas taxas de perdas de flor&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;estas. O temor das consequências do &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;buraco na camada de ozônio&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;,  até sobre a saúde humana (câncer de pele, principalmente), levaria a um  dos raríssimos acordos globais na área dita ambiental: o Protocolo de  Montreal, de 1987, que determinou a cessação do uso de gases CFC,  principalmente em sistemas de refrigeração. Clima e &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;biodiversidade &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;(em  perda acelerada) constituiriam os objetos centrais da conferência  mundial Rio-92, que aprovaria uma convenção para cada área, além da  Agenda 21 global e de uma declaração sobre florestas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;A lei era  surpreendente e ambiciosa para um tempo de regime militar, em que a  palavra de ordem central e excludente de outras preocupações era o  crescimento a qualquer preço do produto interno bruto - a ponto de, numa  entrevista coletiva no início da década de 70, quando perguntado pelo  autor destas linhas sobre o que o governo pretendia fazer diante das  notícias do forte aumento do &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;desmatamento &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;no  Centro-Oeste e no Noroeste com o asfaltamento da BR-364, o então  todo-poderoso ministro Delfim Netto haver respondido: "Nada. Você está  querendo inverter a ordem natural das coisas. Primeiro vem o faroeste,  só depois é que chega o xerife; você está querendo que o xerife chegue  primeiro". Só agora, 40 anos depois, em depoimento no livro O que os  Economistas Pensam da Sustentabilidade, de Ricardo Arnt, o ex-ministro  admite que jamais pensou que viesse um dia a preocupar-se com o consumo  excessivo de &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;recursos naturais&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;, além da capacidade de  reposição do planeta. Mas a lei já dizia que um de seus objetivos era  "compatibilizar o desenvolvimento econômico e social com a &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;preservação&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt; do meio ambiente e do &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;equilíbrio ecológico&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Também  pretendia a lei racionalizar o uso do solo, do subsolo, da água e do  ar, impor ao poluidor e ao predador a obrigação de recuperar e/ou  indenizar pelos danos causados, da mesma forma que impunha ao usuário a  obrigatoriedade de "contribuição pela utilização de recursos ambientais  com fins econômicos". Pretendia ainda levar "as atividades empresariais  públicas ou privadas" a serem exercidas em "consonância com as  diretrizes da política". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Talvez o maior êxito dessas três décadas seja a construção de uma&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; consciência social&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;  nessa área - embora frequentemente ela não se traduza em avanços  práticos. Ainda há poucos dias foi divulgada pesquisa de várias  instituições segundo a qual 95% das pessoas ouvidas não concordam com  modificações no &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Código Florestal&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt; que permitam  plantações e pecuária em áreas de preservação permanente, como encostas,  topos de morros e margens de rios. E querem que cientistas sejam  ouvidos, além de não concordarem (79%) com anistia a desmatadores. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;A questão central não resolvida pela lei está na carência de recursos para implantação de políticas e fiscalização eficiente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Já se tem comentado aqui que o Ministério do Meio Ambiente tem pouco  mais de 0,5% do Orçamento federal e que também nos Estados e municípios  os recursos são escassos. Não é por acaso, assim, que já tenham sido  desmatados uns 20% do &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;bioma amazônico&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;, mais de 93% da&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Mata Atlântica&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;, mais de 50% do &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Cerrado&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt; e da&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Caatinga&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;.  E que esse desmatamento, aliado a queimadas, seja a causa principal das  emissões de gases que contribuem para mudanças climáticas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Um  balanço mostrará também que a área dos recursos hídricos continua muito  preocupante, com todas as bacias, da Bahia ao Sul, em "situação  crítica", além de a Agência Nacional de Águas prever que mais de metade  dos municípios brasileiros terá problemas graves em prazo curto. Uma das  razões está no escasso cumprimento do dispositivo que manda criar  comitês de gestão das bacias e pagamento por todos os usos da água - com  os recursos aplicados nas próprias bacias. Entre os poucos comitês que  funcionam, a maioria fica no Estado de São Paulo. Mas o próprio governo  federal contribui para a pouca efetividade da lei quando não acata a  decisão de um comitê como o da &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Bacia do Rio São Francisco&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;,  que por 44 votos a 2 se manifestou contra o projeto de transposição de  águas. O governo levou o tema para o Conselho Nacional de Recursos  Hídricos e ali o aprovou, com a maioria de votos que tem, sozinho. Para a  preocupação na área da água contribui também o inadmissível déficit no  saneamento, com metade dos brasileiros sem dispor de rede coletora de  esgotos e menos de 30% do que é coletado ter algum tratamento - por isso  o despejo de esgotos in natura é a principal causa da &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;poluição&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;  dos recursos hídricos e da veiculação de doenças transmitidas pela  água. Sem falar no desperdício, por vazamentos, de mais de 40% da água  que passa pelas redes de distribuição. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Outra obrigatoriedade  criada pela lei e não cumprida é a que manda cobrar do poluidor os  custos por ele gerados. Quem se lembra disso na área da poluição do ar e  nos custos que gera para o sistema de saúde, ou na implantação dos  sistemas viários urbanos e de rodovias? Ou na área do &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;lixo&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Talvez  importantes avanços possam vir a ser feitos quando se levar à prática a  exigência de uma resolução (1/86) do Conselho Nacional do Meio Ambiente  (Conama) que manda "contemplar todas as alternativas tecnológicas e de  localização do projeto, confrontando-as com a hipótese de não execução  do projeto". Iniciativas como a transposição de águas do Rio São  Francisco ou a Hidrelétrica de Belo Monte resistiriam a uma análise  dessa natureza? Ou o plano de &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;usinas nucleares&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Cabe à sociedade exigir, neste 30.º aniversário, que a lei seja integralmente cumprida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;*Washington Novaes é jornalista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Artigo originalmente publicado no jornal O Estado de S. Paulo, no dia 17/06/2011, na seção Espaço Aberto.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-5155922416563160541?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/5155922416563160541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/06/30-anos-da-lei-ambiental-que-fazer-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5155922416563160541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5155922416563160541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/06/30-anos-da-lei-ambiental-que-fazer-para.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-3367998785349529223</id><published>2011-06-04T19:22:00.002-03:00</published><updated>2011-06-04T19:25:29.135-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Acidentes prejudicam tanto o trabalhador quanto o Estado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:11px;" &gt;Data: 03/06/2011  /  Fonte: Secom TST&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;img src="file:///H:/DOCUME%7E1/Cliente/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-43.png" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///H:/DOCUME%7E1/Cliente/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-44.png" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///H:/DOCUME%7E1/Cliente/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-45.png" alt="" /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-_9JKLnnTu28/Teqws2y_LgI/AAAAAAAAAY8/9KB-N018gLc/s1600/acidente-de-trabalho.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 147px; height: 222px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-_9JKLnnTu28/Teqws2y_LgI/AAAAAAAAAY8/9KB-N018gLc/s400/acidente-de-trabalho.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614494170140847618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"Acidente  do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da  empresa, ou pelo exercício do trabalho do segurado especial, provocando  lesão corporal ou perturbação funcional, de caráter tempo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;rário ou  permanente". A definição de acidente do trabalho está na Lei 8.213, de  24 de julho de 1991, artigo 19. De acordo com o Instituto Nacional de  Seguridade Social (INSS), são considerados acidentes do trabalho, dentre  outros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o acidente o&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;corrido no trajeto entre a residência e o local de trabalho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  o acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha sido a causa única,  haja contribuído diretamente para a morte do segurado, para perda ou  redução da sua capacidade para o trabalho, ou que tenha produzido lesão  que exija atenção médica para a sua recuperação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o acidente  sofrido no local e horário do trabalho, em consequência de ato de  agressão, sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro  de trabalho; ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por  motivo de disputa relacionada com o trabalho; ato de imprudência, de  negligência ou de imperícia de terceiro, ou de companheiro de trabalho;  ato de pessoa privada do uso da razão; desabamento, inundação, incêndio e  outros casos fortuitos decorrentes de força maior;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o acidente  sofrido pelo segurado, ainda que fora do local e horário de trabalho, na  execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da  empresa; na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe  evitar prejuízo ou proporcionar proveito; em viagem a serviço da  empresa, inclusive para estudo, quando financiada por esta, dentro de  seus planos para melhor capacitação da mão-de-obra, independentemente do  meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do  segurado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  a doença do trabalho, adquirida ou desencadeada em função de condições  especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione  diretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são consideradas doenças do trabalho: a doença  degenerativa; a inerente a grupo etário; a que não produz incapacidade  laborativa; a doença endêmica adquirida por habitantes de região onde  ela se desenvolva, salvo se comprovado que resultou de exposição ou  contato direto determinado pela natureza do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o  acidente ou a doença seja considerada acidente do trabalho é  imprescindível a caracterização técnica pela perícia médica do INSS. O  órgão do governo irá atestar se as condições do acidente têm relação com  a atividade desenvolvida pelo trabalhador e a perícia decidirá sobre o  tempo de afastamento das funções e as condições de retorno se forem o  caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom lembrar que os trabalhadores avulsos também estão  protegidos contra acidentes de trabalho, sendo necessário, em todos os  casos, que se comunique o acidente ao INSS em até 48 horas (a partir de  2007, o INSS passou a permitir a caracterização do acidente ainda que  não haja Comunicação de Acidente de Trabalho - CAT vinculada ao  benefício requerido).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados estatísticos do INSS apontam que no  Brasil, em 2009, ocorreu cerca de uma morte a cada 3,5 horas, motivada  pelo risco decorrente dos fatores ambientais do trabalho e ainda cerca  de 83 acidentes e doenças do trabalho reconhecidos a cada uma hora na  jornada diária. No mesmo ano, cerca de 43 trabalhadores por dia não  retornaram ao trabalho devido à invalidez ou morte. Os benefícios pagos  pelo governo, em 2009, a esse título, somam R$ 14,20 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  números apresentados justificam a preocupação do Tribunal Superior do  Trabalho com o tema, cada vez mais frequentes nas ações movidas por  trabalhadores, com pedidos de indenização ou reconhecimento de nexo de  causalidade entre os acidentes e as atividades que desenvolvem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-3367998785349529223?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/3367998785349529223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/06/acidentes-prejudicam-tanto-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/3367998785349529223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/3367998785349529223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/06/acidentes-prejudicam-tanto-o.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_9JKLnnTu28/Teqws2y_LgI/AAAAAAAAAY8/9KB-N018gLc/s72-c/acidente-de-trabalho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-1709650969002551644</id><published>2011-06-04T19:19:00.000-03:00</published><updated>2011-06-04T19:21:01.343-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Vereadores pedem pulso nas ações da CEI da Braskem                                                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Data: 02/06/2011  /  Fonte: Primeira Edição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                   &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Maceió/AL -&lt;/strong&gt;  De volta na pauta da sessão ordinária da Câmara Municipal de Maceió, do  dia 2 de junho, o acidente químico da Braskem entrou mais uma vez em  debate. Desta vez, após a criação da Comissão Especial de Investigação  (CEI), os vereadores cobram pulso dos membros a fim de esclarecer as  causas que motivaram os acidentes dos dias 21 e 23 deste mês, e que  levaram 130 pessoas de bairros vizinhos para o HGE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cobrança  surgiu depois que o relator da CEI, vereador Ricardo Barbosa (Psol), fez  uso da tribuna e mostrou preocupação com a possibilidade de a Comissão  perder o objetivo da causa, uma vez que a petroquímica já apresentou o  laudo técnico e a empresa possa entender que "não há mais nada a fazer".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mesmo  que a empresa já tenha apresentado o laudo técnico e o MP já tenha  avançado nas negociações entre a Braskem, os trabalhadores e a população  atingida pelo acidente, esta CEI traz propostas maiores. Ela vem para  fiscalizar e colocar em pauta os problemas que envolvem a atuação de  empresas químicas e nucleares no município alagoano" - relatou o  vereador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Barbosa, na tarde do dia 1º de junho,  trabalhadores da Braskem e alguns integrantes do Sindicato Unificado dos  Trabalhadores Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos de  Alagoas e Sergipe (Sindipetro AL/SE) estiveram na Câmara, e se mostraram  exaltados com os boatos que a Casa Mário Guimarães estaria  desenvolvendo Projeto de Lei para retirar a empresa de Maceió.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós  tivemos que acalmá-los e explicar que isso não passava de boatos.  Acredito que esta informação errônea tenha sido fruto de pessoas que não  querem ver esta CEI prosperar e querem jogar os trabalhadores contra  esta Casa" - especulou Barbosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Galba Novaes (PRB), presidente da  Câmara, usou a tribuna para esclarecer as informações. De acordo com  Novaes, o Projeto de Lei que está sendo desenvolvido é relacionado à  instalação de novas usinas químicas e nucleares na capital alagoana, mas  que nada está definido sobre uma possível retirada da unidade de  cloro-soda da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O projeto está em andamento e seguindo as  orientações da Procuradoria da Casa. Por ora, posso afirmar que, de  acordo com a proposta, fica proibida a instalação de novas empresas  químicas e nucleares aqui, pois entre o desenvolvimento da economia e a  preservação de vidas, eu prefiro a segunda alternativa" - enfatizou  Novaes, informando que a proposta deverá ser apresentada na sessão do  dia 7 de junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sobre o assunto, a vereadora Heloísa Helena  (Psol) disse que não existe mal em rever a instalação da Braskem, mas  qualquer tipo de decisão precisa de participação direta da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para  encerrar a pauta, o presidente da CEI, o vereador Marcelo Malta (PCdoB)  afirmou que todos os trabalhos desenvolvidos pela Comissão, serão  expostos para conhecimento coletivo. "Estamos fazendo as investigações  envolvendo fundamentos técnicos e científicos e o andamento e resultado  da investigação estarão à disposição de todos os parlamentares desta  Casa e da sociedade", finalizou o vereador.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-1709650969002551644?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/1709650969002551644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/06/vereadores-pedem-pulso-nas-acoes-da-cei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1709650969002551644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1709650969002551644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/06/vereadores-pedem-pulso-nas-acoes-da-cei.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-5499343842442346369</id><published>2011-04-15T20:33:00.000-03:00</published><updated>2011-04-15T20:34:23.635-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;"&gt;Regulamentação específica para trabalho em altura é discutida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                      &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/2486.jpg" class="img_prop" width="336" height="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 12/04/2011  /  Fonte: Revista Proteção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Responsável  por aproximadamente 40% das 2,5 mil mortes que ocorrem em média todos  os anos no País por acidente de trabalho, a atividade em altura deve  ganhar uma Norma Regulamentadora específica. A demanda, que partiu da  Federação Nacional dos Engenheiros, foi aprovada pela CTPP (Comissão  Tripartite Paritária Permanente) da SIT (Secretaria de Inspeção do  Trabalho) que solicitou a criação de um Grupo de Estudos Interno do MTE  para a elaboração de um texto base. O objetivo é produzir uma norma que  contemple o trabalho em todos os setores econômicos, visto que a  legislação vigente trata apenas do assunto em normas específicas como,  por exemplo, a NR 18 e a 34 (Construção Civil e Naval, respectivamente). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Luiz Carlos Lumbreras Rocha, Auditor Fiscal do Trabalho  que integra o grupo de estudos, há uma carência normativa dos  procedimentos a serem adotados pelos profissionais que executam  atividades em altura. "O procedimento em si não é tratado em nenhuma  norma. As NRs que abordam o assunto o direcionam apenas para as medidas  preventivas. Só que o uso do EPI, por exemplo, será uma perna desta  normatização específica, pois precisamos ver a atividade de forma mais  abrangente", avalia Lumbreras. A nova regulamentação irá englobar o  planejamento, a organização, a execução e a definição da  responsabilidade para todos os setores, além do treinamento que o  trabalhador responsável pelo serviço deve receber de seus gestores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para  a elaboração da NR, que deve ser levada à consulta pública até o final  do primeiro semestre deste ano, o grupo deve adotar como base o texto da  NR 34 que caracteriza o trabalho em altura. "A NR 34 utilizou esta  lógica de especificar o procedimento e o planejamento da atividade de  forma muito positiva. Então, devemos pegar este texto e dar uma pequena  mexida nele. O importante é que não partiremos do zero, pois já temos o  esqueleto da Norma", esclarece o auditor fiscal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Confira a matéria na íntegra na Edição 232 da Revista Proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Danilo Herek&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-5499343842442346369?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/5499343842442346369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/04/regulamentacao-especifica-para-trabalho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5499343842442346369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5499343842442346369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/04/regulamentacao-especifica-para-trabalho.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-1327580557138843109</id><published>2011-04-15T20:29:00.000-03:00</published><updated>2011-04-15T20:30:29.434-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Leis e normas ampliam adesão às brigadas de incêndio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;                                                                      &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/2487.jpg" class="img_prop" width="336" height="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 12/04/2011  /  Fonte: Revista Emergência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A  madrugada de 8 de janeiro de 1993 não sai da memória de Aparecido  Baldoria, supervisor de Segurança - Comando de Brigadas de uma  instalação petroquímica em São Paulo. Às 3h20min daquele dia, sob chuva  forte, raios e trovoadas, um incêndio de grande dimensão atingiu a  planta industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, a atuação da brigada de incêndio  da empresa foi decisiva para combater o fogo e mantê-lo sob controle até  reunir os recursos necessários para a sua extinção. "Se a brigada não  tivesse atuado de forma eficaz, o fogo poderia ter tomado proporções  ainda maiores e talvez não houvesse êxito na extinção", relata Baldoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde  então, a brigada da empresa evitou diversas outras ocorrências de maior  porte ao controlar princípios de incêndio. Nenhum dos casos ganhou  publicidade, pois a equipe de brigadistas tornou-os irrelevantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine  o que cada um destes possíveis desastres de maior magnitude, com  eventuais perdas humanas e financeiras, representaria para uma indústria  de tal porte. Então, considere o cenário dentro da realidade da maioria  das empresas brasileiras, com situações econômicas distintas e terá a  primeira das justificativas para dimensionar uma brigada de incêndio  para proteger seu negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o aspecto financeiro, o  dimensionamento de uma brigada, formada por trabalhadores voluntários da  própria planta, deve ser visto como um investimento e não como mais um  custo para a empresa, avalia Marco Aurélio Rocha, instrutor de cursos de  formação de brigadistas e bombeiros civis e especialista em incêndio  petroquímico e em emergências com GLP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Devemos tentar  conscientizar que o investimento despendido em formação, capacitação e  aquisição de equipamentos e materiais trará retorno garantido no  futuro", diz. "Quando esse investimento não existe ou é ineficaz, aí sim  haverá prejuízos enormes", completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sob o viés humano, a  brigada de incêndio cumpre um papel cultural e educativo, indica Walter  Blassioli Junior, secretário da Comissão de Estudos de Planos e Equipes  de Emergência contra Incêndio do CB-24 da ABNT. Para ele, o brigadista  se torna um trabalhador diferenciado ao ser treinado para atuar na  prevenção e atendimento a emergências. Esse conhecimento, afirma, pode  ser usado em seu ambiente de trabalho, em sua casa, no trânsito ou em  momentos de lazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Uma pessoa que passou por um treinamento de  brigada vai prestar muito mais atenção no que está a sua volta do que um  leigo. Deve-se trabalhar o benefício da aprendizagem", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Confira Reportagem na íntegra na Edição 26 da Revista Emergência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Agência Petrobras&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-1327580557138843109?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/1327580557138843109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/04/leis-e-normas-ampliam-adesao-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1327580557138843109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1327580557138843109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/04/leis-e-normas-ampliam-adesao-as.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-5353062715599234581</id><published>2011-04-15T20:26:00.000-03:00</published><updated>2011-04-15T20:27:04.964-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;Prevenção de acidentes na indústria da construção                                                     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Data: 14/04/2011  /  Fonte: Jornal Cidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Há  muito tempo se ouve falar que a indústria da construção civil é uma das  que mais empregam e é uma das atividades com o maior número de vítimas  de acidentes do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As obras da construção civil estão  presentes na construção de edifícios, usinas elétricas, estação de  metrô, condomínios, residências particulares e tantas outras, e cada  obra apresenta seus riscos peculiares. Certo que o setor aumentará ainda  mais nos próximos anos, em função da Olimpíadas e da Copa do Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecendo  as causas dos óbitos e os diversos perigos e acidentes existentes desde  a terraplanagem, passando pela escavação, fundação e outros processos  inerentes à atividade, é possível realizar um trabalho preventivo que  trará redução de acidentes e de óbitos, melhor qualidade de vida para os  empregados, e redução do pagamento referente ao fator acidentário  previdenciário. Pelos ganhos apresentados e por outros não mencionados,  trabalhar com a prevenção é o melhor caminho para que a indústria da  construção civil deixe de ser uma das grandes colaboradoras desses  acidentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As causas de acidentes que mais contribuem para o  óbito são: queda de altura, soterramento e choques elétricos. Mão de  obra desqualificada, muitos trabalhadores contratados desconhecem as  atividades que deverão realizar, a alta rotatividade de mão de obra  dificulta o treinamento e a adaptação do empregado no trabalho, várias  empresas envolvidas na mesma obra sem a mínima noção de prevenção, falta  de proteção de máquinas e equipamentos, ausência de aterramento, falta  de proteção coletiva também podem ser considerados como causas  fundamentais na ocorrência de acidentes e óbitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas  informações não geram grandes impactos a tal ponto dos setores  envolvidos perceberem a gravidade dos fatos para tomarem medida  preventivas urgentes, então quantificando alguns tipos de acidentes  ocorridos na indústria da construção civil, conforme dados publicados na  revista proteção 229 pág. 38, teremos outra visão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os fatores  imediatos que levaram ao óbito dos trabalhadores foram quedas (31,8%),  seguidas pela exposição ocupacional a forças mecânicas inanimadas  (30,5%), exposição à corrente elétrica e a agentes físicos (16,10%) e  risco à respiração (8,1%)", e não está sendo considerada a estatística  dos acidentes que geraram incapacidade temporária, incapacidade  permanente, doenças ocupacionais e acidentes de trajeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  atuação da fiscalização do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego)  referente à inspeção em segurança do trabalho no Brasil, de janeiro a  setembro/2010 no setor econômico da construção, notificou 10.832, autuou  14.296, embargos/interdições 2.010 empresas e analisou 378 casos de  acidentes, conforme anuário brasileiro de proteção 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que  as ocorrências fatais e os acidentes no trabalho sejam reduzidos, a  participação do governo, sindicato, empresários, trabalhadores é de  grande importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas empresas do setor da construção civil  e outras já estão tomando ações preventivas para evitar acidentes,  intensificando os treinamentos, atendendo constantemente a legislação e  implantando a OHSAS 18001 referente à Gestão de Segurança e Saúde no  Trabalho. Na ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, durante  dois anos foram realizadas diversas reuniões que envolveram mais de 120  profissionais prevencionistas para elaborar uma Norma Brasileira de  Gestão de SST, a NBR 18801, de Requisitos, e a AERC - Associação de  Engenharia, Arquitetura, Agronomia e Geologia de Rio Claro tem um  representante participando dessa atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualificação urgente  com qualidade é a receita para ser aplicada não só para os trabalhadores  como pedreiro, carpinteiro, técnicos e engenheiros de segurança, pois a  falta da mão de obra especializada vem sendo sentida neste boom da  construção no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-5353062715599234581?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/5353062715599234581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/04/prevencao-de-acidentes-na-industria-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5353062715599234581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5353062715599234581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/04/prevencao-de-acidentes-na-industria-da.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-8555941065782334244</id><published>2011-01-07T17:58:00.001-02:00</published><updated>2011-01-07T17:59:46.067-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="materia-titulo"&gt;                 &lt;h1 style="color: rgb(0, 51, 0); font-family: arial;" class="entry-title"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Funcionário morre após cair de equipamento no Rio&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;                &lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele estava trocando a lâmpada de um poste, quando equipamento quebrou.&lt;br /&gt;Acidente ocorreu na Rua Von Martius, no Jardim Botânico.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;              &lt;/div&gt;             &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="materia-assinatura-letra"&gt;                                &lt;div class="materia-assinatura"&gt;                     &lt;p class="vcard author"&gt;                                                                           &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="adr"&gt;                             &lt;span class="locality"&gt;Do G1 RJ&lt;/span&gt;                         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                                          &lt;/p&gt;                 &lt;/div&gt;                                  &lt;div class="materia-impressao"&gt;                   &lt;br /&gt;               &lt;/div&gt;             &lt;/div&gt;                               &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="foto componente_materia midia-largura-620"&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="width: 492px; height: 369px;" alt="Homem morto" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/01/07/certa_.jpg" title="Homem morto" /&gt;&lt;strong&gt;Funcionário da RioLuz morreu após cair de um equipamento na Zona Sul do Rio  (Foto: Renata Soares/G1)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  Um funcionário da Urbeluz morreu, na tarde desta sexta-feira (7), após  cair de um equipamento, na Rua Von Martius, no Jardim Botânico, na Zona  Sul do Rio. A empresa presta serviços para a Secretaria municipal de  Conservação e Serviços Públicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  (&lt;em&gt;Inicialmente, esta reportagem afirmava que a vítima era  funcionária da Rioluz. A informação foi corrigida pela própria  Secretaria municipal de Conservação e Serviços Públicos.&lt;/em&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  Segundo informações de testemunhas passadas aos bombeiros, o homem,  ainda não identificado, trocava a lâmpada de um poste, quando o  equipamento em que ele estava quebrou e caiu. Um carro da Rio Luz,  empresa vinculada à Secretaria, também foi atingido. Bombeiros do  quartel do Humaitá foram chamados para o local do acidente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;  A Secretaria municipal de Conservação e Serviços Públicos informou que  "a Rioluz abriu sindicândia para apurar responsabilidades e tão logo o  laudo seja concluído as medidas cabíveis serão tomadas. Quanto ao  sepultamento, a empresa Urbeluz dará amparo aos familiares."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-8555941065782334244?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/8555941065782334244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/01/funcionario-morre-apos-cair-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/8555941065782334244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/8555941065782334244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2011/01/funcionario-morre-apos-cair-de.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-3357422657445867995</id><published>2010-12-12T22:50:00.002-02:00</published><updated>2010-12-12T22:52:39.061-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;Ele faz chover&lt;/h1&gt;      &lt;div id="facebookLikeTweet" style="margin: 10px 0px; font-family: arial;"&gt;     &lt;div id="tweet" style="float: left;"&gt;               &lt;/div&gt;                                         &lt;div class="facebookLike" style="float: left;"&gt;            &lt;a style="text-decoration: none;" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fepocanegocios.globo.com%2FRevista%2FCommon%2F0%2C%2CEMI185226-16642%2C00.html&amp;amp;src=sp" name="fb_share" rel="nofollow" type="button_count"&gt;&lt;span class="fb_share_size_Small "&gt;&lt;span class="FBConnectButton FBConnectButton_Small" style="cursor: pointer;"&gt;&lt;span class="FBConnectButton_Text"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="fb_share_count  fb_share_count_right"&gt;&lt;span class="fb_share_count_inner"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Depois de produzir chuvas artificiais, o engenheiro Takeshi Imai  inova com a árvore-flecha. É sua solução para reflorestar áreas  devastadas e de difícil acesso&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                &lt;/div&gt;                               &lt;address  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;             Por            Darcio Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/address&gt;                                                               &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);" class="fotoMateria box650"&gt;&lt;img style="width: 480px; height: 332px;" class="foto" alt="Ênio Cesar" src="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios2/foto/0,,43798024,00.jpg" /&gt;        &lt;div class="descricao"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;O INVENTOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/strong&gt;Imai, ao lado de seus bimotores, no aeroporto de Bragança. É ali que mora e trabalha&lt;/div&gt;        &lt;/div&gt;        &lt;p style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O  engenheiro Takeshi Imai, de 68 anos, olhou para o céu claro de Bragança  Paulista, balançou a cabeça e informou, um tanto desolado: “É uma pena,  mas hoje não vai dar pra fazer chover. Não tem nenhuma cumulus  congestus”. Diante de minha ignorância meteorológica, foi logo  explicando: “Cumulus congestus é um tipo de nuvem que lembra uma  couve-flor. Costumo dizer que são as nossas matérias-primas, pois é a  partir delas que conseguimos precipitar as chuvas”. Eis o ganha-pão de  Imai: a produção e venda de chuvas artificiais localizadas, uma  atividade que vem ganhando especial relevância em tempos de aquecimento  global e constantes alterações climáticas. Diferentemente de outros  métodos de precipitação, que usam substâncias químicas como cloreto de  sódio e iodeto de prata, o processo patenteado pelo inventor e operado  por sua empresa, a ModClima, é puramente físico, uma reação de água com  água. “A adição de produtos químicos já foi banida de alguns países, por  representar riscos para a saúde”, afirma Imai. “Eu criei algo eficaz e  ao mesmo tempo ecológico.” &lt;/p&gt;        &lt;p style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Funciona assim: a bordo de um  Piper Asteca, um avião bimotor dotado de um reservatório de 300 litros  de água potável, a equipe da ModClima despeja micropartículas de água na  base de nuvens previamente identificadas por softwares especializados.  Somadas às gotículas já existentes na nuvem, as tais micropartículas  produzem gotas maiores que, devido ao peso, precipitam a chuva. Em  outras palavras, as gotas se unem e formam os pingos. A engenhosidade de  Imai está na capacidade de controlar o tamanho da gota que será  “semeada”. Isto ocorre graças a quatro bicos rotativos – que também  funcionam como pulverizadores – acoplados na parte externa do avião.  Para cada litro de água semeada são produzidos cerca de 500 mil litros  de água de chuva, o equivalente ao carregamento de 50 caminhões-pipas.  “A vantagem é que podemos direcionar a chuva para locais específicos,  como reservatórios, mananciais e áreas agricultáveis”, afirma Imai. As  chuvas duram, em média, de uma a três horas. &lt;/p&gt;        &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);" class="subTitulo"&gt;&lt;span&gt;Árvore-flecha&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;p style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Formado  em engenharia mecânica pelo Mackenzie e mestre pelo Instituto  Tecnológico de Aeronáutica, o ITA, Imai trabalha e mora (sozinho) no  hangar de número 3 do pequeno aeroporto de Bragança Paulista, no  interior de São Paulo. Inquieto e falante, é capaz de passar horas  explicando suas invenções – que não são poucas –, ou dissertando sobre  como os inovadores brasileiros sofrem com a falta de incentivos  financeiros. “Olha isso aqui”, diz, apontando para um quadro na parede  da sala de reuniões do hangar. “É o certificado que representa a medalha  de ouro no Simpósio Internacional da Água, em Cannes. Lá fora eu sou  premiado e aqui enfrento ceticismo em relação ao meu trabalho.” Sua  ModClima ainda não está no azul. O faturamento no ano passado bateu em  R$ 1,8 milhão, mas o que entra no caixa dissipa-se rapidamente, sob  efeito da folha de pagamento de sete funcionários, dos gastos com  combustíveis e manutenção dos dois aviões (além do Piper, há um Cessna  172) ou dos custos com os projetos piloto para cada uma das novas  invenções. O orçamento da empresa não acompanha o ritmo de ideias de  Imai. &lt;/p&gt;        &lt;p style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;No momento, por exemplo, a ModClima desenvolve a  árvore-flecha. É exatamente o que o nome sugere. Em breve, o Cessna  cortará os céus do Brasil, sobre regiões devastadas e de difícil acesso,  e lançará – por meio de um sistema de balística – diversas setas de  bambu que carregam mudas nativas acondicionadas em pequenos tubos  biodegradáveis feitos de papel kraft (papelão). “Demoramos um bom tempo  para calibrar a velocidade de lançamento e achar o material ideal para  compor a flecha e os tubetes que levam as mudas”, conta Imai. O caso do  bambu é curioso. Jogado do avião, o material mantinha a direção certa,  exibia boa resistência e quase sempre acertava o alvo previamente  estabelecido pela equipe da ModClima. Mas a flecha descia com tal  velocidade que acabava completamente enterrada no solo, o que poderia  comprometer a integridade das mudas. A intenção era que apenas espetasse  o solo, o suficiente para fazer com que o papelão rompesse e colocasse a  planta em contato com a terra. A saída encontrada por Imai foi colocar  na parte de cima da flecha uma tira de papel, à guisa de rabiola de  pipas, para freá-la. O problema foi resolvido. “Pensei em usar o bambu  depois de ver os espetinhos de churrasco. E a embalagem de papelão para  as mudas foi inspirada no formato da embalagem das batatinhas do  McDonald’s”, conta, sorrindo, o inventor. &lt;/p&gt;        &lt;p style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Quanto às  mudas, são espécies nativas delineadas por botânicos da Escola Superior  de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP. Acondicionadas por dez  dias em estufas, as espécies recebem um hormônio enraizador – para  acelerar o processo de metabolismo – antes de seguir para a embalagem  cartonada. “Já fizemos algumas experiências e o resultado foi animador”,  diz Majory Imai, filha de Takeshi e diretora da ModClima. A Companhia  de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, Sabesp, gostou da ideia e  vai financiar novos testes. As árvores-flechas serão lançadas neste mês  em uma área de proteção de mananciais da empresa, localizada na cidade  de Piracaia (SP), onde a ONG The Nature Conservancy já faz um trabalho  de revegetação em larga escala. O esforço faz parte do projeto “Um  Milhão de Árvores no Sistema Cantareira”, patrocinado pela estatal. &lt;/p&gt;        &lt;img style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0); width: 488px; height: 337px;" class="foto" alt="Infográfico_Alexandre Affonso" src="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios2/foto/0,,43798025,00.jpg" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-3357422657445867995?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/3357422657445867995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/12/ele-faz-chover-depois-de-produzir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/3357422657445867995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/3357422657445867995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/12/ele-faz-chover-depois-de-produzir.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-4061902333719749638</id><published>2010-12-03T17:28:00.001-02:00</published><updated>2010-12-03T17:28:52.999-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;ABNT publica Norma de Sistema de Gestão de SST&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                                                                                &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                      &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/1932.jpg" class="img_prop" width="336" height="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 02/12/2010  /  Fonte: Redação Revista Proteção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Ilustração: Redação Revista Proteção&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A real  prevenção de acidentes depende de uma gestão eficaz. Uma empresa que  não realiza um planejamento das políticas e programas de SST, é o mesmo  que uma companhia sem um departamento administrativo. A fim de auxiliar  no gerenciamento pela redução destes acidentes e doenças ocupacionais, a  ABNT/CEE-109 (Comissão de Estudo Especial de Segurança e Saúde  Ocupacional da Associação Brasileira de Normas Técnicas) aprovou em 1º  de dezembro a Norma NBR 18801 de Sistema de Gestão de Saúde e Segurança  Ocupacional - Requisitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Estudo foi lançada em  2002, reativada em 2008 e contou com o empenho de mais de 90  especialistas na confecção do documento. O Inmetro participou das  discussões do grupo, o que sugere que a NBR poderá tornar-se, na  sequência, certificável. Alguns dos referenciais da norma são a  normativa internacional OHSAS 18001 (Occupational Health and Safety  Assessment Series) e as Diretrizes sobre Sistemas de Gestão de SST da  OIT (Organização Internacional do Trabalho). Entretanto, a primeira NBR  vai além e busca levar em conta peculiaridades da realidade brasileira e  das micro e pequenas empresas. A norma engloba o gerenciamento dos  processos em questões de SST, estimulando a melhoria contínua das  condições de trabalho e contribuindo para a redução de custos, riscos,  acidentes e doenças ocupacionais. "Será uma ferramenta básica para  análise da cultura empresarial e terá impactos na questão do FAP,  podendo aumentar ou diminuir o seguro acidente do trabalho", afirmou o  assessor da Secretaria de Inspeção do Trabalho, Domingos Lino.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-4061902333719749638?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/4061902333719749638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/12/abnt-publica-norma-de-sistema-de-gestao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/4061902333719749638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/4061902333719749638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/12/abnt-publica-norma-de-sistema-de-gestao.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-299049198721438014</id><published>2010-10-10T22:19:00.004-03:00</published><updated>2010-10-10T22:22:21.100-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="width: 455px; font-weight: bold; word-spacing: 0px; letter-spacing: -2px; line-height: 1em; color: rgb(89, 108, 117);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);font-family:arial;font-size:180%;"  &gt;Empresas não cumprem&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);font-family:arial;font-size:180%;"  &gt; lei que inclui deficiente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;          &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:14px;"  &gt;Muitas descumprem a determinação sob a alegação de que faltam profissionais qualificados no mercado&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:10px;"  &gt;10/10/2010 - 21h14 . Atualizada em 10/10/2010 - 21h23&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:11px;"  &gt;Delma Medeiros&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;           &lt;div  style="float: left; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;        &lt;span style="font-size:10px;"&gt;Agência Anhangüera de Notícias | &lt;a href="mailto:delma@rac.com.br"&gt;fale com o repórter&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;div  style="float: right; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;                &lt;span style="font-size:10px;"&gt;tamanho da letra: &lt;a&gt; A-&lt;/a&gt;| &lt;a&gt;A+&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/div&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:14px;"  &gt;              &lt;div id="not" style="text-align: justify;"&gt;       &lt;p&gt;A lei federal 8.213, que determina que empresas com mais de 100  funcionários reservem de 2% a 5% das vagas para pessoas com  deficiência, foi implantada em 1999, mas muitas delas ainda descumprem a  determinação sob a alegação de que faltam profissionais qualificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos 34 municípios abrangidos pela Gerência Regional de Trabalho de  Campinas, de 731 empresas passíveis de contratação, apenas 347 (47,4%)  cumprem a cota que lhes cabe. Outras 215 assinaram o Termo de Ajuste de  Conduta (TAC) e estão em processo de adequação para o cumprimento da  cota. E 169 estão sendo chamadas agora pelo Ministério Público do  Trabalho (MPT) para iniciar o processo de contratação. Dessas, 106 foram  convidadas a participar de audiência pública para discutir o tema na  última sexta-feira, no Salão Vermelho do Paço Municipal .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O objetivo é sensibilizar as empresas para a importância da inclusão  das pessoas com deficiência. A meta é quebrar o paradigma e promover a  inclusão”, disse o gerente regional Sebastião Jesus da Silva. Segundo  ele, muitas empresas contratam apenas para burlar a fiscalização, mas  não promovem de fato a inclusão, deixando a pessoa excluída dentro do  ambiente de trabalho. “As empresas e os funcionários têm que participar  do processo e promover as adaptações necessárias.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A procuradora do Trabalho Maria Stela Guimarães de Martin, disse que  realmente há falta de qualificação entre as pessoas com deficiência, em  decorrência da pouca acessibilidade e das barreiras naturais. “Mas a  resistência das empresas deve-se ao investimento financeiro para as  adequações e ao preconceito velado que ainda persiste”, afirmou. Segundo  ela, grandes empresas até mantêm pessoas com deficiência em seus  quadros, mas não conseguem cumprir a cota devido ao número elevado de  funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para amenizar a situação, algumas empresas, como o CPqD, iniciaram um  curso de qualificação diferenciado para atender suas necessidades. “Este  esquema tem sido estendido a outras empresas, como a montadora Honda,  por exemplo”, citou Silva. A proposta é que as próprias empresas se  encarreguem da qualificação de seus funcionários com deficiência,  explicou Maria Stela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme os dados de atendimentos na matriz de Campinas, atualmente  7.149 pessoas com deficiência estão empregadas na regional. Mas, outras  4.761 ainda aguardam uma vaga no mercado de trabalho, segundo Silva.&lt;br /&gt;A procuradora disse que, apesar da resistência de algumas empresas, o processo de inclusão avançou.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-299049198721438014?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/299049198721438014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/10/empresas-nao-cumprem-lei-que-inclui.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/299049198721438014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/299049198721438014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/10/empresas-nao-cumprem-lei-que-inclui.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-5157078439085978258</id><published>2010-09-29T17:29:00.001-03:00</published><updated>2010-09-29T17:29:58.083-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); font-family: arial;"&gt;Especialista dá dicas sobre postura no trabalho                                                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Data: 29/09/2010  /  Fonte: Administradores&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando  você sai do trabalho fica com as costas doloridas ou com algum incomodo  na região do ombro? Caso sua resposta seja sim, cuidado, sua postura  possivelmente está inadequada na hora de sentar. Profissionais que  trabalham muito tempo em frente ao computador devem ter atenção  redobrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Ângela Lepesqueur, fisioterapeuta  especialista em coluna e diretora do Instituto de Tratamento da Coluna  Vertebral em Brasília, determinadas posições podem comprometer a coluna  cervical do ser humano. Por isso, tomar alguns cuidados com a postura  são fundamentais para evitar problemas sérios na coluna e garantir uma  saúde perfeita no dia a dia do trabalho ou no horário do estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda  a fisioterapeuta, inicialmente deve-se ter atenção com os móveis que  são são utilizados. "A cadeira deve ter uma altura adequada, para que os  pés fiquem bem apoiados no solo. O encosto deve ser confortável e se  adequar bem às costas. Além disso, a pessoa deve manter o objeto central  da atividade na altura dos olhos". Para quem escreve, há a necessidade  de um apoio, para manter o grau de inclinação adequado. Exageros também  devem ser evitados. "As pessoas não devem manter a mesma postura por  mais do que 40 minutos. O ideal é que ela faça pequenas pausas, se  levante, tome uma água e volte aos estudos", indica Ângela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  ambiente de estudo ou do trabalho deve também ser bem iluminado, afirma  Ângela Lepesqueur. Assim, além de prevenir danos à visão, ainda evita  que a pessoa fique em uma posição desconfortável para a leitura. "O  ideal é que se tenha à disposição uma mesa de apoio, que não pode ser  muito alta, pois os braços vão permanecer longos períodos elevados, ou  muito baixa, porque a coluna terá que se curvar para alcançá-la", aponta  a fisioterapeuta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-5157078439085978258?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/5157078439085978258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/09/especialista-da-dicas-sobre-postura-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5157078439085978258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5157078439085978258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/09/especialista-da-dicas-sobre-postura-no.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-8953475337944751287</id><published>2010-09-12T09:47:00.001-03:00</published><updated>2010-09-12T09:47:40.872-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;PL propõe aposentadoria em caso de doença ocupacional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/1456.jpg" class="img_prop" width="336" height="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                                                                                      &lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Data: 10/09/2010  /  Fonte: Agência Senado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Ilustração: Beto Soares/Revista Proteção&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Doenças  ou lesões causadas pelo serviço podem permitir a aposentadoria por  invalidez aos segurados da Previdência Social. É o que propõe projeto do  senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) protocolado na Mesa do Senado no dia 8  de setembro. O projeto deverá ser numerado, lido em sessão do Plenário e  encaminhado para apreciação das comissões temáticas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;A  proposição estabelece aposentadoria por invalidez para os casos de  doenças causadas por sobrecarga na coluna vertebral ou doença renal  hipertensiva adquirida pelos trabalhadores em transporte rodoviário de  passageiros ou de cargas. Propõe também a aposentadoria aos empregados  que sofrerem lesões causadas por esforço repetitivo e distúrbios  osteomusculares relacionados ao trabalho (LER/Dort), responsáveis por  mais de 65% dos casos reconhecidos de incapacitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Os casos de  LER/Dort são transtornos que acometem a coluna cervical, vasos, ossos,  nervos, tendões e articulações, principalmente os membros superiores. No  caso dos motoristas, por exemplo, o uso continuado de certos grupos  musculares provoca lesões que os impede de continuar exercendo a  profissão. Arthur Virgílio registrou que a falta de uma legislação  dispondo sobre a aposentadoria por invalidez faz com que o INSS  considere essas doenças reversíveis e apenas proporcione o  auxílio-doença&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-8953475337944751287?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/8953475337944751287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/09/pl-propoe-aposentadoria-em-caso-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/8953475337944751287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/8953475337944751287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/09/pl-propoe-aposentadoria-em-caso-de.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-1932273977179892945</id><published>2010-09-12T09:45:00.000-03:00</published><updated>2010-09-12T09:46:13.076-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;" id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;        &lt;h1 style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Rod. dos Bandeirantes é refeita com asfalto ecológico&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;       &lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A concessionária responsável pelas obras apresentou hoje, dia  10 de setembro, o primeiro trecho da Rodovia dos Bandeirantes que foi  reconstruído com pavimento reciclado e asfalto-borracha. Até 2011, a  empresa pretende recuperar, de forma ecológica, 600 km da rodovia&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;         &lt;div style="display: block;" id="sPag1"&gt;&lt;div style="float: right;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'-');" class="f24 P"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'+');" class="f28 M"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;p class="f10"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mônica Nunes/Débora Spitzcovsky&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/home/" class="verde" target="_blank"&gt;Planeta Sustentável - 10/09/2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em 2010, a &lt;strong&gt;Rodovia dos Bandeirantes&lt;/strong&gt; foi  eleita a melhor do país, pela quinta vez consecutiva, pelo Guia Quatro  Rodas, da Editora Abril, e, hoje, dia 10 de setembro, a Rodovia ganhou  mais um título para comemorar: o de uma das mais ecológicas do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso porque a concessionária &lt;strong&gt;CCR Autoban&lt;/strong&gt;,  que administra o sistema paulista Anhanguera-Bandeirantes desde 1998,  inaugurou hoje o primeiro trecho da rodovia recuperado de forma  ecológica: uma das camadas estruturais da pista foi reconstruída com &lt;strong&gt;pavimento reciclado&lt;/strong&gt; e o revestimento da superfície foi feito com &lt;strong&gt;asfalto-borracha&lt;/strong&gt;, produzido a partir de pneus velhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte  do processo de reciclagem do pavimento usado para reconstruir o trecho –  localizado entre os km 85 e 78, da pista sentido capital – ainda foi  feito no próprio canteiro de obras da rodovia, em uma “usina móvel”,  diminuindo as emissões por transporte. O asfalto velho foi retirado da  pista, triturado e enriquecido com cimento e pó de pedra no próprio  local e ,depois, reaplicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a CCR Autoban, a  operação reciclou 450 mil pneus – que levam cerca de 600 anos para se  decompor – e o equivalente a 36 piscinas olímpicas cheias de asfalto  velho, reduzindo a quantidade de resíduos produzidos nas obras de  recuperação da Rodovia. Ainda segundo a concessionária, o novo asfalto  não traz, apenas, benefícios ambientais para a cidade: o pavimento  ecológico gera menos ruídos e maior aderência dos pneus, além de ser  mais durável, o que proporciona mais segurança e conforto aos motoristas  que transitam pela rodovia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 2011, a CCR Autoban pretende  recuperar, de forma ecológica, 600 km de pistas da Rodovia dos  Bandeirantes, a partir do investimento de R$ 82 milhões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;                             &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-1932273977179892945?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/1932273977179892945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/09/rod.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1932273977179892945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1932273977179892945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/09/rod.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-194894962146340189</id><published>2010-09-12T09:40:00.000-03:00</published><updated>2010-09-12T09:41:23.922-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os novos suspeitos do aquecimento global&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;       &lt;h2 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Terra está ficando mais quente. E isso é culpa da poluição  gerada pelo homem. Fato. Mas novos estudos revelam que o problema também  vem de onde menos se espera: o mar, as nuvens e até as plantas podem  estar contribuindo para piorar os efeitos do CO2&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;         &lt;div style="display: block; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);" id="sPag1"&gt;&lt;div style="float: right;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'-');" class="f24 P"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'+');" class="f28 M"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;p class="f10"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Salvador Nogueira e Bruno Garattoni&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://super.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Superinteressante – 09/2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Em novembro de 2009, hackers invadiram um computador da Universidade de  East Anglia, que fica no Reino Unido e é um dos principais centros da  pesquisa sobre o aquecimento global. De lá saem vários dos números que a  ONU utiliza em seus estudos - em que os governos de todo o mundo se  baseiam para tomar decisões sobre o assunto. Os hackers roubaram 1 000  e-mails e 2 mil documentos, em que os cientistas debatem questões  técnicas - inclusive uma série de mensagens em que discutem um "truque"  para "esconder um declínio" (palavras deles) na quantidade de CO2  presente na atmosfera em épocas passadas. O episódio, apelidado pela  imprensa de Climagate (uma referência a Watergate, escândalo que  derrubou o presidente americano Richard Nixon nos anos 70), gerou uma  polêmica mundial. Quem não acredita no aquecimento global, ou acha que  ele não é obra da humanidade, encarou os tais e-mails como suposta prova  disso. E os cientistas foram acusados de manipulação de dados.  Montaram-se vários comitês independentes para investigar o caso, que  chegaram a uma conclusão unânime. Os números do aquecimento global  estavam certos, e o tal truque era apenas um procedimento matemático. Os  pesquisadores tinham descartado alguns poucos números de medição de  temperatura - que estavam muito diferentes dos demais, e por isso  provavelmente errados. É uma técnica estatística válida e aceita pela  ciência. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Mas essa novela abriu uma nova discussão: existe muita  coisa que ainda não entendemos sobre o aquecimento global. O básico,  todo mundo sabe. O homem queima combustíveis fósseis e isso libera CO2,  que se acumula na atmosfera e provoca o famoso efeito estufa, que impede  que o calor se dissipe e deixa a Terra mais quente. Só que isso não  conta toda a história. A emissão de CO2 desencadeia efeitos estranhos no  planeta. E isso faz com que elementos aparentemente inofensivos se  voltem contra a humanidade, piorando o aquecimento global. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A  água, por exemplo. Água é vida. É difícil acreditar que ela possa ter  algum efeito maléfico sobre alguma coisa, quanto mais piorar o  aquecimento global. Mas é justamente isso que pode estar acontecendo.  Vamos explicar. Pense na água em estado sólido: gelo. Localizado  principalmente nos polos, ele ajuda a refrigerar o planeta. Não porque é  frio, mas porque é branco. Sabe quando está muito sol e você usa uma  roupa branca, porque essa cor reflete melhor os raios solares? Com o  gelo, é a mesma coisa. Como ele é clarinho, reflete bem a radiação solar  - faz com que o calor que chega à Terra seja rebatido de volta para o  espaço. Com o aquecimento global, o gelo está derretendo, virando água e  aumentando o nível dos oceanos. Só que o mar não reflete tão bem a  radiação solar. Na verdade, ele absorve essa radiação, fica mais quente e  sua água evapora. E é aí que o problema começa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-family: arial;"&gt;VEJA QUADRO:&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="javascript:pop_pop1();"&gt;Levantou poeira&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Quanto  mais os oceanos esquentam, mais água evapora. Na forma de gás, a água  tem muita capacidade de reter calor: é uma substância quase tão potente  quanto o CO2 na produção do efeito estufa. Quanto mais vapor d’água,  mais calor retido na atmosfera - o que, por sua vez, deixa os oceanos  ainda mais quentes, realimentando o processo. Ninguém sabe exatamente o  tamanho do problema, mas segundo estimativas feitas pelo climatologista  Richard Linzen, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a  cada 1 grau de aquecimento global causado pela emissão de CO2, o vapor  d’água poderia adicionar até 0,7 oC. Um estudo produzido pela equipe da  cientista Susan Solomon, da Noaa (agência do governo dos EUA que estuda  os oceanos e a atmosfera), demonstrou, com dados de satélites e de  balões meteorológicos, que a quantidade de vapor d’água na estratosfera  disparou nos anos 90 - e foi responsável por quase 30% do aquecimento  global ocorrido nessa década. Em suma: a água na atmosfera potencializa o  efeito do CO2 e piora o efeito estufa. Mas ela também é capaz de uma  coisa que o CO2 não faz: formar nuvens. E as nuvens são brancas, ou  seja, refletem os raios solares de volta para o espaço e aliviam o  aquecimento da Terra. Ou não. "As nuvens na baixa atmosfera [cuja base  está a até 2 quilômetros de altura do solo] têm esse efeito, mas nuvens  na alta atmosfera [a mais de 6 quilômetros do solo] acirram o efeito  estufa, rebatendo calor de volta para a Terra", explica o climatologista  Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Aqui  está mais um mistério para a ciência. Os cientistas suspeitam que a  questão tenha a ver com a temperatura das nuvens. Quando elas estão no  alto, são mais frias - e mais propensas a absorver e reter o calor do  Sol, o que acabaria esquentando a atmosfera. A tese é aceita pela  maioria dos especialistas, que só não entram em acordo quanto à  intensidade do efeito. Números divulgados pelo IPCC (a agência da ONU  que estuda o aquecimento global) apontam que as nuvens podem adicionar  de 0,4 a 2,3 OC à temperatura do planeta. Se essa estimativa parece  imprecisa, é porque é mesmo - vem de simulações de computador, que têm  uma margem de erro considerável. Elas têm 300 quilômetros de precisão,  ou seja, não conseguem calcular corretamente fenômenos que sejam menores  do que isso - como as nuvens. "Esse é o principal problema das  simulações", explica Nobre. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-family: arial;"&gt;SOL, PLANTAS, PESSOAS E TRAPALHADAS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Há  mais fatores que podem influenciar as mudanças climáticas. Até o mais  básico deles - o Sol. Ele não trabalha de forma constante: segue ciclos  que alternam fases de atividade mais e menos intensa. Isso muda a  quantidade de radiação que chega à Terra - e, consequentemente, o clima.  Ao longo do século 20, o Sol passou por períodos de alta atividade, o  que provocou parte do aquecimento global (cerca de 0,1 dos 0,76 OC  registrados ao longo desse período). Nos últimos 10 anos, nossa  estrela-mãe entrou numa fase de calmaria. Mas (como você ficou sabendo  na última edição da SUPER) a Nasa prevê que a radiação solar possa  voltar a aumentar a partir de 2013. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Até as plantas podem piorar o  aquecimento global. Foi isso o que constatou um estudo recente feito  pelo cientista atmosférico Long Cao, da Universidade Stanford. Ele  descobriu que o aumento da concentração de CO2 na atmosfera faz com que a  fisiologia das plantas se modifique, com um efeito ruim sobre a  temperatura. Ora, mas os vegetais sempre foram tidos como a grande  salvação do planeta, porque tiram carbono da atmosfera por meio da  fotossíntese. Como pode ser verdade uma coisa dessas? Acontece que, além  de fazer a fotossíntese e absorver CO2 da atmosfera, as plantas também  têm outro papel importante. Elas transpiram, e com isso retiram calor do  próprio organismo, de quebra resfriando a superfície terrestre. O  problema é que, quando o CO2 se torna excessivo, as plantas passam a  transpirar menos - e esse ar-condicionado natural para de funcionar  (veja no infográfico ao lado). Os cientistas de Stanford descobriram que  a falta de transpiração nas plantas é responsável por 16% do  aquecimento global que estamos vivendo hoje. Em algumas regiões do  globo, como partes da América do Norte e da Ásia, o efeito é ainda mais  forte: 25%. "Nós mostramos que o efeito fisiológico precisa ser levado  em conta nas projeções climáticas", diz Cao. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-family: arial;"&gt;VEJA QUADRO:&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="javascript:pop_pop2();"&gt;Parte da solução - e do problema&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;E  outro estudo colocou ainda mais lenha na fogueira - ou melhor, calor na  atmosfera. Até o estresse das plantas pode acabar contribuindo para o  aquecimento global. Pesquisadores da Universidade de Calgary, no Canadá,  perceberam que, quando alguns tipos de plantação são expostos a secas  ou temperaturas mais altas (fenômenos que podem ser provocados ou  intensificados pelo aquecimento global), as plantas ficam estressadas e  começam a liberar mais metano - um gás extremamente perigoso para o  aquecimento global porque retém 23 vezes mais calor na atmosfera do que o  CO2. Esse efeito foi comprovado em 7 tipos de plantação, entre elas o  trigo - que é o vegetal mais cultivado do planeta. As plantas podem  fazer mal. Já um determinado tipo de poluição, quem diria, pode fazer  bem: os aerossóis. Eles são partículas suspensas na atmosfera e podem  ter diversas origens, como queima de combustíveis, erupções vulcânicas e  até poeira. E podem tanto aumentar quanto diminuir a temperatura da  Terra. A queima de combustíveis fósseis (gasolina, por exemplo) gera  partículas de carvão, que são pretas e por isso absorvem radiação solar -  deixando a atmosfera mais quente. Já as erupções vulcânicas podem ter o  efeito oposto. Quando um vulcão se torna ativo, joga grandes  quantidades de dióxido de enxofre na alta atmosfera. É uma substância  tóxica, mas que reflete a radiação solar; e ajuda, de forma passageira  porém intensa, a esfriar o planeta. Por isso, alguns cientistas defendem  a injeção de dióxido de enxofre na atmosfera como uma solução  paliativa. Mas a maioria acha essa técnica muito perigosa. "Se for  necessário interromper o processo por causa de algum efeito imprevisto, o  aquecimento global que havia sido contido viria todo de uma vez. Seria  uma catástrofe inimaginável", diz Nobre. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Com tantas variáveis  novas, as dúvidas sobre o aquecimento global só tendem a aumentar. Os  cientistas estão aperfeiçoando suas simulações, mas o número de  elementos envolvidos passa a ser tão grande, com tantos fatores difíceis  de medir, que continuaremos com a mesma margem de erro. "Desde os  primeiros resultados do IPCC temos essa incerteza, que é de 2 graus a 2  graus e meio", afirma Carlos Nobre. "Nos próximos resultados, o grau de  variação continuará sendo mais ou menos esse." O novo relatório do IPCC,  que será escrito por 831 cientistas, deve ficar pronto entre 2013 e  2014. E esse processo, aliás, é uma fonte de incerteza à parte. Não é  fácil coordenar as opiniões e conclusões de centenas de especialistas  espalhados pelo mundo, o que transforma o IPCC numa fábrica de  conflitos. Cientistas já renunciaram a seus cargos por discordar dos  procedimentos do grupo, cujos relatórios já apresentaram pelo menos um  erro crasso: dizer que as geleiras do Himalaia poderiam derreter e sumir  já em 2035. A imprensa inglesa achou a afirmação exagerada, foi  investigar e descobriu que a prova disso não vinha de estudos sérios.  Era apenas a opinião pessoal de um cientista, que dera uma entrevista a  respeito em 1999. O IPCC admitiu o erro, mas logo depois surgiu outro -  um trecho do relatório se baseava na dissertação de um estudante de  geografia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Mesmo com esses deslizes embaraçosos, a palavra do  grupo é séria e aceita pela comunidade científica. Só não é absoluta.  Porque, mesmo se toda a ciência do clima fosse decifrada, continuaria a  existir um elemento de dúvida: a própria humanidade. O mundo está  mudando - e as pessoas e as nações estão cada vez mais cientes de seus  papéis no aquecimento global. As tentativas de costurar acordos  internacionais para reduzir as emissões de CO2 têm tropeçado (a  conferência COP 15, realizada recentemente na Dinamarca, acabou em  fracasso). Mas pode ser que no futuro, com o agravamento das mudanças  climáticas, os poderes do mundo tomem providências. Porque, se ainda há  muito o que não sabemos sobre o aquecimento global, de uma coisa sabemos  bem. É preciso fazer alguma coisa para contê-lo, antes que seja tarde  demais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-family: arial;"&gt;Para saber mais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: arial;" target="_blank" href="http://www.ipcc.ch/"&gt;Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-194894962146340189?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/194894962146340189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/09/os-novos-suspeitos-do-aquecimento.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/194894962146340189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/194894962146340189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/09/os-novos-suspeitos-do-aquecimento.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-2057152571554646597</id><published>2010-08-30T18:49:00.001-03:00</published><updated>2010-08-30T18:49:26.827-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;Falta de higiene dos médicos contamina hospitais                                                    &lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Data: 30/08/2010  /  Fonte: Correio Braziliense&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um levantamento  feito este ano pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)  em cinco hospitais de grande porte do país constatou que 60% dos  profissionais de saúde não higienizam as mãos antes e depois de terem  contato com os pacientes. A situação é tão grave que a Anvisa vai exigir  que hospitais, clínicas e demais estabelecimentos de saúde  disponibilizem produtos de higiene (álcool) para médicos, dentistas,  enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, entre  outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O produto poderá ser oferecido em forma de gel, líquido  ou espuma, mas seu fornecimento será obrigatório. Os estabelecimentos  de saúde terão até 180 dias para se adequarem. "Vamos consolidar as  sugestões que recebemos de todo o país. Depois de publicada a norma, ela  passará a ser obrigatória", explica Janaína Sallas, chefe da Unidade de  Investigação e Prevenção das Infecções da Anvisa. Segundo Sallas, o  procedimento é uma medida básica que evita a disseminação da infecção  hospitalar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A especialista destaca que, muitas vezes, a baixa adesão dos  profissionais ao hábito de lavar as mãos está relacionada com a grande  carga de trabalho. "A Anvisa não está pedindo que a água e o sabão sejam  substituídos. Uma lavagem de mãos com sabonete dura, em média, um  minuto e meio. Com o álcool, o tempo passa para 15 segundos", informa. A  proposta é que o produto seja posto nos pontos de assistência e  tratamento, salas de triagem e de pronto atendimento, e unidades de  urgência e emergência. O álcool deve estar em ambulatórios, clínicas e  consultórios, serviços de atendimento móvel e nos locais em que são  realizados procedimentos invasivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dispensadores deverão  ficar em lugar visível e de fácil acesso, à beira do leito do paciente,  de forma que os profissionais de saúde não precisem deixar o local para  fazer a higienização. "A proposta é para que todos tenham acesso ao  produto nos cinco momentos preconizados pela Organização Mundial da  Saúde (OMS): antes e depois do contato com o paciente, antes da  realização de procedimentos assépticos, após exposição a sangue e outros  fluidos corporais e após contato com ambiente próximo ao doente",  orienta Janaína.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas mesmo com todo o esforço, a norma pode, ainda assim, passar  despercebida. Uma pesquisa de 2009, feita em um hospital público de  Ipatinga (MG), pela enfermeira Fernanda Mendes Santos, do Centro  Universitário do Leste de Minas (Unileste), comprovou que apesar da  disponibilidade dos produtos para a lavagem e da existência de cartazes  explicando como lavar as mãos corretamente, os profissionais não  adotaram o procedimento e passaram por lavatórios como se eles não  existissem. "Fernanda sentou-se ao lado de uma pia e observou que o uso  de água e sabão era mínimo. E não são só os médicos, outros  trabalhadores também não têm o hábito de lavar as mãos. É um gesto  indispensável, de eficácia documentada em estudos bem antigos. Num  ambiente hospitalar, há bactérias multirresistentes, que podem ser  transportadas de um doente para o outro", comenta a orientadora da  pesquisa, Virgínia Maria da Silva Gonçalves, professora de enfermagem e  doenças transmissíveis do Unileste.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-2057152571554646597?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/2057152571554646597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/08/falta-de-higiene-dos-medicos-contamina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/2057152571554646597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/2057152571554646597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/08/falta-de-higiene-dos-medicos-contamina.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-5440039412857052276</id><published>2010-08-20T18:02:00.002-03:00</published><updated>2010-08-20T18:05:32.410-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p  style="color: rgb(0, 51, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="materia-titulo"&gt;                 &lt;h1 style="color: rgb(0, 51, 0); font-family: arial; font-weight: bold;" class="entry-title"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Jovem que perdeu braço em triturador diz que não recebeu treinamento&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;                &lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Empresa diz que situação trabalhista do funcionário era normal.&lt;br /&gt;Acidente ocorreu na segunda-feira, na fábrica de massas Cadore.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;              &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O&lt;a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/08/operario-que-perdeu-o-braco-em-fabrica-de-massas-deixa-hospital.html"&gt; jovem que perdeu um braço despedaçado em um triturador de massas na fábrica da Produtos Alimentícios Cadore S/A&lt;/a&gt;,  em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, afirmou, em depoimento a  policiais da 64ª DP (São João de Meriti), que, apesar de ter sido  contratado como “auxiliar de produção”, desde que entrou na empresa  exerce a função de “operador de máquina”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acidente ocorreu na manhã de segunda-feira (17). “Na carteira de  trabalho dele está o cargo de ‘auxiliar de produção’. Isso caracteriza  um desvio de função”, afirmou o advogado Geraldo Flávio Campos Dias, que  defende Rafael.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  “Eu não sou operador de máquina. Não me deram treinamento nenhum”, disse Rafael Costa de Souza, de 25 anos, em entrevista ao &lt;strong&gt;G1&lt;/strong&gt;. “Por várias vezes eu pedi para trocar de setor”, acrescentou o jovem, que trabalhava há sete meses na fábrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora-administrativa da Cadore, Claudia Scofano, explicou que não  há operadores de máquina trabalhando no triturador de massas, mas  somente auxiliares de produção, já que, segundo ela, o triturador "não é  uma máquina para ser operada e não precisa de parâmetros para  funcionar”, pois só tem o botão liga/desliga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  “Essa função é exercida por auxiliares de produção porque não precisa  ter expertise de operação de máquina. Basicamente, o trabalho é  abastecer o equipamento”, explicou Claudia Scofano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  Cláudia Scofano afirmou que todas os funcionários da Cadore são  treinados para trabalhar com as máquinas. “Tenho que verificar com o  encarregado do setor se o Rafael não foi treinado”, disse. Ainda de  acordo com a diretora-administrativa, o que ocorreu foi um acidente de  trabalho e que, segundo o responsável pela área onde Rafael trabalhava, o  funcionário teria agido com imprudência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Funcionário afirma que local não era seguro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="foto componente_materia midia-largura-300"&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img alt="Os advogados de Rafael tiraram um foto dele quando estava internado." src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/19/rafael.jpg" title="Os advogados de Rafael tiraram um foto dele quando estava internado." width="300" height="225" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Os advogados de Rafael tiraram um foto dele&lt;br /&gt;quando estava internado. (Foto: Arquivo Pessoal)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  Rafael afirma no depoimento que, “para ter acesso ao triturador onde  tinha que jogar o macarrão, tinha que subir uma escada de dois degraus,  que ficava solta, deslizando no chão liso”. O jovem contou ao &lt;strong&gt;G1&lt;/strong&gt;  que já tinha jogado um saco de macarrão dentro do triturador, e que,  quando jogava o segundo saco, a escada escorregou. Então, ele caiu e  sentiu a palma da mão ser puxada pela máquina.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  “O triturador me puxava. Eu gritava muito. A minha cabeça chegou a  bater na ferragem do triturador, e ficou marcada. A máquina quase  estoura minha cabeça”, conta Rafael. “Eu fiquei forçando o peso para  fora, para o triturador não me puxar e moer o meu corpo. Eu gritava e  pedia ajuda pelo amor de Deus, mas ninguém escutava, por causa do  barulho da máquina”, complementa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  A diretora-administrativa da Cadore disse que precisa verificar o que  ocorreu na hora do acidente. “Eu não conheço o posicionamento da  escada”, afirmou. De acordo com Cláudia Scofano, a fábrica não dispõe de  ambulâncias para atendimento e remoção de urgência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Funcionário conta que ficou com braço preso por dez minutos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No depoimento à polícia, Rafael conta que só foi socorrido cerca de dez  minutos depois que o braço foi sugado pelo triturador de massas, por um  eletricista da Cadore. “Ele foi socorrido por acaso, pois o eletricista  tinha ido verificar um problema na máquina que tinha sido avisado pelo  próprio Rafael”, diz o advogado Cláudio da Fonseca Vieira, que também  defende o funcionário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="foto componente_materia midia-largura-300"&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img alt="O cargo preenchido na carteira de trabalho de Rafael é a de auxiliar de produção." src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/19/carteira_de_trabalho_vale.jpg" title="O cargo preenchido na carteira de trabalho de Rafael é a de auxiliar de produção." width="300" height="400" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cargo preenchido na carteira de trabalho de&lt;br /&gt;Rafael é de auxiliar de produção. (Foto: Arquivo Pessoal)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  Ainda no depoimento, Rafael relata que operava o triturador “sem os  equipamentos de segurança necessários”, e que “já havia reclamado com  seus superiores sobre a falta de máscaras e óculos de proteção, mas a  empresa alegava que o material estava em falta”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  “O certo é ter um operador de máquina para trabalhar no triturador,  junto com um auxiliar. Se tem alguém do meu lado, podia desligar a  máquina. Eu teria perdido um dedo, ou uma mão, mas perdi meu braço  todo”, conta Rafael.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  Apesar de afirmarem que a Cadore está apalavrada em dar assistência a  Rafael, os advogados do funcionário fizeram algumas críticas à empresa.  “Eu acho que a empresa está acanhada na prestação de serviços e no  pós-operatório”, afirmou Campos Dias. “Nós é que levamos o Rafael para  casa quando ele teve alta do hospital. Isso denota uma falta de atenção  da empresa, por não ter providenciado um carro para levá-lo”,  complementou Fonseca Vieira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Diretora-administrativa da Cadore diz que empresa está prestando toda a assistência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sobre a falta de equipamentos de segurança, Cláudia Scofano afirmou que  não procede a informação dada por Rafael. “O perito da polícia tirou  fotos dos óculos de proteção, que estavam no local do acidente. E as  máscaras estão disponíveis no RH e no Setor de Qualidade, que fica  próximo ao local onde Rafael estava trabalhando”, ressaltou. Sobre o  fato de Rafael estar sozinho no triturador, ela disse que é uma situação  normal. “Isso depende da quantidade do produto. Se for pouco, uma  pessoa só é suficiente para abastecer”, explicou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  A diretora-administrativa informou que a Cadore está prestando toda a  assistência necessária a Rafael e acredita que estão ocorrendo “ruídos  na comunicação”. “Vamos dar uma cesta básica para ele e oferecemos uma  psicóloga da empresa, mas a família está recusando nossa ajuda.  Inclusive, eles não aceitaram um cartão, assinado pelos funcionários,  que enviamos junto com flores”, contou Cláudia Scofano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  “Mandei para a família uma carta com um e-mail, número de fax e cinco  telefones para que não haja dificuldade em passar as receitas e os  medicamentos necessários, que vamos custear. Nós estamos fazendo um  plano de saúde para o Rafael, que pode ser aposentado por invalidez ou  ser recolocado na empresa, após uma preparação específica”, afirmou a  diretora-administrativa. “Todos os traslados dele serão custeado por  nós. Só peço, caso a família precise de locomoção, que avise com 24  horas de antecedência”, acrescentou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  Rafael diz que está sentido muita dor e que sente uma imensa  dificuldade para dormir. “Dói muito, e eu choro às vezes. É difícil sair  de casa. Só dá para utilizar uma mão quando tomo banho, para me  limpar”, conta ele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-5440039412857052276?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/5440039412857052276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/08/jovem-que-perdeu-braco-em-triturador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5440039412857052276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5440039412857052276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/08/jovem-que-perdeu-braco-em-triturador.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-5828866837888518463</id><published>2010-08-16T18:10:00.000-03:00</published><updated>2010-08-16T18:11:33.877-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family: arial; font-weight: bold;"&gt;Explosão ocorre em indústria química de Taubaté/SP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                      &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/1288.jpg" class="img_prop" width="336" height="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 16/08/2010  /  Fonte: G1, com informações do VNews&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Reprodução TV Globo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Taubaté/SP -&lt;/strong&gt;  Um trabalhador morreu e dois ficaram gravemente feridos em uma explosão  em indústria química de Taubaté, no Vale do Paraíba, ocorrida no início  da noite do dia 15 de agosto. A empresa tem cerca de 40 funcionários e  produz resina, biodiesel e outras substâncias utilizadas na fabricação  de medicamentos veterinários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta das 19h20min ocorreu a  primeira explosão, em uma tubulação. Ninguém estava na linha de produção  quando começou o incêndio. Técnicos da Comissão Interna de Prevenção de  Acidentes (Cipa) foram acionados. Ao verificar o aparelho, foram  surpreendidos por uma segunda explosão. "Houve a primeira explosão, a  brigada de incêndio da empresa foi verificar o que era, ocorreu a  segunda e vitimou uma pessoa e feriu duas", explicou o capitão dos  bombeiros Luiz Alves. Um dos homens da brigada de incêndio morreu na  hora, outros dois ficaram feridos e foram internados na UTI de um  hospital da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo bombeiros, todas as medidas de  segurança foram adotadas por eles. A tubulação verificada é de um  material químico usado na fabricação de remédios. Mais de 20 homens do  Corpo de Bombeiros participaram do socorro e da ação de controle da  área. A perícia também esteve no local. O fogo já estava controlado às  20h25min. As explosões foram percebidas por pessoas que moram próximo à  empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa deve permanecer fechada até que seja apontada a  causa do acidente. A fábrica já havia registrado uma explosão em abril  de 2009, quando dois funcionários foram atingidos por estilhaços.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-5828866837888518463?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/5828866837888518463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/08/explosao-ocorre-em-industria-quimica-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5828866837888518463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5828866837888518463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/08/explosao-ocorre-em-industria-quimica-de.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-265411995050975931</id><published>2010-08-12T18:15:00.004-03:00</published><updated>2010-08-16T18:16:20.608-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h1  style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-family:arial;"&gt;     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://y.zap.com.br/revista/imoveis/grandes-areas-arborizadas-pulmoes-verdes-dentro-dos-novos-empreendimentos-cariocas-20100812/" rel="bookmark" title="Grandes áreas arborizadas: pulmões verdes dentro dos novos empreendimentos cariocas"&gt;      &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;Grandes áreas arborizadas: pulmões verdes dentro dos novos empreendimentos cariocas    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/h1&gt;    &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);" class="post-title-bottom"&gt;      &lt;!-- spacer --&gt;     &lt;/div&gt;                    &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="post-published"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;     publicado    &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="post-date"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;     em 12/08/2010 às 18:55   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;      &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="post-author"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;          | Fonte: O Globo     &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div id="attachment_23001" class="wp-caption alignnone"  style="width: 590px; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="width: 480px; height: 307px;" class="size-full wp-image-23001" title="04_mhg_bem_verde1ok" src="http://wp.zap.com.br/imoveis//2010/08/04_mhg_bem_verde1ok.jpg" alt="Área verde corresponde a grande parte do empreendimento da Barra, que ocupa terreno de 22.500 metros quadrados (Fotos: Divulgação)" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Área  verde corresponde a grande parte do empreendimento da Barra, que ocupa  terreno de 22.500 metros quadrados (Fotos: Divulgação)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os parques e jardins, além de serem considerados descontraídos pontos  de encontro, funcionam como pulmões verdes, rompendo com o frenesi  diário dos grandes centros urbanos. As construtoras, alinhadas com os  conceitos de sustentabilidade e qualidade de vida, estão incorporando  esses espaços aos seus novos empreendimentos. Em alguns casos, essas  áreas chegam a tomar conta da maior parte do terreno.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O residencial Eco Park, da MDL Realty, em Pendotiba, por exemplo,  conta com uma área de mais de 20 mil metros quadrados de parque  ecológico privativo. A área verde corresponde à quase totalidade do  empreendimento, já que o terreno total tem 22.500 metros quadrados. A  ideia é dar aos moradores a possibilidade de fazer caminhadas ao ar  livre, com todo o silêncio que a natureza pode proporcionar, dentro da  cidade. O projeto venceu o prêmio Top Imobiliário da Associação de  Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) de Niterói no ano  passado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As construtoras Carvalho Hosken e RJZ Cyrela foram buscar soluções  com paisagistas no projeto do Cidade Jardim, na Barra, que conta com uma  área de 512 mil metros quadrados. O projeto inclui uso de materiais  recicláveis ou que não agridam o meio ambiente, reutilização de água da  chuva, coleta seletiva de lixo e, aliado a isso tudo, muito verde. A  construção receberá o plantio de cerca de sete mil árvores, o dobro do  número necessário para zerar a emissão de carbono do empreendimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“Nos condomínios-bairro que criamos, damos ênfase ao verde, pois além  de propiciar um contato harmônico entre o homem e a natureza, nos  permite contemplar o belo. Isso tranquiliza o homem”, explica o  presidente da Carvalho Hosken, Carlos Carvalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div id="attachment_23011" class="wp-caption alignnone"  style="width: 590px; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="width: 493px; height: 315px;" class="size-full wp-image-23011" title="04_mhg_bem_verde3ok" src="http://wp.zap.com.br/imoveis//2010/08/04_mhg_bem_verde3ok.jpg" alt="Ao todo serão plantadas sete mil árvores no terreno do condomínio da Tijuca, formando um imenso cinturão verde" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao todo serão plantadas sete mil árvores no terreno do condomínio da Tijuca, formando um imenso cinturão verde&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O residencial Renaissance, que está sendo construído pela Calçada no  bairro da Tijuca, também terá um grande bosque, de 1.100 metros  quadrados, dentro de um terreno de 3.300 metros quadrados. Plantas  nativas da Mata Atlântica farão parte do projetado paisagístico,  assinado por Benedito Abbud.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“Não conheço, na Tijuca, um bosque privativo desse porte, onde os  moradores poderão desfrutar da natureza e terão lazer garantido dentro  do empreendimento”, afirma o diretor de marketing da Calçada, Bruno  Oliveira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div id="attachment_23021" class="wp-caption alignnone"  style="width: 590px; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="width: 510px; height: 326px;" class="size-full wp-image-23021" title="04_mhg_bem_verde6ok" src="http://wp.zap.com.br/imoveis//2010/08/04_mhg_bem_verde6ok.jpg" alt="Plantas nativas da Mata Atlântica fazem parte do bosque do Renaissance, assinado pelo paisagista Benedito Abbud" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Plantas nativas da Mata Atlântica fazem parte do bosque do Renaissance, assinado pelo paisagista Benedito Abbud&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A fachada do edifício de sete andares, que ocupará apenas 30% do  terreno, preservará a arquitetura clássica francesa de seus vizinhos.  Segundo Oliveira, a construtora optou por harmonizar a rua.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“Como estaremos ao lado de construções históricas, tombadas pela  prefeitura, achamos importante manter o estilo nobre e clássico já  existente.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-265411995050975931?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/265411995050975931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/08/grandes-areas-arborizadas-pulmoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/265411995050975931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/265411995050975931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/08/grandes-areas-arborizadas-pulmoes.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-8732320890385933874</id><published>2010-08-02T18:50:00.001-03:00</published><updated>2010-08-02T18:50:37.405-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;Exposição a ruído no trabalho pode causar surdez definitiva                                                    &lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Data: 30/07/2010  /  Fonte: Fundacentro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Passado  um mês da copa do mundo na África do Sul, quem não se lembra das  polêmicas vuvuzelas sopradas a plenos pulmões nos estádios de futebol?  Pois a exposição a ruído excessivo pode ocasionar perda da audição e  outros efeitos extra-auditivos, sejam passageiros ou irreversíveis,  segundo pesquisa da Fundacentro sobre ruídos no ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo  o pesquisador Irlon Ângelo Calmon, essas alterações decorrem de vários  fatores, entre os quais, a intensidade; as freqüências; o tempo de  exposição e a distribuição do ruído ao longo da jornada; a  suscetibilidade individual e "até mesmo a própria percepção e atitude de  cada indivíduo frente ao ruído", ressalta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alertando para os  possíveis efeitos extra-auditivos induzidos pelo ruído, como problemas  psicológicos e fisiológicos, distúrbios de comunicação, do sono,  circulatórios e comportamentais. Também são diagnosticadas alterações na  atenção e concentração mental, no ritmo respiratório e ritmo cardíaco.  Há aumento da irritabilidade e perturbações no trabalho, que acabam  alterando o rendimento do trabalhador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Para se resguardarem dos  danos causados pelo ruído no ambiente laboral os trabalhadores devem ser  orientados e capacitados sobre os efeitos da exposição e que resultados  negativos o ruído provoca na sua qualidade de vida", observa Calomon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  estudioso destaca ainda os procedimentos que as empresas devem adotar  para auxiliar na redução da exposição ao agente emissor do ruído: a  aplicação, os cuidados e as limitações do uso de protetores auditivos e  as medidas e programas de controle da exposição, tais como o Programa de  Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Programa de Controle Médico  de Saúde Ocupacional (PCMSO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Prevenção&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Além de desenvolver estudos e prestar assessoria relacionada à  prevenção, avaliação e controle da exposição ocupacional ao ruído, em  atividades industriais, mineração, construção civil, área florestal  etc., a Fundacentro também atua em parceria com outras instituições no  desenvolvimento de atividades de campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Estudos e Difusão&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A instituição criada para elaborar e difundir conhecimentos  relacionados com a Segurança e Saúde no Trabalho tem diversas  publicações abordando a questão do ruído no ambiente laboral, entre as  quais, normas e procedimentos técnicos, manuais de recomendação,  dissertações de mestrado e teses de doutorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entidade também  presta atendimento através de e-mail, telefone ou diretamente, no Centro  Técnino Nacional, em São Paulo, e nas unidades descentralizadas e  promove cursos abertos ao publico em geral sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Legislação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego, NR-15 - das  atividades e operações insalubres - conceitua o que é ruído contínuo ou  intermitente e de impacto e os limites de tolerância, no ambiente de  trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Conceito&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a  norma do MTE, para fins de aplicação de Limites de Tolerância,  entende-se por ruído de impacto aquele que apresenta picos de energia  acústica de duração inferior a 1 (um) segundo, a intervalos superiores a  1 (um) segundo e por ruído contínuo e intermitente, todo e qualquer  ruído que não seja de impacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tabela de limites de tolerância para ruídos contínuos ou intermitentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Nível de ruído dB (A) / Máxima exposição diário permissível&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;85 / 8 horas&lt;br /&gt;86 / 7 horas&lt;br /&gt;87 / 6 horas&lt;br /&gt;88 / 5 horas&lt;br /&gt;89 / 4 horas e 30 minutos&lt;br /&gt;90 / 4 horas&lt;br /&gt;91 / 3 horas e 30 minutos&lt;br /&gt;92 / 3 horas&lt;br /&gt;93 / 2 horas e 40 minutos&lt;br /&gt;94 / 2 horas e 15 minutos&lt;br /&gt;95 / 2 horas&lt;br /&gt;96 / 1 hora e 45 minutos&lt;br /&gt;98 / 1 hora e 15 minutos&lt;br /&gt;100 / 1 hora&lt;br /&gt;102 / 45 minutos&lt;br /&gt;104 / 35 minutos&lt;br /&gt;105 / 30 minutos&lt;br /&gt;106 / 26 minutos&lt;br /&gt;108 / 20 minutos&lt;br /&gt;110 / 15 minutos&lt;br /&gt;112 / 10 minutos&lt;br /&gt;114 / 8 minutos&lt;br /&gt;115 / 7 minutos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-8732320890385933874?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/8732320890385933874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/08/exposicao-ruido-no-trabalho-pode-causar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/8732320890385933874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/8732320890385933874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/08/exposicao-ruido-no-trabalho-pode-causar.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-777947885954240765</id><published>2010-07-27T20:20:00.002-03:00</published><updated>2010-07-27T20:21:48.358-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;INSS amplia cobranças por acidentes de trabalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                      &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/1146.jpg" class="img_prop" width="336" height="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 26/07/2010  /  Fonte: Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Ilustração: Gabriel Renner/Revista Proteção&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com  um placar extremamente favorável na Justiça, o Instituto Nacional do  Seguro Social (INSS) decidiu ampliar o ataque às empresas que estariam  desrespeitando normas de segurança e saúde no trabalho. Agora, o órgão  está ingressando com ações regressivas para recuperar o que foi gasto  com benefícios concedidos a trabalhadores com doenças ocupacionais -  especialmente lesão por esforço repetitivo (LER). Até então, os alvos do  INSS eram apenas os acidentes fatais e graves. No total,já foram  ajuizados 1,4 mil processos, que buscam o ressarcimento de  aproximadamente R$ 100 milhões. E 129 sentenças foram proferidas - 82%  delas favoráveis à Previdência Social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho de cobrança,  iniciado informalmente em 1999, foi intensificado em meados de 2008,  quando a Procuradoria-Geral Federal (PGF) - órgão subordinado a  Advocacia-Geral da União - colocou em campo 140 procuradores para  investigar acidentes de trabalho e tentar recuperar benefícios pagos em  que há indícios de culpa do empregador. Só no ano passado, o INSS  desembolsou cerca de R$ 14 bilhões com aposentadorias por invalidez,  pensões por morte e auxílio-doença. "Só entramos com ação quando  comprovamos a culpa da empresa", diz Carina Bellini Cancella,  coordenadora-geral de cobrança e recuperação de créditos da PGF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  trabalho de investigação reduz as chances de o INSS perder a batalha na  Justiça, segundo a procuradora. Nas sentenças e em decisões de segunda  instância, o principal argumento das empresas contra o direito de  regresso da Previdência Social - previsto na Lei na 8213, de 1991- tem  sido derrubado. Elas alegam que é ilegal exigir o ressarcimento de quem  já paga um seguro - o Seguro Acidente de Trabalho (SAT) - criado  justamente para cobrir as despesas da Previdência Social com benefícios.  "É um absurdo. Para que serve o SAT, então?", questiona o advogado  Rodrigo Arruda Campos, sócio da área previdenciária do escritório  Demarest &amp;amp; Almeida, que defende dez clientes em ações regressivas  ajuizadas pelo INSS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em recente decisão, o juiz José Jácomo  Gimenes, da la Vara Federal de Maringá (PR), entendeu, no entanto, que  "a contribuição é apenas uma das diversas fontes de custeio da  Previdência Social e não exime os empregadores de seu dever de  ressarcimento aos cofres públicos dos prejuízos causados por sua  negligencia no cumprimento das normas de segurança e medicina do  trabalho". Com esse entendimento, condenou uma indústria de alimentos a  pagar R$ 300 mil para o custeio da pensão da viúva de um funcionário que  morreu com a explosão de um forno em 2007. Com o crescente volume de  ações regressivas, muitas empresas estão buscando a procuradoria para  negociar."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-777947885954240765?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/777947885954240765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/07/inss-amplia-cobrancas-por-acidentes-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/777947885954240765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/777947885954240765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/07/inss-amplia-cobrancas-por-acidentes-de.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-273885233957580607</id><published>2010-07-27T20:20:00.001-03:00</published><updated>2010-07-27T20:20:42.954-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;No Brasil, cerca de 15 milhões trabalham no período noturno&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                      &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/1147.jpg" class="img_prop" width="336" height="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 26/07/2010  /  Fonte: Administradores&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Ilustração: Beto Soares/ Revista Proteção&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As  reclamações de trabalhadores sobre as dificuldades de trabalhar à noite  têm fundamento, pelo menos no tocante à saúde, afirmam especialistas.O  sono diurno, dizem médicos, nunca compensa em quantidade e qualidade as  horas não dormidas à noite. No país, cerca de 15 milhões de pessoas  trabalham no período noturno, segundo estimativa do Instituto do Sono em  São Paulo com dados do Ministério do Trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As consequências  são variadas. Recentemente, foi constatado alto índice de câncer entre  os trabalhadores noturnos, alerta Marco Túlio de Mello, médico e  pesquisador do instituto. "Ainda não está provada a relação direta entre  a doença e o regime de trabalho, mas há indícios", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles  também têm maior chance de desenvolver doenças ligadas à baixa  imunidade -como gripes-, obesidade e cefaleia, acrescenta Geraldo Rizzo,  neurologista e coordenador do Laboratório do Sono de Porto Alegre. "A  maior predisposição para doenças ocorre por alteração da atividade  metabólica com a piora do sono", diz Mello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Remuneração&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma  das motivações para os profissionais atuarem à noite é a remuneração  maior. Eles recebem 20% a mais do que se trabalhassem de dia. No  entanto, há prejuízo nas relações com família e amigos, além de  dificuldade de solucionar situações cotidianas, como ida ao banco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além  de profissionais de saúde e de segurança, especialistas em TI  (tecnologia da informação) são cada vez mais obrigados a enfrentar os  plantões de madrugada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o caso do analista de redes Ricardo  Lima, 26, que em 2005 foi transferido para a madrugada, mas não  aguentou. Com no máximo quatro horas de sono por dia e dificuldade de se  alimentar bem, voltou a trabalhar de dia quatro meses depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Percebi  que aumentaram os cabelos brancos", conta Lima, que diz estar ciente de  que o expediente noturno é parte de seu trabalho. "Os processos são  realizados à noite, quando ninguém usa computador", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por  isso, em dias em que trabalha nesse horário, compensa o esforço com o  banco de horas -justamente o que os médicos mais recomendam evitar:  turnos variados. "Assim o corpo funciona de forma descontínua. Sugiro a  pacientes não dormir de dia nas folgas para aproveitar o período",  orienta Rizzo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Recomendações&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Quem  dorme de dia tem sono mais curto e menos profundo que o noturno. Procure  ambientes tranquilos e sem claridade para não afetar ainda mais o  desenvolvimento do sono&lt;br /&gt;-Profissionais que atuam à noite apresentam  maior índice de absenteísmo, causando ônus também ao empregador. Exija  da empresa turnos adequados ao seu metabolismo&lt;br /&gt;-Alimente-se de forma equilibrada. Trabalhadores noturnos têm 40% mais chances de ter doenças digestivas&lt;br /&gt;-Se perceber prejuízos à saúde, procure um médico. A função que executa pode não ser adequada a seu metabolismo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Direitos de quem faz trabalho noturno&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;-Jornada: Das 22h às 5h&lt;br /&gt;-Hora de trabalho: Uma hora é reduzida para 52 minutos e 30 segundos&lt;br /&gt;-Hora de descanso: 60 minutos&lt;br /&gt;-Adicional noturno: Mínimo de 20% sobre o valor da hora trabalhada&lt;br /&gt;Hora extra: 50% sobre o valor da hora de trabalho. É acumulativa em relação ao adicional&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                            &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-273885233957580607?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/273885233957580607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/07/no-brasil-cerca-de-15-milhoes-trabalham.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/273885233957580607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/273885233957580607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/07/no-brasil-cerca-de-15-milhoes-trabalham.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-9206470783845918512</id><published>2010-07-15T17:37:00.000-03:00</published><updated>2010-07-15T17:38:23.241-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Bombeiros tem  autonomia para embargar obra irregular&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 14/07/2010  /  Fonte:  Paraná Online&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Paraná  -&lt;/strong&gt; As obras que apresentam riscos à segurança dos trabalhadores  ou quaisquer irregularidades serão embargadas pelo Corpo de Bombeiros. É  o que prevê projeto de lei do Governo do Estado em trâmite na  Assembleia Legislativa do Paraná. A iniciativa prevê ainda a criação do  Conselho Estadual de Segurança contra Incêndios (Conesci).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem  não cumprir a normativa estará sujeito a multas de até R$ 1,2 milhão.  Esta proposta tem por finalidade a adoção de medidas de segurança aos  trabalhadores e garantir mais autonomia ao Corpo de Bombeiros no  trabalho de prevenção e combate a incêndios, proporcionando mais  tranquilidade à população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de descumprimento, o projeto  de lei também prevê a restrição de direitos, tais como a suspensão de  registro, licença ou autorização; cancelamento de registro; perda ou  restrição de incentivos fiscais, linhas de financiamento e proibição de  contratar com a administração pública pelo período de até três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo  o Governo do Estado, a proposta irá legalizar a situação dos bombeiros,  dando a eles poder de polícia administrativa. Os serviços de bombeiros  estão disponíveis em aproximadamente 100 municípios do Paraná. A  expectativa é que em curto prazo o atendimento seja prestado a mais de  80% das cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Conselho&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  Conselho Estadual de Segurança contra incêndio, criado no âmbito da  Secretaria estadual da Segurança Pública, será presidido pelo comandante  do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A composição do órgão  será por um representante das Secretarias de Saúde, Obras Públicas,  Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ciência, Tecnologia e Ensino  Superior, Meio Ambiente, Transportes; um da Coordenadoria Estadual da  Defesa Civil; um da Casa Civil; um do Conselho Regional de Engenharia,  Arquitetura e Agronomia; um do Sindicato da Indústria da Construção  Civil do Paraná; chefe da Seção de prevenção do Corpo de Bombeiros; um  representante de cada unidade operacional e cinco representantes dos  municípios do Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano de atuação do Conesci prevê o  monitoramento e fiscalização de empreendimentos. Caberá ao órgão ainda  verificar a viabilidade técnica ou econômica de determinada medida de  segurança e, em caso de irregularidade, deverá mediante estudo de  viabilidade técnica, autorizar a adaptação ou substituição.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                             &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-9206470783845918512?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/9206470783845918512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/07/bombeiros-tem-autonomia-para-embargar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/9206470783845918512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/9206470783845918512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/07/bombeiros-tem-autonomia-para-embargar.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-5436159159871005977</id><published>2010-07-09T08:55:00.005-03:00</published><updated>2010-07-09T08:58:47.395-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div face="arial" style="color: rgb(0, 0, 0);" class="mat"&gt;&lt;h3 face="arial" style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 face="arial" style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0); font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;GESTÃO DE RESÍDUOS&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/residuos-abre.jpg" width="321" height="166" /&gt;&lt;/h3&gt;       &lt;h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Senado aprova PNRS: lixo, agora, é problema de todos&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;       &lt;h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;Esta noite, Senado pôs fim à “novela” que durou 21 anos no  Legislativo ao aprovar a nova lei da Política Nacional de Resíduos  Sólidos – PNRS. Agora, a responsabilidade sobre os resíduos é de todos:  governo, empresas e cidadãos. E a logística reversa é obrigatória.  Fernando Von Zubben, da Tetra Pak, explica os próximos passos depois da  assinatura de Lula e o retorno da nova lei ao Legislativo para  regulamentação&lt;/h2&gt;         &lt;div style="display: block;" id="sPag1"&gt;&lt;div style="float: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'-');" class="f24 P"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'+');" class="f28 M"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;p class="f10"&gt;Sérgio Adeodato - Edição: Mônica Nunes&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Planeta Sustentável - 07/07/2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;              &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt;        &lt;p&gt;O Senado aprovou nesta quarta-feira, dia 7, a lei que  estabelece a &lt;strong&gt;Política Nacional de Resíduos Sólidos&lt;/strong&gt;,  encerrando uma novela que já durou 21 anos no Legislativo. Trata-se de  um marco histórico na área ambiental, capaz de mudar em curto tempo a  maneira como poder público, empresas e consumidores lidam com a questão  do lixo. Entre as novidades, a nova lei obriga a &lt;strong&gt;logística  reversa&lt;/strong&gt; -- o retorno de embalagens e outros materiais à  produção industrial após consumo e descarte pela população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As  regras seguem o princípio de &lt;strong&gt;responsabilidade compartilhada&lt;/strong&gt;  entre os diferentes elos dessa cadeia, desde as fábricas até o destino  final. Os municípios, por exemplo, ganham obrigações no sentido de banir  lixões e implantar sistemas para a &lt;strong&gt;coleta de materiais  recicláveis &lt;/strong&gt;nas residências. Hoje, apenas 7% das prefeituras  prestam o serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A lei consagra no Brasil o viés social da  reciclagem, ao reforçar o papel das cooperativas de catadores como  agentes da gestão do lixo, com acesso a apoio financeiro, podendo também  fazer a coleta seletiva nos domicílios”, destaca &lt;strong&gt;Victor Bicca&lt;/strong&gt;,  presidente do &lt;strong&gt;Cempre - Compromisso Empresarial para Reciclagem&lt;/strong&gt;.  Existem no país cerca de 1 milhão de catadores, em sua maioria  autônomos, que trabalham em condições precárias e sob exploração de  atravessadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas que já adotam práticas em favor da  reciclagem, dentro do conceito de sustentabilidade, terão maior campo  para expansão. “A partir de regras claras”, diz Bicca, “a reciclagem  finalmente avançará no país, sem os entraves que a inibiam, apesar dos  avanços na última década por conta do dilema ambiental”. E ele  acrescenta: “Sem um marco regulatório nacional, a gestão do lixo estava  ao sabor de leis estaduais que variam de região para região e, em alguns  casos, impõem taxação e metas para a recuperação de embalagens após o  consumo”. O empresário lembra que, segundo estudo do Instituto de  Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o país perde R$ 8 bilhões por ano ao  enterrar o lixo reciclável, sem contar os prejuízos ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O  atraso da lei gerou danos ambientais significativos, a exemplo da  multiplicação de lixões, que neste ano resultou em mortes nas encostas  de Niterói durante as chuvas de verão, além do despejo de resíduos em  cursos de água”, afirma o deputado &lt;strong&gt;Arnaldo Jardim&lt;/strong&gt;  (PPS-SP), responsável pela versão final do projeto na Câmara dos  Deputados, onde recebeu mais de cem emendas. “Não foi um tempo jogado  fora, porque nesse período a consciência da sociedade despertou para o  problema e conseguimos maior convergência de posições”, ressalva o  deputado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde fevereiro, a lei aguardava votação no Senado,  com apoio do governo federal, consenso entre diferentes setores  envolvidos no debate e acordo de lideranças partidárias para acelerar o  processo. Nesta quarta-feira, em sessão conjunta das comissões de  Cidadania e Justiça, Assuntos Sociais, Assuntos Econômicos e Meio  Ambiente, o projeto recebeu os últimos ajustes e foi levado ao Plenário,  contendo 58 artigos em 43 páginas. Foi aprovada pouco depois das 21h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após  a assinatura do Presidente da República, a lei voltará ao Legislativo  para a regulamentação, definindo itens ainda pendentes, como incentivos  financeiros e regras específicas para a logística reversa, que serão  estipuladas mediante acordos entre os setores industriais. Pela lei  recém-aprovada, a logística reversa começará pelas embalagens de  agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e  produtos eletroeletrônicos e seus componentes, como computadores,  telefones celulares e cartuchos de impressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei proíbe a  importação de qualquer tipo de lixo. Também não será permitido catar  lixo, criar animais ou morar em aterros sanitários. “O novo modelo muda o  enfoque atual da gestão de resíduos, baseado unicamente na geração,  coleta e disposição final do lixo”, explica &lt;strong&gt;Carlos Silva Filho&lt;/strong&gt;,  diretor executivo da &lt;strong&gt;Associação Brasileira de Empresas de  Limpeza Pública e Resíduos Especiais - Abrelpe&lt;/strong&gt;. “Agora a  preocupação é mais abrangente, envolvendo desde a redução dos resíduos  com práticas de consumo consciente até a otimização da coleta e novas  modalidades, como o uso do lixo para gerar energia, ficando o despejo,  em aterros sanitários, como última alternativa”. Carlos Silva lembra que  “agora é preciso resolver como cobrir o custo da implantação desses  processos, mediante novos sistemas de remuneração”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fernando  von Zuben&lt;/strong&gt;, diretor de meio ambiente da Tetra Pak, comemora o  desfecho da nova lei após espera de duas décadas: “A reciclagem deverá  duplicar em cinco anos no Brasil”. Como exemplo, a indústria que ele  representa - fabricante de caixas para leite, sucos e outros alimentos -  planeja aumentar de 26% para 40% a recuperação das embalagens após o  consumo, até 2011. Na entrevista abaixo, von Zuben comenta os avanços da  nova lei e a perspectiva futura da reciclagem em favor do  desenvolvimento econômico, da geração de renda e da melhor qualidade de  vida nas cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual o principal marco divisor de  águas da nova lei e o que mudará no curto ou médio prazo para solucionar  o problema do lixo?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O ponto central é a responsabilidade  pela gestão dos resíduos, compartilhada entre governo, empresas e  população. Hoje existe uma grande bagunça, com uns jogando a  responsabilidade sobre outros. Estamos na Idade da Pedra quando o  assunto é lixo urbano, mas agora, com as regras do jogo definidas, a  realidade deve mudar. Será mais fácil exigir que cada um cumpra o seu  papel. Com a lei, ganhamos um roteiro e um script, com atores e papéis  pré-determinados. A partir desse roteiro, os personagens ensaiarão por  cinco anos, quando, então, o espetáculo entrará em cartaz -- ou seja, o  novo modelo começará a funcionar plenamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que cabe  ao poder público nessa difícil trama que envolve conflitos, custos  financeiros e desafios para encontrar o melhor destino para os resíduos  urbanos?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os municípios são obrigados a tomar providências  para acabar com lixões, construir aterros sanitários dentro de critérios  ambientais e implantar sistemas de reciclagem, com serviços mais  eficientes de coleta seletiva nas residências. Hoje, a maioria das  cidades não dá a mínima para a questão dos resíduos. Mais da metade dá  ao lixo uma destinação inadequada, com impactos no meio ambiente. Após a  lei, os promotores públicos terão base para fiscalizar e cobrar das  prefeituras ações concretas para resolver esses problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quais  os próximos passos para tirar a lei do papel?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Após a  assinatura do Presidente da República, começa uma nova batalha: a  regulamentação da lei no Congresso Nacional. Nessa etapa, serão  definidos pontos importantes, como prazos para as prefeituras  erradicarem lixões e a criação de instrumentos financeiros, previstos  pela lei, para incentivar e estruturar o tratamento do lixo e a cadeia  da reciclagem. Não queremos incentivos fiscais, mas justiça fiscal.  Hoje, as empresas que atuam nessa atividade são prejudicadas pela  bitributação. O imposto é cobrado duas vezes: tanto no processamento  industrial dos materiais do lixo, como no seu uso em produtos  reciclados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As indústrias estão prontas para desempenhar  novos papéis, como o apoio para receber de volta, após o consumo,  embalagens e outros materiais contidos em seus produtos?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Muitas  empresas se anteciparam à lei e, nos últimos anos, implantaram  programas de reciclagem, dentro da visão de sustentabilidade, tendo em  vista os problemas ambientais do planeta. Agora, com a aplicação da lei,  haverá maior quantidade de lixo para reciclagem, o que impõe novos  desafios. Com maior escala, haverá mais investimentos em tecnologia para  melhorar a qualidade e diversificar os usos dos materiais reciclados. O  mercado crescerá, gerando ganhos para toda a cadeia -- desde os  coletores e separadores dos materiais recicláveis até empresas que fazem  o processamento inicial da nova matéria prima e indústrias que as  utilizam nos produtos finais que compramos nas lojas e supermercados.  Hoje, no Brasil, cerca de 12% do lixo coletado nas residências é  reciclado. A estimativa, com a nova legislação, é dobrar esse índice em  cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O consumidor, com a separação dos materiais  na origem, é chave nesse processo. Ele está suficientemente  conscientizado para mudar hábitos e se engajar nesse trabalho?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É  preciso fazer a nossa parte nas residências, separando o lixo seco  (plásticos, papéis, latas, vidros etc) dos úmidos (restos de alimento e  sujeiras de matéria orgânica em geral). Faremos campanhas de massa. Os  consumidores passarão a ser incentivados para essa prática, com  campanhas de educação e serviços mais eficientes de coleta dos materiais  nas residências. Nos últimos dez anos, melhoraram muito tanto o nível  de conscientização como a qualidade da coleta nos domicílios, onde os  materiais são separados na fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entre suas principais  características, a lei reforça o papel das cooperativas de catadores.  Elas estão capacitadas para absorver o aumento da quantidade de lixo  reciclável? Hoje apenas uma ínfima parte do lixo reciclável é processado  nas cooperativas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Entre os catadores, há iniciativas de  diversos padrões, desde pequenos núcleos que operam sem condições de  segurança ou higiene até grandes cooperativas com gestão de negócios,  maquinário, veículos e controle da produção. No geral, as cooperativas  precisam ser capacitadas para esse importante papel, definido pela lei.  Elas poderão, inclusive, ser contratadas pelo poder público para fazer a  coleta nas residências. Não faltará lixo reciclável para outras  iniciativas de separação e processamento, tanto de cunho social, como  empresarial.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;div id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;        &lt;p&gt;O Senado aprovou nesta quarta-feira, dia 7, a lei que  estabelece a &lt;strong&gt;Política Nacional de Resíduos Sólidos&lt;/strong&gt;,  encerrando uma novela que já durou 21 anos no Legislativo. Trata-se de  um marco histórico na área ambiental, capaz de mudar em curto tempo a  maneira como poder público, empresas e consumidores lidam com a questão  do lixo. Entre as novidades, a nova lei obriga a &lt;strong&gt;logística  reversa&lt;/strong&gt; -- o retorno de embalagens e outros materiais à  produção industrial após consumo e descarte pela população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As  regras seguem o princípio de &lt;strong&gt;responsabilidade compartilhada&lt;/strong&gt;  entre os diferentes elos dessa cadeia, desde as fábricas até o destino  final. Os municípios, por exemplo, ganham obrigações no sentido de banir  lixões e implantar sistemas para a &lt;strong&gt;coleta de materiais  recicláveis &lt;/strong&gt;nas residências. Hoje, apenas 7% das prefeituras  prestam o serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A lei consagra no Brasil o viés social da  reciclagem, ao reforçar o papel das cooperativas de catadores como  agentes da gestão do lixo, com acesso a apoio financeiro, podendo também  fazer a coleta seletiva nos domicílios”, destaca &lt;strong&gt;Victor Bicca&lt;/strong&gt;,  presidente do &lt;strong&gt;Cempre - Compromisso Empresarial para Reciclagem&lt;/strong&gt;.  Existem no país cerca de 1 milhão de catadores, em sua maioria  autônomos, que trabalham em condições precárias e sob exploração de  atravessadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas que já adotam práticas em favor da  reciclagem, dentro do conceito de sustentabilidade, terão maior campo  para expansão. “A partir de regras claras”, diz Bicca, “a reciclagem  finalmente avançará no país, sem os entraves que a inibiam, apesar dos  avanços na última década por conta do dilema ambiental”. E ele  acrescenta: “Sem um marco regulatório nacional, a gestão do lixo estava  ao sabor de leis estaduais que variam de região para região e, em alguns  casos, impõem taxação e metas para a recuperação de embalagens após o  consumo”. O empresário lembra que, segundo estudo do Instituto de  Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o país perde R$ 8 bilhões por ano ao  enterrar o lixo reciclável, sem contar os prejuízos ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O  atraso da lei gerou danos ambientais significativos, a exemplo da  multiplicação de lixões, que neste ano resultou em mortes nas encostas  de Niterói durante as chuvas de verão, além do despejo de resíduos em  cursos de água”, afirma o deputado &lt;strong&gt;Arnaldo Jardim&lt;/strong&gt;  (PPS-SP), responsável pela versão final do projeto na Câmara dos  Deputados, onde recebeu mais de cem emendas. “Não foi um tempo jogado  fora, porque nesse período a consciência da sociedade despertou para o  problema e conseguimos maior convergência de posições”, ressalva o  deputado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde fevereiro, a lei aguardava votação no Senado,  com apoio do governo federal, consenso entre diferentes setores  envolvidos no debate e acordo de lideranças partidárias para acelerar o  processo. Nesta quarta-feira, em sessão conjunta das comissões de  Cidadania e Justiça, Assuntos Sociais, Assuntos Econômicos e Meio  Ambiente, o projeto recebeu os últimos ajustes e foi levado ao Plenário,  contendo 58 artigos em 43 páginas. Foi aprovada pouco depois das 21h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após  a assinatura do Presidente da República, a lei voltará ao Legislativo  para a regulamentação, definindo itens ainda pendentes, como incentivos  financeiros e regras específicas para a logística reversa, que serão  estipuladas mediante acordos entre os setores industriais. Pela lei  recém-aprovada, a logística reversa começará pelas embalagens de  agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e  produtos eletroeletrônicos e seus componentes, como computadores,  telefones celulares e cartuchos de impressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei proíbe a  importação de qualquer tipo de lixo. Também não será permitido catar  lixo, criar animais ou morar em aterros sanitários. “O novo modelo muda o  enfoque atual da gestão de resíduos, baseado unicamente na geração,  coleta e disposição final do lixo”, explica &lt;strong&gt;Carlos Silva Filho&lt;/strong&gt;,  diretor executivo da &lt;strong&gt;Associação Brasileira de Empresas de  Limpeza Pública e Resíduos Especiais - Abrelpe&lt;/strong&gt;. “Agora a  preocupação é mais abrangente, envolvendo desde a redução dos resíduos  com práticas de consumo consciente até a otimização da coleta e novas  modalidades, como o uso do lixo para gerar energia, ficando o despejo,  em aterros sanitários, como última alternativa”. Carlos Silva lembra que  “agora é preciso resolver como cobrir o custo da implantação desses  processos, mediante novos sistemas de remuneração”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fernando  von Zuben&lt;/strong&gt;, diretor de meio ambiente da Tetra Pak, comemora o  desfecho da nova lei após espera de duas décadas: “A reciclagem deverá  duplicar em cinco anos no Brasil”. Como exemplo, a indústria que ele  representa - fabricante de caixas para leite, sucos e outros alimentos -  planeja aumentar de 26% para 40% a recuperação das embalagens após o  consumo, até 2011. Na entrevista abaixo, von Zuben comenta os avanços da  nova lei e a perspectiva futura da reciclagem em favor do  desenvolvimento econômico, da geração de renda e da melhor qualidade de  vida nas cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual o principal marco divisor de  águas da nova lei e o que mudará no curto ou médio prazo para solucionar  o problema do lixo?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O ponto central é a responsabilidade  pela gestão dos resíduos, compartilhada entre governo, empresas e  população. Hoje existe uma grande bagunça, com uns jogando a  responsabilidade sobre outros. Estamos na Idade da Pedra quando o  assunto é lixo urbano, mas agora, com as regras do jogo definidas, a  realidade deve mudar. Será mais fácil exigir que cada um cumpra o seu  papel. Com a lei, ganhamos um roteiro e um script, com atores e papéis  pré-determinados. A partir desse roteiro, os personagens ensaiarão por  cinco anos, quando, então, o espetáculo entrará em cartaz -- ou seja, o  novo modelo começará a funcionar plenamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que cabe  ao poder público nessa difícil trama que envolve conflitos, custos  financeiros e desafios para encontrar o melhor destino para os resíduos  urbanos?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os municípios são obrigados a tomar providências  para acabar com lixões, construir aterros sanitários dentro de critérios  ambientais e implantar sistemas de reciclagem, com serviços mais  eficientes de coleta seletiva nas residências. Hoje, a maioria das  cidades não dá a mínima para a questão dos resíduos. Mais da metade dá  ao lixo uma destinação inadequada, com impactos no meio ambiente. Após a  lei, os promotores públicos terão base para fiscalizar e cobrar das  prefeituras ações concretas para resolver esses problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quais  os próximos passos para tirar a lei do papel?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Após a  assinatura do Presidente da República, começa uma nova batalha: a  regulamentação da lei no Congresso Nacional. Nessa etapa, serão  definidos pontos importantes, como prazos para as prefeituras  erradicarem lixões e a criação de instrumentos financeiros, previstos  pela lei, para incentivar e estruturar o tratamento do lixo e a cadeia  da reciclagem. Não queremos incentivos fiscais, mas justiça fiscal.  Hoje, as empresas que atuam nessa atividade são prejudicadas pela  bitributação. O imposto é cobrado duas vezes: tanto no processamento  industrial dos materiais do lixo, como no seu uso em produtos  reciclados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As indústrias estão prontas para desempenhar  novos papéis, como o apoio para receber de volta, após o consumo,  embalagens e outros materiais contidos em seus produtos?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Muitas  empresas se anteciparam à lei e, nos últimos anos, implantaram  programas de reciclagem, dentro da visão de sustentabilidade, tendo em  vista os problemas ambientais do planeta. Agora, com a aplicação da lei,  haverá maior quantidade de lixo para reciclagem, o que impõe novos  desafios. Com maior escala, haverá mais investimentos em tecnologia para  melhorar a qualidade e diversificar os usos dos materiais reciclados. O  mercado crescerá, gerando ganhos para toda a cadeia -- desde os  coletores e separadores dos materiais recicláveis até empresas que fazem  o processamento inicial da nova matéria prima e indústrias que as  utilizam nos produtos finais que compramos nas lojas e supermercados.  Hoje, no Brasil, cerca de 12% do lixo coletado nas residências é  reciclado. A estimativa, com a nova legislação, é dobrar esse índice em  cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O consumidor, com a separação dos materiais  na origem, é chave nesse processo. Ele está suficientemente  conscientizado para mudar hábitos e se engajar nesse trabalho?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É  preciso fazer a nossa parte nas residências, separando o lixo seco  (plásticos, papéis, latas, vidros etc) dos úmidos (restos de alimento e  sujeiras de matéria orgânica em geral). Faremos campanhas de massa. Os  consumidores passarão a ser incentivados para essa prática, com  campanhas de educação e serviços mais eficientes de coleta dos materiais  nas residências. Nos últimos dez anos, melhoraram muito tanto o nível  de conscientização como a qualidade da coleta nos domicílios, onde os  materiais são separados na fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entre suas principais  características, a lei reforça o papel das cooperativas de catadores.  Elas estão capacitadas para absorver o aumento da quantidade de lixo  reciclável? Hoje apenas uma ínfima parte do lixo reciclável é processado  nas cooperativas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Entre os catadores, há iniciativas de  diversos padrões, desde pequenos núcleos que operam sem condições de  segurança ou higiene até grandes cooperativas com gestão de negócios,  maquinário, veículos e controle da produção. No geral, as cooperativas  precisam ser capacitadas para esse importante papel, definido pela lei.  Elas poderão, inclusive, ser contratadas pelo poder público para fazer a  coleta nas residências. Não faltará lixo reciclável para outras  iniciativas de separação e processamento, tanto de cunho social, como  empresarial.&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-5436159159871005977?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/5436159159871005977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/07/gestao-de-residuos-senado-aprova-pnrs.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5436159159871005977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5436159159871005977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/07/gestao-de-residuos-senado-aprova-pnrs.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-4874610083897841579</id><published>2010-07-09T08:52:00.000-03:00</published><updated>2010-07-09T08:54:30.786-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SEGURANÇA DAS MÃOS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="340" height="285"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2_3y_TBDGuw&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xd0d0d0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2_3y_TBDGuw&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xd0d0d0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="340" height="285"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-4874610083897841579?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/4874610083897841579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/07/seguranca-das-maos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/4874610083897841579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/4874610083897841579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/07/seguranca-das-maos.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-6658122141480237510</id><published>2010-06-30T20:14:00.002-03:00</published><updated>2010-06-30T20:17:11.402-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h1  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1  style="color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Colheita de amarguras&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;       &lt;h2  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os frutos podres que já colhemos devido à irresponsabilidade  ambiental&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/colheita-de-amargura-Abre.jpg" width="321" height="166" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/h2&gt;&lt;div  style="float: left; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Reação  alérgica – Folhagens são arrasadas após “banho” de chuva ácida.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);" class="txt"&gt;        &lt;div class="bts"&gt;                          &lt;/div&gt;               &lt;/div&gt;                   &lt;!-- texto --&gt;                          &lt;div id="print" style="display: none;"&gt;       &lt;div class="chapeuMat"&gt;estrago&lt;/div&gt;       &lt;div class="tituloMat"&gt;Colheita de amarguras&lt;/div&gt;       &lt;div class="subtituloMat"&gt;Os frutos podres que já colhemos devido à  irresponsabilidade ambiental&lt;/div&gt;              &lt;p class="f10"&gt;Da redação&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Guia do Estudante / Geografia – 2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;strong&gt;AMBIENTES AMEAÇADOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Principal causa  do desaparecimento das espécies, a degradação dos ambientes naturais é  provocada, sobretudo, por desmatamento, expansão agrícola e avanço da  urbanização e da poluição. A devastação generalizada afeta profundamente  algumas das regiões mais ricas em biodiversidade do mundo e que, por  sua situação de risco, ganharam o nome de hotspots*. Um exemplo são as  áreas úmidas continentais, como brejos e várzeas. Estima-se que o avanço  da agricultura tenha provocado o desaparecimento de aproximadamente 60%  desses ecossistemas na Europa. Na Ásia, 85% deles estão ameaçados. Os  ricos biomas brasileiros também sofrem constante ameaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CHUVA   ÁCIDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de chuva, neve ou neblina com alta  concentração de ácidos em sua composição. Com a denominação genérica de  chuva ácida, sua origem são os óxidos de nitrogênio (NOx) e o dióxido de  enxofre (SO2) liberados na atmosfera pela queima de combustíveis  fósseis (principalmente o carvão mineral). Esses compostos reagem com o  vapor de água presente na atmosfera, formando o ácido nítrico (HNO3) e o  ácidosulfúrico (H2SO4), que, mais tarde, se precipitam e alteramas  características do solo e da água, prejudicando lavouras, florestas e a  vida aquática. Também danificam edifícios e monumentos históricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESERTIFICAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Causado, principalmente, pelo  desmatamento indiscriminado que, há séculos – mas, sobretudo nas últimas  décadas –, priva o mundo de sua cobertura vegetal, o processo de  desertificação ameaça regiões em todo o planeta. No Nordeste brasileiro,  por exemplo, a região conhecida como Polígono das Secas sofre ameaça  constante de desertificação, provocada pela retirada da vegetação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; EROSÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A erosão, um processo natural da  superfície terrestre, ocorre com o deslocamento de partículas do solo,  pelas chuvas e pelos ventos, além da própria erosão geológica, que  nivela a superfície terrestre. Mas a ação do homem (desmatamento,  queimadas, urbanização) vem fazendo com que o processo tome proporções  devastadoras, causando assoreamento de rios, lagos e represas,  inundações e desertifi cação. No Brasil, as regiões mais atingidas estão  no cerrado, com a ocorrência de voçorocas – escavações do solo  provocadas por erosão subterrânea causada por águas de chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[img1]&lt;strong&gt;AQUECIMENTO GLOBAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma das consequências da  ação humana sobre o meio ambiente é a elevação da temperatura média  global, provocada pela intensifi cacao do efeito estufa. O aquecimento  global está ligado a fenômenos como o degelo nas regiões polares e o  agravamento da desertificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;EXTINÇÃO DE  ESPÉCIES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A situação, nesse quesito, vai de mal a pior: um  estudo divulgado em maio de 2008 pela organização WWF indica que, em  apenas 35 anos (entre 1970 e 2005), quase um terço das espécies animais  do mundo desapareceu. Os números, alarmantes, confi rmam o que já havia  apontado outro estudo, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o  Meio Ambiente (Pnuma), em 2005, segundo o qual a Terra estaria passando  por um novo período de extinção em massa. Estima-se que cerca de 27 mil  espécies de seres vivos – entre animais, vegetais e micro-organismos –  desapareçam do planeta a cada ano. Ainda que a extinção seja natural em  um sistema em contínua evolução, o atual ritmo é assustador, acelerado  pelas ações humanas – como a exploração abusiva dos recursos naturais, a  destruição de habitats, a urbanização, a poluição e a introdução de  espécies exóticas nos ambientes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;[img2]&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VOCÊ   SABIA? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;*O que são hotspots?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conceito criado em 1988 pelo ecólogo inglês Norman Myers, os hotspots  são as zonas do planeta mais ricas em biodiversidade e mais ameaçadas de  destruição. No total são 34, incluindo a mata Atlântica e o cerrado  brasileiros. Eles representam apenas 2,3% da superfície da Terra, mas  mais da metade das espécies de plantas e 42% das de vertebrados  terrestres são endêmicas dessas regiões. Os hotspots já perderam 70% da  vegetação original. Por fim, cuidado para evitar uma confusão: o termo  hotspot também pode ser usado na geologia — neste caso quando se refere a  áreas de erupção vulcânica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/n/noticia/ambiente/poluicao-ar-aguas-lixo-aquecimento-global-chuva-acida-573977.shtml"&gt;&lt;strong&gt;Mundo   Maculado&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;                                  &lt;h3  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/h3&gt; &lt;h2  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'+')" class="f24 G"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;         &lt;div  style="display: block; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" id="sPag1"&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="f10"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Da redação&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Guia do Estudante / Geografia – 2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;              &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt;        &lt;p&gt;&lt;strong&gt;AMBIENTES AMEAÇADOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Principal causa do  desaparecimento das espécies, a degradação dos ambientes naturais é  provocada, sobretudo, por desmatamento, expansão agrícola e avanço da  urbanização e da poluição. A devastação generalizada afeta profundamente  algumas das regiões mais ricas em biodiversidade do mundo e que, por  sua situação de risco, ganharam o nome de hotspots*. Um exemplo são as  áreas úmidas continentais, como brejos e várzeas. Estima-se que o avanço  da agricultura tenha provocado o desaparecimento de aproximadamente 60%  desses ecossistemas na Europa. Na Ásia, 85% deles estão ameaçados. Os  ricos biomas brasileiros também sofrem constante ameaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CHUVA  ÁCIDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de chuva, neve ou neblina com alta  concentração de ácidos em sua composição. Com a denominação genérica de  chuva ácida, sua origem são os óxidos de nitrogênio (NOx) e o dióxido de  enxofre (SO2) liberados na atmosfera pela queima de combustíveis  fósseis (principalmente o carvão mineral). Esses compostos reagem com o  vapor de água presente na atmosfera, formando o ácido nítrico (HNO3) e o  ácidosulfúrico (H2SO4), que, mais tarde, se precipitam e alteramas  características do solo e da água, prejudicando lavouras, florestas e a  vida aquática. Também danificam edifícios e monumentos históricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESERTIFICAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Causado, principalmente, pelo  desmatamento indiscriminado que, há séculos – mas, sobretudo nas últimas  décadas –, priva o mundo de sua cobertura vegetal, o processo de  desertificação ameaça regiões em todo o planeta. No Nordeste brasileiro,  por exemplo, a região conhecida como Polígono das Secas sofre ameaça  constante de desertificação, provocada pela retirada da vegetação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; EROSÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A erosão, um processo natural da  superfície terrestre, ocorre com o deslocamento de partículas do solo,  pelas chuvas e pelos ventos, além da própria erosão geológica, que  nivela a superfície terrestre. Mas a ação do homem (desmatamento,  queimadas, urbanização) vem fazendo com que o processo tome proporções  devastadoras, causando assoreamento de rios, lagos e represas,  inundações e desertifi cação. No Brasil, as regiões mais atingidas estão  no cerrado, com a ocorrência de voçorocas – escavações do solo  provocadas por erosão subterrânea causada por águas de chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[img1]&lt;strong&gt;AQUECIMENTO GLOBAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma das consequências da  ação humana sobre o meio ambiente é a elevação da temperatura média  global, provocada pela intensifi cacao do efeito estufa. O aquecimento  global está ligado a fenômenos como o degelo nas regiões polares e o  agravamento da desertificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;EXTINÇÃO DE  ESPÉCIES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A situação, nesse quesito, vai de mal a pior: um  estudo divulgado em maio de 2008 pela organização WWF indica que, em  apenas 35 anos (entre 1970 e 2005), quase um terço das espécies animais  do mundo desapareceu. Os números, alarmantes, confi rmam o que já havia  apontado outro estudo, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o  Meio Ambiente (Pnuma), em 2005, segundo o qual a Terra estaria passando  por um novo período de extinção em massa. Estima-se que cerca de 27 mil  espécies de seres vivos – entre animais, vegetais e micro-organismos –  desapareçam do planeta a cada ano. Ainda que a extinção seja natural em  um sistema em contínua evolução, o atual ritmo é assustador, acelerado  pelas ações humanas – como a exploração abusiva dos recursos naturais, a  destruição de habitats, a urbanização, a poluição e a introdução de  espécies exóticas nos ambientes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;[img2]&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VOCÊ  SABIA? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;*O que são hotspots?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conceito criado em 1988 pelo ecólogo inglês Norman Myers, os hotspots  são as zonas do planeta mais ricas em biodiversidade e mais ameaçadas de  destruição. No total são 34, incluindo a mata Atlântica e o cerrado  brasileiros. Eles representam apenas 2,3% da superfície da Terra, mas  mais da metade das espécies de plantas e 42% das de vertebrados  terrestres são endêmicas dessas regiões. Os hotspots já perderam 70% da  vegetação original. Por fim, cuidado para evitar uma confusão: o termo  hotspot também pode ser usado na geologia — neste caso quando se refere a  áreas de erupção vulcânica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/n/noticia/ambiente/poluicao-ar-aguas-lixo-aquecimento-global-chuva-acida-573977.shtml"&gt;&lt;strong&gt;Mundo  Maculado&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;               &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;AMBIENTES AMEAÇADOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Principal causa do  desaparecimento das espécies, a degradação dos ambientes naturais é  provocada, sobretudo, por desmatamento, expansão agrícola e avanço da  urbanização e da poluição. A devastação generalizada afeta profundamente  algumas das regiões mais ricas em biodiversidade do mundo e que, por  sua situação de risco, ganharam o nome de hotspots*. Um exemplo são as  áreas úmidas continentais, como brejos e várzeas. Estima-se que o avanço  da agricultura tenha provocado o desaparecimento de aproximadamente 60%  desses ecossistemas na Europa. Na Ásia, 85% deles estão ameaçados. Os  ricos biomas brasileiros também sofrem constante ameaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CHUVA  ÁCIDA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de chuva, neve ou neblina com alta  concentração de ácidos em sua composição. Com a denominação genérica de  chuva ácida, sua origem são os óxidos de nitrogênio (NOx) e o dióxido de  enxofre (SO2) liberados na atmosfera pela queima de combustíveis  fósseis (principalmente o carvão mineral). Esses compostos reagem com o  vapor de água presente na atmosfera, formando o ácido nítrico (HNO3) e o  ácidosulfúrico (H2SO4), que, mais tarde, se precipitam e alteramas  características do solo e da água, prejudicando lavouras, florestas e a  vida aquática. Também danificam edifícios e monumentos históricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESERTIFICAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;   &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Causado, principalmente, pelo  desmatamento indiscriminado que, há séculos – mas, sobretudo nas últimas  décadas –, priva o mundo de sua cobertura vegetal, o processo de  desertificação ameaça regiões em todo o planeta. No Nordeste brasileiro,  por exemplo, a região conhecida como Polígono das Secas sofre ameaça  constante de desertificação, provocada pela retirada da vegetação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; EROSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;   &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;A erosão, um processo natural da  superfície terrestre, ocorre com o deslocamento de partículas do solo,  pelas chuvas e pelos ventos, além da própria erosão geológica, que  nivela a superfície terrestre. Mas a ação do homem (desmatamento,  queimadas, urbanização) vem fazendo com que o processo tome proporções  devastadoras, causando assoreamento de rios, lagos e represas,  inundações e desertifi cação. No Brasil, as regiões mais atingidas estão  no cerrado, com a ocorrência de voçorocas – escavações do solo  provocadas por erosão subterrânea causada por águas de chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 350px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;Nasa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/colheita-de-amargura-Meio1.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Cocoruto  derretido - O monte Kilimanjaro, na África, está perdendo suas neves  eternas: a foto da esquerda é de 1993; a outra, de 2000.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;strong style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;GLOBAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Uma das consequências da ação humana sobre o meio  ambiente é a elevação da temperatura média global, provocada pela  intensifi cacao do efeito estufa. O aquecimento global está ligado a  fenômenos como o degelo nas regiões polares e o agravamento da  desertificação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;EXTINÇÃO DE ESPÉCIES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A situação, nesse quesito, vai de mal a pior: um estudo divulgado em  maio de 2008 pela organização WWF indica que, em apenas 35 anos (entre  1970 e 2005), quase um terço das espécies animais do mundo desapareceu.  Os números, alarmantes, confi rmam o que já havia apontado outro estudo,  publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma),  em 2005, segundo o qual a Terra estaria passando por um novo período de  extinção em massa. Estima-se que cerca de 27 mil espécies de seres  vivos – entre animais, vegetais e micro-organismos – desapareçam do  planeta a cada ano. Ainda que a extinção seja natural em um sistema em  contínua evolução, o atual ritmo é assustador, acelerado pelas ações  humanas – como a exploração abusiva dos recursos naturais, a destruição  de habitats, a urbanização, a poluição e a introdução de espécies  exóticas nos ambientes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 350px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;Divulgação&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/colheita-de-amargura-Meio2.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;RITMO  ACELERADO - Cerca de 27 mil espécies desaparecem por ano. O peixe-boi  está ameaçado de extinção&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;VOCÊ  SABIA? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;*O que são hotspots?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Conceito criado em 1988 pelo ecólogo inglês Norman Myers, os hotspots  são as zonas do planeta mais ricas em biodiversidade e mais ameaçadas de  destruição. No total são 34, incluindo a mata Atlântica e o cerrado  brasileiros. Eles representam apenas 2,3% da superfície da Terra, mas  mais da metade das espécies de plantas e 42% das de vertebrados  terrestres são endêmicas dessas regiões. Os hotspots já perderam 70% da  vegetação original. Por fim, cuidado para evitar uma confusão: o termo  hotspot também pode ser usado na geologia — neste caso quando se refere a  áreas de erupção vulcânica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-6658122141480237510?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/6658122141480237510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/colheita-de-amarguras-os-frutos-podres.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/6658122141480237510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/6658122141480237510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/colheita-de-amarguras-os-frutos-podres.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-6402936578726915893</id><published>2010-06-30T20:13:00.001-03:00</published><updated>2010-06-30T20:13:36.475-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Alvenaria  estrutural reduz riscos de acidentes de trabalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/1027.jpg" class="img_prop" width="336" height="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                                                                                      &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic; font-family: arial;"&gt;Data: 29/06/2010  /  Fonte:  Revista Proteção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="font-family: arial;"&gt;Ilustração:  Beto Soares/Revista Proteção&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;No Brasil, o Ministério da  Previdência So­cial constatou que durante o ano de 2002 foram  registrados 393.071 acidentes de trabalho, sendo 28.484 (7,3% do total)  relacionados à indústria da construção. Dessa forma, torna-se importante  a busca por alternativas que diminuam os riscos a que estão sujeitos os  tra­ba­lhadores da construção civil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;As Normas Regulamentadoras  de Saúde e Segurança do Trabalho, bem como os programas de prevenção de  riscos, restringem-se às obras de alvenaria convencional, nas quais a  execução da estrutura de concreto armado necessita da montagem de fôrmas  de madeira, expondo o trabalhador a riscos de acidentes de ­trabalho  constantes, tanto na montagem quanto na retirada das fôrmas da  estrutura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;As obras de alvenaria estrutural podem dispensar  certos itens relativos à existência de riscos e aos equipamentos de  proteção, tanto individuais como coletivos, justamente por seu processo  de ­execução econômico e racionalizado, que dispensa a utilização de  fôrmas de madeira para a concretagem, pois não são utilizadas ­vigas e  pilares em concreto armado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A utilização do sistema construtivo  em al­venaria estrutural pode reduzir os índi­ces de acidentes de  trabalho por não utilizar fôrmas de madeira?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A alvenaria  estrutural é um sistema cons­trutivo utilizado há milhões de anos,  inicialmente com blocos de rocha como ele­mentos de alvenaria e a partir  do ano 4.000 a.C. com tijolos de argila.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;O sistema construtivo  estrutural desenvolveu-se ini­cialmente por meio do simples  empilha­mento de tijolos ou blocos, em que os vãos eram executados com  peças auxiliares, como vigas de madeira ou pedra. Mais tarde foi  descoberta uma alternativa para a execução dos vãos: os arcos, que eram  construídos por meio do arranjo entre as uni­dades. Assim foram  executadas pontes e obras de grande beleza como, por e­xemplo, a parte  superior da igreja de Notre Dame, em Paris.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Ao longo dos séculos  obras­ ­importantes foram executadas em alvenaria estru­tu­ral, entre  elas, o Parthenon, na Grécia, cons­truí­do entre 480 a.C. e 323 a.C., e a  Muralha da China, construída no período de 1368 a 1644.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Até o  final do século XIX a alvenaria pre­dominou como material estrutural,  po­rém, devido à falta de estudos e de pesqui­sas na área, não existiam  técnicas de racionalização. Os cálculos eram feitos de for­ma empírica,  sem garantia da segurança da estrutura, forçando seu  superdi­men­sionamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Em 1950 surgiram códigos de obras e  nor­mas com procedimentos de cálculo na Eu­ropa e América do Norte,  acarretando um crescimento marcante da alvenaria estrutural em todo o  mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;No Brasil, foram construídos os primeiros prédios em  alvenaria estrutural na década de 60, com quatro pavimentos em alvenaria  armada de blocos de concretono conjunto habitacional "Central Parque da  Lapa".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A alvenaria estrutural atingiu o auge no Brasil na década  de 80, disseminada com a construção dos conjuntos habita­cio­nais,  devido ao seu grande potencial de redução de custos. Assim, diversas  cons­trutoras e produtoras de blocos investiram nessa tecnologia para  torná-la mais vantajosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-family: arial;"&gt;&lt;em&gt;Classificação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A  alvenaria estrutural, conforme o doutor em Engenharia Civil, Jefferson  Sidney Ca­macho, pode ser classificada quanto ao pro­cesso construtivo  empregado, quanto ao tipo de unidade ou ao material utili­za­do.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A  alvenaria estrutural armada é o processo construtivo em que, por  necessidade estrutural, os elementos resistentes (es­truturais) possuem  uma armadura pas­siva de aço. Essas armaduras são dispostas nas  cavidades dos blocos que são pos­teriormente preenchidas com  micro­concreto (Graute). A alvenaria estrutural armada pode ser adotada  em edifica­ções com mais de 20 pavimentos. São normalmente executados  com blocos ­vazados de concreto ou cerâmicos. O tamanho do bloco a ser  utilizado é definido na fase de projeto, pois é necessária a paginação  de cada uma das paredes da edificação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;O processo em que existem  nos elementos estruturais somente armaduras com finalidades  construtivas, de modo a prevenir problemas patológicos (fissuras,  concentração de tensões, etc.), é conhecido como alvenaria estrutural  não armada. Esse sistema vem sendo tradicionalmente utilizado em  edificações de pequeno porte como residências e ­prédios de até oito  pavimentos. O tamanho do ­blo­co a ser utilizado, assim como na  alvenaria armada, é definido na fase de projeto, pois também é  necessária a paginação de cada uma das paredes da edi­fica­ção. Na  alvenaria estrutural não ­armada a análise estrutural não deve acusar  esfor­ços de tração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Já a alvenaria estrutural parcialmente  ar­mada configura o processo ­construtivo em que al­guns elementos  resistentes são projetados como armados e outros como não armados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Ainda  em relação ao processo construti­vo, é chamado de alvenaria estrutural  protendida aquele em que existe uma ar­madura ativa de aço contida no  elemento resistente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Quanto ao tipo de unidades, a alvenaria  es­trutural pode ser classificada como de tijolos ou de blocos. Em  relação ao ma­­terial utilizado, ela pode ser cerâmica ou de concreto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Existem  normas sobre a alvenaria estrutural e blocos de concreto. A NBR 6136/94  trata sobre o bloco vazado de con­creto simples para a alvenaria  estrutural. Já a NBR 5712/82 versa sobre o bloco vazado modular de  concreto. Outras normas podem ser citadas: NBR 12118/06  (Blocos vazados  de concreto simples para alvenaria - Métodos de ensaio), NBR 10837/89  (Cálculo de alvenaria estrutural de blo­cos vazados de concreto), NBR  8798/85 (E­xecução e controle de obras em alvena­ria estrutural de  blocos vazados de concreto) e NBR 8215/83 (Prismas de blocos vazados de  concreto simples para alvenaria estrutural - Preparo e ensaio à  compressão).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="font-family: arial;"&gt;Autores: Marcos Paulo Cielo, Aline P. Gomes,  Adalberto Pandolfo, Marcele S. Martins, Regis C. da Silva e Sérgio  Bordignon&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-6402936578726915893?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/6402936578726915893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/alvenaria-estrutural-reduz-riscos-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/6402936578726915893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/6402936578726915893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/alvenaria-estrutural-reduz-riscos-de.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-5835061233734386037</id><published>2010-06-17T22:52:00.002-03:00</published><updated>2010-06-17T22:53:31.735-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alongamento  melhora postura e diminui cansaço&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;                                                                      &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/975.jpg" class="img_prop" width="336" height="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:11px;" &gt;Data: 17/06/2010  /  Fonte:  Admnistradores&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Foto:  Arquivo GEVISA&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já deve ter ouvido que realizar  atividades físicas ajuda no rendimento profissional, não é mesmo? Mas  assim como a prática de exercícios, o descanso também é fundamental após  uma dia de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapeuta do Hospital San Paolo,  Shirley Ferraz Crispilho, afirma que, se o corpo e a mente estiverem  cansados e estressados, mesmo as atividades mais simples parecerão  pesadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para evitar que isso aconteça, a especialista aconselha  que os profissionais façam alongamentos todos os dias, mesmo na ausência  de exercícios físicos. "Praticar esportes ou frequentar a academia não  necessariamente garantem o real equilíbrio da vida e do bom  funcionamento do corpo", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela explica que o alongamento tem  como objetivo esticar os músculos, além de aumentar a amplitude dos  movimentos e eliminar do organismo resíduos químicos indesejáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Benefícios  para a mente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Após um dia de trabalho, ter um  momento de relaxamento é essencial para o reabastecimento de energia,  que, em falta, acarreta confusão mental e a depressão, causa ansiedade e  hipertensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapeuta acrescenta ainda que, para  relaxar, alguns minutos são suficientes, principalmente em ocasiões de  estresse. Segundo ela, os sentimentos de raiva, frustração e rancor  sobrecarregam o corpo e dificultam o processo de organização mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A  mente, após o relaxamento, fica livre dos pensamentos alheios e  indesejáveis", explica Shirley.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alongamento no  trabalho&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O profissional pode aproveitar alguns  minutos durante o expediente para realizar alongamento. Basta esticar os  braços, pernas e o pescoço. Esses movimentos ajudam a melhorar a  postura e diminuem o cansaço das atividades repetitivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Qualidade  de vida significa ter as áreas mental, física e emocional bem  equilibradas. Cansar é normal, mas o cansaço excessivo, sem um momento  de relaxamento e cuidados com o corpo adequados, pode causar a queda ou  aumento da pressão e do metabolismo, fato que representa um perigo à  saúde", finaliza Shirley.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                             &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-5835061233734386037?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/5835061233734386037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/alongamento-melhora-postura-e-diminui.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5835061233734386037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5835061233734386037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/alongamento-melhora-postura-e-diminui.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-6448320224728342965</id><published>2010-06-17T22:48:00.002-03:00</published><updated>2010-06-17T22:51:18.128-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;O preço da floresta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/o-preco-da-floresta-Abre.jpg" width="321" height="166" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="float: left; color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                           &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;" class="txt"&gt;        &lt;div class="bts"&gt;                          &lt;/div&gt;               &lt;/div&gt;                  &lt;!-- texto --&gt;                         &lt;div id="print" style="display: none;"&gt;       &lt;div class="chapeuMat"&gt;Conservação&lt;/div&gt;       &lt;div class="tituloMat"&gt;O preço da floresta&lt;/div&gt;       &lt;div class="subtituloMat"&gt;Empresas e ONGs unem forças para colocar  em prática um plano audacioso de salvamento da Mata Atlântica: pagar 3  bilhões de reais para mantê-la em pé&lt;/div&gt;              &lt;p class="f10"&gt;Ana Luiza Herzog&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista  Exame – 16/06/2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p&gt;Durante muito tempo, a lógica que norteou as iniciativas  de conservação e restauração de florestas no Brasil foi estritamente  ambiental. Ou seja, boa parte das ONGs e entidades ligadas à causa  defendia essencialmente duas maneiras de manter grandes extensões de  mata nativa em pé. Uma era sair comprando terras para transformá-las em  reservas. A outra era acreditar que os produtores rurais deveriam manter  uma boa porção de suas propriedades intactas, independentemente do  custo. Esse raciocínio começou a mudar. Em primeiro lugar, a compra de  terras exige muito dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, os ambientalistas  perceberam que conquistar o produtor rural só com argumentos verdes não  costuma dar resultados práticos. "A restauração precisa ser sinônimo de  geração de renda", diz Carlos Alberto Mesquita, diretor executivo do  Instituto BioAtlântica, ONG com sede no Rio de Janeiro que trabalha pela  preservação da Mata Atlântica. É por acreditar nisso que, a partir  deste mês, Mesquita e ambientalistas de outras ONGs, assim como  especialistas e estudiosos do tema, estarão observando atentamente os  movimentos de uma nova entidade, a Associação Corredor Ecológico do Vale  do Paraíba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formada pela Fibria, hoje a maior empresa de  celulose de eucalipto do mundo, pelo banco Santander, além de  instituições como a ONG SOS Mata Atlântica e o Instituto Ethos de  Empresas e Responsabilidade Social, a associação tem uma meta ambiciosa:  preservar e restaurar nos próximos dez anos 122 000 hectares de Mata  Atlântica na porção paulista do Vale do Paraíba, entre as serras do Mar e  da Mantiqueira, uma região muito urbanizada e conhecida por abrigar um  volume significativo de empresas. A área é quase equivalente à da cidade  de São Paulo. Trata-se da maior iniciativa de conservação hoje em curso  no país. "A ideia é fazer isso sem comprar nenhum hectare de terra",  diz José Luciano Penido, presidente do conselho de administração da  Fibria e um dos idealizadores do projeto. Isso será possível, afirma  ele, porque a associação vai encontrar maneiras de oferecer aos  produtores rurais da região incentivos financeiros para que eles  preservem ou restaurem pedaços de mata nativa em suas propriedades. No  jargão ambientalista, o que Penido prega é que os fazendeiros sejam  ressarcidos pelos "serviços ambientais" que a mata proporciona, como  regulação do clima e combate à desertificação da terra e assoreamento de  rios, entre outros benefícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria do pagamento pelos  serviços ambientais é muito defendida e propagandeada pelos  ambientalistas. Colocála em prática, porém, não é algo fácil, e ainda  são poucos os casos de sucesso no mundo. A associação quer encarar o  desafio, e a Fibria será a primeira a colaborar. Para impulsionar o  crescimento de sua operação no Vale do Paraíba, será preciso plantar em  propriedades rurais de terceiros 28 000 hectares de florestas de  eucalipto. Se quiser fazer negócio com a Fibria, o proprietário rural  terá de se comprometer a plantar, para cada hectare de eucalipto, 1  hectare de mata nativa. Pela participação, haverá o pagamento de um  valor adicional. "Essa será apenas uma das oportunidades de ganho às  quais eles terão acesso para valorizar os recursos naturais que possuem  em suas terras", afirma o geólogo Paulo Valladares, secretário executivo  da associação. A entidade também já criou a figura do produtor de água.  Nesse caso, a ideia é remunerar donos de propriedades rurais para que  eles conservem os rios que cortam a região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tornar a  estratégia viável, será preciso envolver grande parte dos setores  público e privado da região. O projeto prevê o plantio de mais de 200  milhões de árvores, um investimento estimado em 3 bilhões de reais. A  expectativa, porém, é que prefeituras e empresas sejam pressionadas a  colaborar. "É o imperativo econômico que fará com que a iniciativa ganhe  escala", afirma Maria Luiza Pinto, diretora executiva de  desenvolvimento sustentável do Santander. Não é preciso ser  ambientalista para concordar com o argumento. Basta lembrar que as águas  da parte paulista do rio Paraíba do Sul abastecem a indústria e a  agricultura do estado de São Paulo e 90% da região metropolitana do Rio  de Janeiro. Para que esse recurso continue disponível, com qualidade e  constância, será preciso mesmo cuidar da mata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Veja  também:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/n/noticia/ambiente/corredor-ecologico-mata-atlantica-restauracao-preservacao-568576.shtml"&gt;Ações  do Projeto Corredor Ecológico iniciam oficialmente&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;                                &lt;h3 style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Conservação&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;Empresas e ONGs unem forças para colocar em prática um plano audacioso de salvamento da Mata Atlântica: pagar 3 bilhões de reais para mantê-la em pé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Luiza Herzog&lt;br /&gt;Revista Exame – 16/06/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante muito tempo, a lógica que norteou as iniciativas de conservação e restauração de florestas no Brasil foi estritamente ambiental. Ou seja, boa parte das ONGs e entidades ligadas à causa defendia essencialmente duas maneiras de manter grandes extensões de mata nativa em pé. Uma era sair comprando terras para transformá-las em reservas. A outra era acreditar que os produtores rurais deveriam manter uma boa porção de suas propriedades intactas, independentemente do custo. Esse raciocínio começou a mudar. Em primeiro lugar, a compra de terras exige muito dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, os ambientalistas perceberam que conquistar o produtor rural só com argumentos verdes não costuma dar resultados práticos. "A restauração precisa ser sinônimo de geração de renda", diz Carlos Alberto Mesquita, diretor executivo do Instituto BioAtlântica, ONG com sede no Rio de Janeiro que trabalha pela preservação da Mata Atlântica. É por acreditar nisso que, a partir deste mês, Mesquita e ambientalistas de outras ONGs, assim como especialistas e estudiosos do tema, estarão observando atentamente os movimentos de uma nova entidade, a Associação Corredor Ecológico do Vale do Paraíba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formada pela Fibria, hoje a maior empresa de celulose de eucalipto do mundo, pelo banco Santander, além de instituições como a ONG SOS Mata Atlântica e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a associação tem uma meta ambiciosa: preservar e restaurar nos próximos dez anos 122 000 hectares de Mata Atlântica na porção paulista do Vale do Paraíba, entre as serras do Mar e da Mantiqueira, uma região muito urbanizada e conhecida por abrigar um volume significativo de empresas. A área é quase equivalente à da cidade de São Paulo. Trata-se da maior iniciativa de conservação hoje em curso no país. "A ideia é fazer isso sem comprar nenhum hectare de terra", diz José Luciano Penido, presidente do conselho de administração da Fibria e um dos idealizadores do projeto. Isso será possível, afirma ele, porque a associação vai encontrar maneiras de oferecer aos produtores rurais da região incentivos financeiros para que eles preservem ou restaurem pedaços de mata nativa em suas propriedades. No jargão ambientalista, o que Penido prega é que os fazendeiros sejam ressarcidos pelos "serviços ambientais" que a mata proporciona, como regulação do clima e combate à desertificação da terra e assoreamento de rios, entre outros benefícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria do pagamento pelos serviços ambientais é muito defendida e propagandeada pelos ambientalistas. Colocála em prática, porém, não é algo fácil, e ainda são poucos os casos de sucesso no mundo. A associação quer encarar o desafio, e a Fibria será a primeira a colaborar. Para impulsionar o crescimento de sua operação no Vale do Paraíba, será preciso plantar em propriedades rurais de terceiros 28 000 hectares de florestas de eucalipto. Se quiser fazer negócio com a Fibria, o proprietário rural terá de se comprometer a plantar, para cada hectare de eucalipto, 1 hectare de mata nativa. Pela participação, haverá o pagamento de um valor adicional. "Essa será apenas uma das oportunidades de ganho às quais eles terão acesso para valorizar os recursos naturais que possuem em suas terras", afirma o geólogo Paulo Valladares, secretário executivo da associação. A entidade também já criou a figura do produtor de água. Nesse caso, a ideia é remunerar donos de propriedades rurais para que eles conservem os rios que cortam a região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tornar a estratégia viável, será preciso envolver grande parte dos setores público e privado da região. O projeto prevê o plantio de mais de 200 milhões de árvores, um investimento estimado em 3 bilhões de reais. A expectativa, porém, é que prefeituras e empresas sejam pressionadas a colaborar. "É o imperativo econômico que fará com que a iniciativa ganhe escala", afirma Maria Luiza Pinto, diretora executiva de desenvolvimento sustentável do Santander. Não é preciso ser ambientalista para concordar com o argumento. Basta lembrar que as águas da parte paulista do rio Paraíba do Sul abastecem a indústria e a agricultura do estado de São Paulo e 90% da região metropolitana do Rio de Janeiro. Para que esse recurso continue disponível, com qualidade e constância, será preciso mesmo cuidar da mata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;Ações do Projeto Corredor Ecológico iniciam oficialmente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conservação&lt;br /&gt;O preço da floresta&lt;br /&gt;Empresas e ONGs unem forças para colocar em prática um plano audacioso de salvamento da Mata Atlântica: pagar 3 bilhões de reais para mantê-la em pé&lt;br /&gt;-  A  A  +&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Luiza Herzog&lt;br /&gt;Revista Exame – 16/06/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante muito tempo, a lógica que norteou as iniciativas de conservação e restauração de florestas no Brasil foi estritamente ambiental. Ou seja, boa parte das ONGs e entidades ligadas à causa defendia essencialmente duas maneiras de manter grandes extensões de mata nativa em pé. Uma era sair comprando terras para transformá-las em reservas. A outra era acreditar que os produtores rurais deveriam manter uma boa porção de suas propriedades intactas, independentemente do custo. Esse raciocínio começou a mudar. Em primeiro lugar, a compra de terras exige muito dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, os ambientalistas perceberam que conquistar o produtor rural só com argumentos verdes não costuma dar resultados práticos. "A restauração precisa ser sinônimo de geração de renda", diz Carlos Alberto Mesquita, diretor executivo do Instituto BioAtlântica, ONG com sede no Rio de Janeiro que trabalha pela preservação da Mata Atlântica. É por acreditar nisso que, a partir deste mês, Mesquita e ambientalistas de outras ONGs, assim como especialistas e estudiosos do tema, estarão observando atentamente os movimentos de uma nova entidade, a Associação Corredor Ecológico do Vale do Paraíba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formada pela Fibria, hoje a maior empresa de celulose de eucalipto do mundo, pelo banco Santander, além de instituições como a ONG SOS Mata Atlântica e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a associação tem uma meta ambiciosa: preservar e restaurar nos próximos dez anos 122 000 hectares de Mata Atlântica na porção paulista do Vale do Paraíba, entre as serras do Mar e da Mantiqueira, uma região muito urbanizada e conhecida por abrigar um volume significativo de empresas. A área é quase equivalente à da cidade de São Paulo. Trata-se da maior iniciativa de conservação hoje em curso no país. "A ideia é fazer isso sem comprar nenhum hectare de terra", diz José Luciano Penido, presidente do conselho de administração da Fibria e um dos idealizadores do projeto. Isso será possível, afirma ele, porque a associação vai encontrar maneiras de oferecer aos produtores rurais da região incentivos financeiros para que eles preservem ou restaurem pedaços de mata nativa em suas propriedades. No jargão ambientalista, o que Penido prega é que os fazendeiros sejam ressarcidos pelos "serviços ambientais" que a mata proporciona, como regulação do clima e combate à desertificação da terra e assoreamento de rios, entre outros benefícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria do pagamento pelos serviços ambientais é muito defendida e propagandeada pelos ambientalistas. Colocála em prática, porém, não é algo fácil, e ainda são poucos os casos de sucesso no mundo. A associação quer encarar o desafio, e a Fibria será a primeira a colaborar. Para impulsionar o crescimento de sua operação no Vale do Paraíba, será preciso plantar em propriedades rurais de terceiros 28 000 hectares de florestas de eucalipto. Se quiser fazer negócio com a Fibria, o proprietário rural terá de se comprometer a plantar, para cada hectare de eucalipto, 1 hectare de mata nativa. Pela participação, haverá o pagamento de um valor adicional. "Essa será apenas uma das oportunidades de ganho às quais eles terão acesso para valorizar os recursos naturais que possuem em suas terras", afirma o geólogo Paulo Valladares, secretário executivo da associação. A entidade também já criou a figura do produtor de água. Nesse caso, a ideia é remunerar donos de propriedades rurais para que eles conservem os rios que cortam a região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tornar a estratégia viável, será preciso envolver grande parte dos setores público e privado da região. O projeto prevê o plantio de mais de 200 milhões de árvores, um investimento estimado em 3 bilhões de reais. A expectativa, porém, é que prefeituras e empresas sejam pressionadas a colaborar. "É o imperativo econômico que fará com que a iniciativa ganhe escala", afirma Maria Luiza Pinto, diretora executiva de desenvolvimento sustentável do Santander. Não é preciso ser ambientalista para concordar com o argumento. Basta lembrar que as águas da parte paulista do rio Paraíba do Sul abastecem a indústria e a agricultura do estado de São Paulo e 90% da região metropolitana do Rio de Janeiro. Para que esse recurso continue disponível, com qualidade e constância, será preciso mesmo cuidar da mata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-6448320224728342965?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/6448320224728342965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/o-preco-da-floresta-conservacao-o-preco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/6448320224728342965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/6448320224728342965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/o-preco-da-floresta-conservacao-o-preco.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-1859298340078118509</id><published>2010-06-07T16:40:00.005-03:00</published><updated>2010-06-07T16:45:22.571-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;a style="font-family: arial;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e)  {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bkYAeeWPCro/TA1LomVRS4I/AAAAAAAAAYg/AcV2PPaIuk8/s1600/teste3%282%29.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 458px; height: 169px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bkYAeeWPCro/TA1LomVRS4I/AAAAAAAAAYg/AcV2PPaIuk8/s400/teste3%282%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480119482436373378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1 face="arial" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Síntese do Curso:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Objetivos do Treinamento;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Método da Andragogia;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Conhecimentos, Habilidades e Atitudes;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Relações intra e Interpessoal;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Funções do Facilitador;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Conhecimentos e habilidades necessárias;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Tipos de Facilicitador;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Comportamento dos Aprendizes;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Comunicação;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Momentos de uma aula;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Princípios Básicos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Tipos de Aprendiz;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Treinando Adultos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Passos da Aprendizagem;&lt;br /&gt;- Dinâmicas de Grupo;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Recursos Áudio visuais;&lt;br /&gt;- Comportamental;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Conteúdo;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Técnicas das Perguntas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Técnica da Pirâmide invertida;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Postura do Facilitador;&lt;br /&gt;- Planos de Aula (Preparação);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Utilização do Microfone;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Apresentação de Palestras pelos aprendizes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;Carga Horária:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; 20 horas – 05 sábados&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Horário: Sábado das 8h às 12h início: 12/06/2010&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Investimento: 02x R$ 98,00 -5% 02x R$ 93,10 –&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;á vista R$ 182,00&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;Público Alvo:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Técnicos e Engenheiros de Segurança (conforme Portaria 3.275 da Lei 6.514 que contempla essa atribuição a esses profissionais, é necessário a capacitação de Instrutor de treinamento para ministrar treinamentos técnicos, como por exemplo, de Operador de Empilhadeiras, Operador de Ponte Rolante, etc.)Esse item é exigido inclusive em auditorias empresariais sobre capacitação de profissionais para esses treinamentos, porque no verso dos certificados, constam carga horária, conteúdo do treinamento, e assinatura do instrutor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;Documentos para a matrícula:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;• Cópia do RG  (não pode ser a Carteira de Habilitação) -&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Cópia do CPF - Cópia do Comprovante de Endereço &lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;de no máximo dos últimos 60 dias (dois últimos meses) devendo estar no nome do aluno&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;• 02 fotos 3X4&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="arial" style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;POTENCIAIS INTERESSADOS&lt;/p&gt;&lt;p face="arial" style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="arial" style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Giuliana Belucci&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Central de              Atendimento&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Escola Arquimedes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Fone (19)              2137.7000&lt;br /&gt;Fax (19) 2137.7028&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:compras@arquimedes.com.br"&gt;giuliana@arquimedes.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;www.arquimedes.com.br&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="arial" style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="arial" style="color: rgb(0, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-1859298340078118509?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/1859298340078118509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1859298340078118509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1859298340078118509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bkYAeeWPCro/TA1LomVRS4I/AAAAAAAAAYg/AcV2PPaIuk8/s72-c/teste3%282%29.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-5795191065125864345</id><published>2010-06-05T14:33:00.002-03:00</published><updated>2010-06-05T14:35:39.553-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);" class="mat"&gt;&lt;h1 style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;As lições do abismo&lt;/h1&gt;&lt;h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/as-licoes-do-abismo-Abre.jpg" width="321" height="166" /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Superfície  de óleo no Golfo do México: soluções extremas para estancar a sangria a  1500 metros de profundidade.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;                                                             &lt;div class="txt"&gt;        &lt;div class="bts"&gt;                          &lt;/div&gt;               &lt;/div&gt;                   &lt;!-- texto --&gt;                   &lt;div class="mat"&gt;       &lt;div id="print" style="display: none;"&gt;       &lt;div class="chapeuMat"&gt;petróleo &lt;/div&gt;       &lt;div class="tituloMat"&gt;As lições do abismo&lt;/div&gt;       &lt;div class="subtituloMat"&gt;A extração de petróleo no mar nunca mais  será a mesma, apesar do aparente sucesso da última e desesperada  tentativa de deter o vazamento no Golfo do México. E isso vale também  para o pré-sal brasileiro&lt;/div&gt;              &lt;p class="f10"&gt;Alexandre Salvador e Nataly Costa*&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Veja – 02/06/2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p&gt;A exploração de petróleo no fundo do mar nunca mais será  a mesma depois do desastre na plataforma de extração Deepwater Horizon,  no Golfo do México. Desde a explosão inicial, no dia 20 de abril, o  mundo se viu diante de uma situação inédita: um vazamento submarino sem  solução. Tudo parecia dar errado com a Deepwater Horizon, situada a 60  quilômetros da costa do estado americano da Louisiana. Primeiro, a  válvula que deveria controlar o fluxo de petróleo falhou, causando a  explosão e o rompimento das tubulações no solo do oceano. Todas as  tentativas de conter o vazamento fracassaram. Experimentou-se tapar as  rachaduras nos canos com a ajuda de robôs submarinos. Não funcionou.  Depois, instalou-se uma cúpula de contenção para sugar o petróleo que  escapava dos canos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não deu certo. Só na madrugada de  sexta-feira passada se conseguiu conter a sangria de petróleo no oceano,  com uma técnica chamada top kill, que consiste em introduzir um tipo de  lama especial nas tubulações (veja o quadro). Mesmo assim, seria  preciso esperar até domingo para ter certeza do sucesso dessa última e  desesperada tentativa. O saldo da tragédia até agora foram o vazamento  de 148 milhões de litros de petróleo, quantidade equivalente a um terço  do consumo diário do Brasil, e uma séria questão para o futuro: como  mudar as operações para tirar petróleo do fundo do mar sob a luz das  lições científicas, empresariais, legais, políticas e ambientais  extraídas do desastre na Deepwater Horizon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:pop_pop1();"&gt;&lt;strong&gt;Veja quadro:&lt;br /&gt;Operação  tapa-buraco&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - Com 7500 quilômetros quadrados, área  equivalente a dois estados do Rio de Janeiro, as manchas de petroleo já  alcançaram a costa da Louisiana. Outra mancha se dirige para o litoral  da Flórida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exploração de petróleo em profundidade oceânica  superior a 1 000 metros, chamada de prospecção em águas profundas,  ocorre em larga escala há apenas duas décadas. Hoje, 6% do petróleo  produzido no mundo provém de poços com essas características e estima-se  que essa porcentagem dobre nos próximos vinte anos. Ou, pelo menos, era  a essa a previsão até o vazamento no Golfo do México. Embora a  plataforma Deepwater Horizon fosse uma das mais avançadas do ponto de  vista tecnológico, engenheiros e técnicos não foram capazes de impedir  que a explosão inicial se convertesse no pior desastre desse tipo já  ocorrido nos Estados Unidos. A falha da válvula de segurança da  plataforma e os repetidos fiascos nas tentativas de estancar o vazamento  de petróleo mostram que a prospecção em alto-mar é uma empreitada que  envolve riscos elevados demais para quem trabalha na operação e também  para o ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desdobramentos políticos e legais do  desastre do Golfo nos Estados Unidos dão indícios do que pode ocorrer  com a exploração submarina de petróleo daqui para a frente. Semanas  antes da explosão da Deepwater Horizon, o presidente americano Barack  Obama havia proposto a ampliação da prospecção em águas profundas como  forma de atender ao aumento crescente da demanda por energia no país,  sem depender do fornecimento externo, cuja maior parte está em mãos de  figuras indignas de confiança, como o venezuelano Hugo Chávez. Os  Estados Unidos são o país que mais consome petróleo – mais de 3 bilhões  de litros por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quinta-feira passada, numa reviravolta,  Obama suspendeu a perfuração de 33 poços no Golfo do México e dois no  Alasca. Ele também vetou novas permissões de perfuração nos próximos  seis meses – a exploração pela Petrobras de dois campos no Golfo do  México, Cascade e Chinook, está vetada. A questão em aberto é como foi  possível a sequência de erros no acidente do Golfo do México. O governo  espera que neste período seja possível estabelecer novos procedimentos  de segurança para evitar tragédias desse tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta-feira,  Obama visitou a região do desastre pela segunda vez e assumiu total  responsabilidade pela recuperação da área afetada. O discurso penitente  não chegou a ser um alívio para o presidente americano. Em pesquisas  realizadas na semana passada, 45% dos entrevistados desaprovaram as  medidas adotadas. A oposição republicana já chama o desastre do Golfo do  México de "o Katrina de Obama". Em 2005, a demora no socorro às vítimas  do furacão Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, também na  Louisiana, estraçalhou a imagem do então presidente George W. Bush.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se   depender do Congresso dos EUA, as consequências legais que recairão  sobre as empresas responsáveis por acidentes que causam vazamentos de  petróleo levarão esse tipo de delito a um patamar infinitamente mais  alto. As três empresas envolvidas no acidente do Golfo do México – a  British Petroleum, que detinha os direitos da exploração do campo, a  Transocean, dona da plataforma, e a empreiteira Halliburton – poderão  pagar uma multa de 75 milhões de dólares. Na semana passada, os  senadores americanos anunciaram que querem propor o aumento da multa  para 10 bilhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil, obrigatoriamente, terá de  prestar atenção nas lições do desastre no Golfo do México. O país extrai  do oceano 90% do petróleo que produz. São 826 poços marítimos, 200  deles em águas profundas. A exploração e o transporte de petróleo já  provocaram vários acidentes no litoral brasileiro. Em 2000, um vazamento  na refinaria Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, espalhou 1,3 milhão de  litros por 50 quilômetros quadrados na Baía de Guanabara. Em 1984, um  incêndio causado por vazamento de gás na plataforma de Enchova, na Bacia  de Campos, resultou na morte de 37 pessoas. Também na Bacia de Campos,  em 2001, a explosão da plataforma P-36 matou onze pessoas. Diz Wilson  Iramina, do departamento de engenharia de minas e de petróleo da  Universidade de São Paulo: "É preciso que haja bom senso da Agência  Nacional de Petróleo, da Petrobras e de todas as operadoras para fixar  regras de segurança que evitem ao máximo acidentes como o do Golfo. Um  bom início seria que esses órgãos estabelecessem um acordo de  responsabilidade para, em caso de acidente, não ficar um empurrando a  culpa para o outro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desafios tecnológicos e relativos à  segurança se tornarão exponencialmente maiores no Brasil quando começar a  exploração comercial do petróleo localizado na camada pré-sal do  oceano. Nunca se extraiu petróleo de uma profundidade tão grande. Para  chegarem ao reservatório de petróleo, os dutos e as sondas de perfuração  precisarão atravessar 2 quilômetros de oceano (média de profundidade da  água na Bacia de Santos), 1 quilômetro de rocha (camada pós-sal) e mais  2 quilômetros da camada de sal, até chegar, então, ao pré-sal. A  temperatura onde se localiza a camada pré-sal pode atingir 100 graus. O  calor, aliado à alta pressão, faz com que as propriedades das rochas se  alterem, amolecendo-as. Isso dificulta a perfuração porque, se o poço  não for revestido de concreto rapidamente, ele se fechará. A grande  vantagem do petróleo do pré-sal é ser do tipo leve, assim como o do  Oriente Médio. O petróleo extraído atualmente no Brasil, bem como o da  Venezuela, é do tipo pesado, de menor valor de mercado. Prestes a entrar  na era do pré-sal, é preciso que o Brasil se posicione também na era  pós-vazamento no Golfo do México.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Com reportagem de  Laura Ming&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;                                &lt;h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;       &lt;h2&gt;A extração de petróleo no mar nunca mais será a mesma, apesar  do aparente sucesso da última e desesperada tentativa de deter o  vazamento no Golfo do México. E isso vale também para o pré-sal  brasileiro&lt;/h2&gt;         &lt;div style="display: block;" id="sPag1"&gt;&lt;div style="float: right;"&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'-');" class="f24 P"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'+');" class="f28 M"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;p class="f10"&gt;Alexandre Salvador e Nataly Costa*&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Veja – 02/06/2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;              &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt;        &lt;p&gt;A exploração de petróleo no fundo do mar nunca mais será a  mesma depois do desastre na plataforma de extração Deepwater Horizon, no  Golfo do México. Desde a explosão inicial, no dia 20 de abril, o mundo  se viu diante de uma situação inédita: um vazamento submarino sem  solução. Tudo parecia dar errado com a Deepwater Horizon, situada a 60  quilômetros da costa do estado americano da Louisiana. Primeiro, a  válvula que deveria controlar o fluxo de petróleo falhou, causando a  explosão e o rompimento das tubulações no solo do oceano. Todas as  tentativas de conter o vazamento fracassaram. Experimentou-se tapar as  rachaduras nos canos com a ajuda de robôs submarinos. Não funcionou.  Depois, instalou-se uma cúpula de contenção para sugar o petróleo que  escapava dos canos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não deu certo. Só na madrugada de  sexta-feira passada se conseguiu conter a sangria de petróleo no oceano,  com uma técnica chamada top kill, que consiste em introduzir um tipo de  lama especial nas tubulações (veja o quadro). Mesmo assim, seria  preciso esperar até domingo para ter certeza do sucesso dessa última e  desesperada tentativa. O saldo da tragédia até agora foram o vazamento  de 148 milhões de litros de petróleo, quantidade equivalente a um terço  do consumo diário do Brasil, e uma séria questão para o futuro: como  mudar as operações para tirar petróleo do fundo do mar sob a luz das  lições científicas, empresariais, legais, políticas e ambientais  extraídas do desastre na Deepwater Horizon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:pop_pop1();"&gt;&lt;strong&gt;Veja quadro:&lt;br /&gt;Operação  tapa-buraco&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - Com 7500 quilômetros quadrados, área  equivalente a dois estados do Rio de Janeiro, as manchas de petroleo já  alcançaram a costa da Louisiana. Outra mancha se dirige para o litoral  da Flórida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exploração de petróleo em profundidade oceânica  superior a 1 000 metros, chamada de prospecção em águas profundas,  ocorre em larga escala há apenas duas décadas. Hoje, 6% do petróleo  produzido no mundo provém de poços com essas características e estima-se  que essa porcentagem dobre nos próximos vinte anos. Ou, pelo menos, era  a essa a previsão até o vazamento no Golfo do México. Embora a  plataforma Deepwater Horizon fosse uma das mais avançadas do ponto de  vista tecnológico, engenheiros e técnicos não foram capazes de impedir  que a explosão inicial se convertesse no pior desastre desse tipo já  ocorrido nos Estados Unidos. A falha da válvula de segurança da  plataforma e os repetidos fiascos nas tentativas de estancar o vazamento  de petróleo mostram que a prospecção em alto-mar é uma empreitada que  envolve riscos elevados demais para quem trabalha na operação e também  para o ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desdobramentos políticos e legais do  desastre do Golfo nos Estados Unidos dão indícios do que pode ocorrer  com a exploração submarina de petróleo daqui para a frente. Semanas  antes da explosão da Deepwater Horizon, o presidente americano Barack  Obama havia proposto a ampliação da prospecção em águas profundas como  forma de atender ao aumento crescente da demanda por energia no país,  sem depender do fornecimento externo, cuja maior parte está em mãos de  figuras indignas de confiança, como o venezuelano Hugo Chávez. Os  Estados Unidos são o país que mais consome petróleo – mais de 3 bilhões  de litros por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quinta-feira passada, numa reviravolta,  Obama suspendeu a perfuração de 33 poços no Golfo do México e dois no  Alasca. Ele também vetou novas permissões de perfuração nos próximos  seis meses – a exploração pela Petrobras de dois campos no Golfo do  México, Cascade e Chinook, está vetada. A questão em aberto é como foi  possível a sequência de erros no acidente do Golfo do México. O governo  espera que neste período seja possível estabelecer novos procedimentos  de segurança para evitar tragédias desse tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta-feira,  Obama visitou a região do desastre pela segunda vez e assumiu total  responsabilidade pela recuperação da área afetada. O discurso penitente  não chegou a ser um alívio para o presidente americano. Em pesquisas  realizadas na semana passada, 45% dos entrevistados desaprovaram as  medidas adotadas. A oposição republicana já chama o desastre do Golfo do  México de "o Katrina de Obama". Em 2005, a demora no socorro às vítimas  do furacão Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, também na  Louisiana, estraçalhou a imagem do então presidente George W. Bush.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se  depender do Congresso dos EUA, as consequências legais que recairão  sobre as empresas responsáveis por acidentes que causam vazamentos de  petróleo levarão esse tipo de delito a um patamar infinitamente mais  alto. As três empresas envolvidas no acidente do Golfo do México – a  British Petroleum, que detinha os direitos da exploração do campo, a  Transocean, dona da plataforma, e a empreiteira Halliburton – poderão  pagar uma multa de 75 milhões de dólares. Na semana passada, os  senadores americanos anunciaram que querem propor o aumento da multa  para 10 bilhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil, obrigatoriamente, terá de  prestar atenção nas lições do desastre no Golfo do México. O país extrai  do oceano 90% do petróleo que produz. São 826 poços marítimos, 200  deles em águas profundas. A exploração e o transporte de petróleo já  provocaram vários acidentes no litoral brasileiro. Em 2000, um vazamento  na refinaria Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, espalhou 1,3 milhão de  litros por 50 quilômetros quadrados na Baía de Guanabara. Em 1984, um  incêndio causado por vazamento de gás na plataforma de Enchova, na Bacia  de Campos, resultou na morte de 37 pessoas. Também na Bacia de Campos,  em 2001, a explosão da plataforma P-36 matou onze pessoas. Diz Wilson  Iramina, do departamento de engenharia de minas e de petróleo da  Universidade de São Paulo: "É preciso que haja bom senso da Agência  Nacional de Petróleo, da Petrobras e de todas as operadoras para fixar  regras de segurança que evitem ao máximo acidentes como o do Golfo. Um  bom início seria que esses órgãos estabelecessem um acordo de  responsabilidade para, em caso de acidente, não ficar um empurrando a  culpa para o outro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desafios tecnológicos e relativos à  segurança se tornarão exponencialmente maiores no Brasil quando começar a  exploração comercial do petróleo localizado na camada pré-sal do  oceano. Nunca se extraiu petróleo de uma profundidade tão grande. Para  chegarem ao reservatório de petróleo, os dutos e as sondas de perfuração  precisarão atravessar 2 quilômetros de oceano (média de profundidade da  água na Bacia de Santos), 1 quilômetro de rocha (camada pós-sal) e mais  2 quilômetros da camada de sal, até chegar, então, ao pré-sal. A  temperatura onde se localiza a camada pré-sal pode atingir 100 graus. O  calor, aliado à alta pressão, faz com que as propriedades das rochas se  alterem, amolecendo-as. Isso dificulta a perfuração porque, se o poço  não for revestido de concreto rapidamente, ele se fechará. A grande  vantagem do petróleo do pré-sal é ser do tipo leve, assim como o do  Oriente Médio. O petróleo extraído atualmente no Brasil, bem como o da  Venezuela, é do tipo pesado, de menor valor de mercado. Prestes a entrar  na era do pré-sal, é preciso que o Brasil se posicione também na era  pós-vazamento no Golfo do México.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Com reportagem de  Laura Ming&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;div id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;        &lt;p&gt;A exploração de petróleo no fundo do mar nunca mais será a  mesma depois do desastre na plataforma de extração Deepwater Horizon, no  Golfo do México. Desde a explosão inicial, no dia 20 de abril, o mundo  se viu diante de uma situação inédita: um vazamento submarino sem  solução. Tudo parecia dar errado com a Deepwater Horizon, situada a 60  quilômetros da costa do estado americano da Louisiana. Primeiro, a  válvula que deveria controlar o fluxo de petróleo falhou, causando a  explosão e o rompimento das tubulações no solo do oceano. Todas as  tentativas de conter o vazamento fracassaram. Experimentou-se tapar as  rachaduras nos canos com a ajuda de robôs submarinos. Não funcionou.  Depois, instalou-se uma cúpula de contenção para sugar o petróleo que  escapava dos canos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não deu certo. Só na madrugada de  sexta-feira passada se conseguiu conter a sangria de petróleo no oceano,  com uma técnica chamada top kill, que consiste em introduzir um tipo de  lama especial nas tubulações (veja o quadro). Mesmo assim, seria  preciso esperar até domingo para ter certeza do sucesso dessa última e  desesperada tentativa. O saldo da tragédia até agora foram o vazamento  de 148 milhões de litros de petróleo, quantidade equivalente a um terço  do consumo diário do Brasil, e uma séria questão para o futuro: como  mudar as operações para tirar petróleo do fundo do mar sob a luz das  lições científicas, empresariais, legais, políticas e ambientais  extraídas do desastre na Deepwater Horizon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:pop_pop1();"&gt;&lt;strong&gt;Veja quadro:&lt;br /&gt;Operação  tapa-buraco&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - Com 7500 quilômetros quadrados, área  equivalente a dois estados do Rio de Janeiro, as manchas de petroleo já  alcançaram a costa da Louisiana. Outra mancha se dirige para o litoral  da Flórida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exploração de petróleo em profundidade oceânica  superior a 1 000 metros, chamada de prospecção em águas profundas,  ocorre em larga escala há apenas duas décadas. Hoje, 6% do petróleo  produzido no mundo provém de poços com essas características e estima-se  que essa porcentagem dobre nos próximos vinte anos. Ou, pelo menos, era  a essa a previsão até o vazamento no Golfo do México. Embora a  plataforma Deepwater Horizon fosse uma das mais avançadas do ponto de  vista tecnológico, engenheiros e técnicos não foram capazes de impedir  que a explosão inicial se convertesse no pior desastre desse tipo já  ocorrido nos Estados Unidos. A falha da válvula de segurança da  plataforma e os repetidos fiascos nas tentativas de estancar o vazamento  de petróleo mostram que a prospecção em alto-mar é uma empreitada que  envolve riscos elevados demais para quem trabalha na operação e também  para o ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desdobramentos políticos e legais do  desastre do Golfo nos Estados Unidos dão indícios do que pode ocorrer  com a exploração submarina de petróleo daqui para a frente. Semanas  antes da explosão da Deepwater Horizon, o presidente americano Barack  Obama havia proposto a ampliação da prospecção em águas profundas como  forma de atender ao aumento crescente da demanda por energia no país,  sem depender do fornecimento externo, cuja maior parte está em mãos de  figuras indignas de confiança, como o venezuelano Hugo Chávez. Os  Estados Unidos são o país que mais consome petróleo – mais de 3 bilhões  de litros por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quinta-feira passada, numa reviravolta,  Obama suspendeu a perfuração de 33 poços no Golfo do México e dois no  Alasca. Ele também vetou novas permissões de perfuração nos próximos  seis meses – a exploração pela Petrobras de dois campos no Golfo do  México, Cascade e Chinook, está vetada. A questão em aberto é como foi  possível a sequência de erros no acidente do Golfo do México. O governo  espera que neste período seja possível estabelecer novos procedimentos  de segurança para evitar tragédias desse tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta-feira,  Obama visitou a região do desastre pela segunda vez e assumiu total  responsabilidade pela recuperação da área afetada. O discurso penitente  não chegou a ser um alívio para o presidente americano. Em pesquisas  realizadas na semana passada, 45% dos entrevistados desaprovaram as  medidas adotadas. A oposição republicana já chama o desastre do Golfo do  México de "o Katrina de Obama". Em 2005, a demora no socorro às vítimas  do furacão Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, também na  Louisiana, estraçalhou a imagem do então presidente George W. Bush.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se  depender do Congresso dos EUA, as consequências legais que recairão  sobre as empresas responsáveis por acidentes que causam vazamentos de  petróleo levarão esse tipo de delito a um patamar infinitamente mais  alto. As três empresas envolvidas no acidente do Golfo do México – a  British Petroleum, que detinha os direitos da exploração do campo, a  Transocean, dona da plataforma, e a empreiteira Halliburton – poderão  pagar uma multa de 75 milhões de dólares. Na semana passada, os  senadores americanos anunciaram que querem propor o aumento da multa  para 10 bilhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil, obrigatoriamente, terá de  prestar atenção nas lições do desastre no Golfo do México. O país extrai  do oceano 90% do petróleo que produz. São 826 poços marítimos, 200  deles em águas profundas. A exploração e o transporte de petróleo já  provocaram vários acidentes no litoral brasileiro. Em 2000, um vazamento  na refinaria Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, espalhou 1,3 milhão de  litros por 50 quilômetros quadrados na Baía de Guanabara. Em 1984, um  incêndio causado por vazamento de gás na plataforma de Enchova, na Bacia  de Campos, resultou na morte de 37 pessoas. Também na Bacia de Campos,  em 2001, a explosão da plataforma P-36 matou onze pessoas. Diz Wilson  Iramina, do departamento de engenharia de minas e de petróleo da  Universidade de São Paulo: "É preciso que haja bom senso da Agência  Nacional de Petróleo, da Petrobras e de todas as operadoras para fixar  regras de segurança que evitem ao máximo acidentes como o do Golfo. Um  bom início seria que esses órgãos estabelecessem um acordo de  responsabilidade para, em caso de acidente, não ficar um empurrando a  culpa para o outro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desafios tecnológicos e relativos à  segurança se tornarão exponencialmente maiores no Brasil quando começar a  exploração comercial do petróleo localizado na camada pré-sal do  oceano. Nunca se extraiu petróleo de uma profundidade tão grande. Para  chegarem ao reservatório de petróleo, os dutos e as sondas de perfuração  precisarão atravessar 2 quilômetros de oceano (média de profundidade da  água na Bacia de Santos), 1 quilômetro de rocha (camada pós-sal) e mais  2 quilômetros da camada de sal, até chegar, então, ao pré-sal. A  temperatura onde se localiza a camada pré-sal pode atingir 100 graus. O  calor, aliado à alta pressão, faz com que as propriedades das rochas se  alterem, amolecendo-as. Isso dificulta a perfuração porque, se o poço  não for revestido de concreto rapidamente, ele se fechará. A grande  vantagem do petróleo do pré-sal é ser do tipo leve, assim como o do  Oriente Médio. O petróleo extraído atualmente no Brasil, bem como o da  Venezuela, é do tipo pesado, de menor valor de mercado. Prestes a entrar  na era do pré-sal, é preciso que o Brasil se posicione também na era  pós-vazamento no Golfo do México.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Com reportagem de  Laura Ming&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-5795191065125864345?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/5795191065125864345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/as-licoes-do-abismo-superficie-de-oleo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5795191065125864345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5795191065125864345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/as-licoes-do-abismo-superficie-de-oleo.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-1130132190002034905</id><published>2010-06-05T14:17:00.000-03:00</published><updated>2010-06-05T14:32:12.404-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Portaria do  MTE proíbe teste do HIV na admissão                                                     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 02/06/2010  /  Fonte:  DOU&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Portaria 1.246 do Ministério do Trabalho e Emprego  publicada em 31 de maio no Diário Oficial da União proíbe a realização  do teste do HIV "por ocasião da admissão, mudança de função, avaliação  periódica, retorno e demissão" de trabalhadores".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A portaria não  se opõe, entretanto, ao estímulo à realização do teste através de  campanhas ou de programas de prevenção de saúde, desde que a submissão a  ele seja feita de forma voluntária pelos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MTE  elenca convenções, leis e programas para embasar a decisão. A Lei 9.029  de abril de 1995 que "proíbe a adoção de qualquer prática  discriminatória e limitativa" ao ingresso no trabalho é citada na  portaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Confira abaixo a portaria na íntegra.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ministério  do Trabalho e Emprego&lt;br /&gt;Portaria nº 1.246 de 28 de maio&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dispõe sobre a orientação das empresas e dos  trabalhadores em relação à testagem relacionada ao vírus da  imunodeficiência adquirida - HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MINISTRO DO TRABALHO E  EMPREGO, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do Parágrafo  único do art. 87 da Constituição Federal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que a  Convenção da Organização Internacional do Trabalho - OIT nº 111,  promulgada pelo Decreto nº 62.150, de 19 de janeiro de 1968, proíbe todo  tipo de discriminação no emprego ou profissão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que a  Lei nº 9.029, de 13 de abril de 1995, proíbe a adoção de qualquer  prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de  emprego ou a sua manutenção;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o previsto na ação  programática constante do item j do Objetivo Estratégico VI do Eixo  Orientador III do Programa Nacional de Direitos Humanos, aprovado pelo  Decreto nº 7.037, de 22 de dezembro de 2009;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que a  Portaria Interministerial nº 869, de 12 de agosto de 1992, proíbe, no  âmbito do Serviço Público Federal, a exigência de teste para detecção do  vírus de imunodeficiência adquirida - HIV, tanto nos exames  pré-admissionais quanto nos exames periódicos de saúde; e Considerando  que a Resolução nº 1.665 do Conselho Federal de Medicina, de 7 de maio  de 2003, veda a realização compulsória de sorologia para o - HIV,  resolve:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º Orientar as empresas e os trabalhadores em  relação à testagem relacionada ao vírus da imunodeficiência adquirida -  HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º Não será permitida, de forma direta ou indireta, nos  exames médicos por ocasião da admissão, mudança de função, avaliação  periódica, retorno, demissão ou outros ligados à relação de emprego, a  testagem do trabalhador quanto ao HIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. O  disposto no caput deste artigo não obsta que campanhas ou programas de  prevenção da saúde estimulem os trabalhadores a conhecer seu estado  sorológico quanto ao HIV por meio de orientações e exames  comprovadamente voluntários, sem vínculo com a relação de trabalho e  sempre resguardada a privacidade quanto ao conhecimento dos resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art.  3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                             &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-1130132190002034905?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/1130132190002034905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/portaria-do-mte-proibe-teste-do-hiv-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1130132190002034905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1130132190002034905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/portaria-do-mte-proibe-teste-do-hiv-na.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-7733457545969877015</id><published>2010-06-05T14:15:00.000-03:00</published><updated>2010-06-05T14:16:53.504-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cinto  de Segurança&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="340" height="285"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IPLO3dANACg&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xd0d0d0&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/IPLO3dANACg&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xd0d0d0&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="340" height="285"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-7733457545969877015?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/7733457545969877015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/cinto-de-seguranca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/7733457545969877015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/7733457545969877015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/06/cinto-de-seguranca.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-2323551473939925615</id><published>2010-05-29T22:13:00.002-03:00</published><updated>2010-05-29T22:17:40.530-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h1 style="color: rgb(0, 51, 0); font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="color: rgb(0, 51, 0); font-family: arial;"&gt;Boazinha, não! Consciente&lt;/h1&gt;       &lt;h2 style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;Além de contribuir para um planeta melhor, ainda economizo uma  graninha&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;div style="display: block; color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;" id="sPag1"&gt;&lt;div style="float: right;"&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'-');" class="f24 P"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'+');" class="f28 M"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/boazinha-nao-Abre.jpg" width="321" height="166" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="float: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Tento  reciclar todo lixo que produzo. E não é opção, é obrigação!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                           &lt;div class="txt"&gt;        &lt;div class="bts"&gt;                          &lt;/div&gt;               &lt;/div&gt;                  &lt;!-- texto --&gt;                         &lt;div id="print" style="display: none;"&gt;       &lt;div class="chapeuMat"&gt;Sustentabilidade&lt;/div&gt;       &lt;div class="tituloMat"&gt;Boazinha, não! Consciente&lt;/div&gt;       &lt;div class="subtituloMat"&gt;Além de contribuir para um planeta  melhor, ainda economizo uma graninha&lt;/div&gt;              &lt;p class="f10"&gt;Mariana Gomes&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://mdemulher.abril.com.br/revistas/soumaiseu/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista Sou + Eu! – 27/05/2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p&gt;[img01] Dia desses, eu e meu marido resolvemos comprar  um móvel para a televisão. E o que era para ser uma tarefa simples,  virou um problemão, pois não compramos qualquer coisa em qualquer lugar.  A gente se preocupa com a saúde do planeta em cada pequena atitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa  ocasião, por exemplo, fui a várias lojas, das mais famosas às menos  conceituadas, até encontrar um móvel com certificado, produzido com  madeira de reflorestamento. Pior do que não encontrar um produto assim  foi ver o despreparo dos vendedores: “O que, senhora? Não entendi o que  você quer”. Quando eu perguntava sobre a procedência do produto, eles  sequer sabiam do que eu estava falando. Bom, a alternativa foi comprar a  madeira em uma loja que só vende matéria-prima sustentável e contratar  um marceneiro pra fazer. E quer saber? Ficou lindo e saiu até mais  barato!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PLANETA E O BOLSO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lá em casa é  tudo assim. O objetivo é preservar o pouco que ainda nos resta da  natureza. No entanto, ao tomar essas medidas, também preservamos nosso  bolso. Por exemplo: tenho um carro econômico, mas, mesmo assim, só uso  quando é necessário. Faço a maioria das coisas a pé ou de bicicleta. E  sempre que preciso dele, economizo gasolina dirigindo de maneira  consciente: acelero menos, não forço as marchas... Esses hábitos foram  parar na ponta do lápis: meu carro, que fazia apenas 10 km por litro,  chega a fazer 14 km. É uma economia e tanto! Também reduzo gastos ao  usar lâmpadas fluorescentes, que consomem menos energia, e desligar tudo  da tomada: televisão, micro-ondas, computador e até o fogão. Acredite,  faz diferença no final do mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também uso a máquina de lavar  roupas de uma forma inteligente. Primeiro, o básico: sempre espero  juntar várias peças para lavar tudo de uma vez. Assim, poupo  eletricidade e água. Outro truque é diluir o amaciante antes de usá-lo.  Por ser muito espesso, ele estraga a máquina, que precisa gastar mais  energia para batê-lo com a roupa. E, logo que o processo acaba, já  coloco tudo no varal. Assim, ao secar, não preciso nem passar. Aliás, só  uso o ferro em casos de extrema necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONSCIÊNCIA  EM PAZ&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Além do lixo, também reciclo minhas roupas. Sempre  que penso em descartar alguma peça,tento ressuscitá-la. Levo na  costureira, faço mudanças... E, ao comprar uma nova, doo a mesma quantia  para alguém que queira ou precise. Também promovo a reutilização de  brinquedos na delegacia da mulher da minha região. Meus amigos já sabem  disso e me procuram antes de jogar alguma coisa fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não  faço essas coisas porque sou boazinha, não. Quando escuto alguém dizer  que é bonitinho ser assim, fico louca! Poxa, é obrigação. Faço o que  faço porque penso que não existe outra opção. Não jogar lixo no chão,  reciclar, economizar... Tudo isso deve ser tão natural quanto respirar.  Entendo que essa é a única forma de viver bem e com a consciência em  paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MAIS ALGUMAS MEDIDAS SUSTENTÁVEIS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;•  Configuro o computador para usar menos energia e entrar em modo de  espera.&lt;br /&gt;• Não jogo óleo no ralo da pia. Separo e levo para os postos  de coleta. Faço o mesmo com&lt;br /&gt;pilhas, lâmpadas e celulares velhos.  Existem supermercados que recolhem.&lt;br /&gt;• Menos embalagem, menos lixo.  Só compro produtos com embalagem pequena. Por exemplo, o sabonete não  precisa de um saquinho e uma caixa. Compro só os embalados apenas com  papel.&lt;br /&gt;• Quando levo meu cachorro para passear, em vez de usar  saquinhos plásticos, recolho as fezes com jornal, que é biodegradável.&lt;br /&gt;•  No chuveiro, desligo a torneira entre cada ensaboada.&lt;br /&gt;• Só compro  eletrodomésticos com o selo Procel (Programa Nacional de Conservação de  Energia Elétrica).&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;                                &lt;h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/div&gt;              &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt;        &lt;p&gt;[img01] Dia desses, eu e meu marido resolvemos comprar um  móvel para a televisão. E o que era para ser uma tarefa simples, virou  um problemão, pois não compramos qualquer coisa em qualquer lugar. A  gente se preocupa com a saúde do planeta em cada pequena atitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa  ocasião, por exemplo, fui a várias lojas, das mais famosas às menos  conceituadas, até encontrar um móvel com certificado, produzido com  madeira de reflorestamento. Pior do que não encontrar um produto assim  foi ver o despreparo dos vendedores: “O que, senhora? Não entendi o que  você quer”. Quando eu perguntava sobre a procedência do produto, eles  sequer sabiam do que eu estava falando. Bom, a alternativa foi comprar a  madeira em uma loja que só vende matéria-prima sustentável e contratar  um marceneiro pra fazer. E quer saber? Ficou lindo e saiu até mais  barato!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PLANETA E O BOLSO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lá em casa é  tudo assim. O objetivo é preservar o pouco que ainda nos resta da  natureza. No entanto, ao tomar essas medidas, também preservamos nosso  bolso. Por exemplo: tenho um carro econômico, mas, mesmo assim, só uso  quando é necessário. Faço a maioria das coisas a pé ou de bicicleta. E  sempre que preciso dele, economizo gasolina dirigindo de maneira  consciente: acelero menos, não forço as marchas... Esses hábitos foram  parar na ponta do lápis: meu carro, que fazia apenas 10 km por litro,  chega a fazer 14 km. É uma economia e tanto! Também reduzo gastos ao  usar lâmpadas fluorescentes, que consomem menos energia, e desligar tudo  da tomada: televisão, micro-ondas, computador e até o fogão. Acredite,  faz diferença no final do mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também uso a máquina de lavar  roupas de uma forma inteligente. Primeiro, o básico: sempre espero  juntar várias peças para lavar tudo de uma vez. Assim, poupo  eletricidade e água. Outro truque é diluir o amaciante antes de usá-lo.  Por ser muito espesso, ele estraga a máquina, que precisa gastar mais  energia para batê-lo com a roupa. E, logo que o processo acaba, já  coloco tudo no varal. Assim, ao secar, não preciso nem passar. Aliás, só  uso o ferro em casos de extrema necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONSCIÊNCIA  EM PAZ&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Além do lixo, também reciclo minhas roupas. Sempre  que penso em descartar alguma peça,tento ressuscitá-la. Levo na  costureira, faço mudanças... E, ao comprar uma nova, doo a mesma quantia  para alguém que queira ou precise. Também promovo a reutilização de  brinquedos na delegacia da mulher da minha região. Meus amigos já sabem  disso e me procuram antes de jogar alguma coisa fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não  faço essas coisas porque sou boazinha, não. Quando escuto alguém dizer  que é bonitinho ser assim, fico louca! Poxa, é obrigação. Faço o que  faço porque penso que não existe outra opção. Não jogar lixo no chão,  reciclar, economizar... Tudo isso deve ser tão natural quanto respirar.  Entendo que essa é a única forma de viver bem e com a consciência em  paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MAIS ALGUMAS MEDIDAS SUSTENTÁVEIS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;•  Configuro o computador para usar menos energia e entrar em modo de  espera.&lt;br /&gt;• Não jogo óleo no ralo da pia. Separo e levo para os postos  de coleta. Faço o mesmo com&lt;br /&gt;pilhas, lâmpadas e celulares velhos.  Existem supermercados que recolhem.&lt;br /&gt;• Menos embalagem, menos lixo.  Só compro produtos com embalagem pequena. Por exemplo, o sabonete não  precisa de um saquinho e uma caixa. Compro só os embalados apenas com  papel.&lt;br /&gt;• Quando levo meu cachorro para passear, em vez de usar  saquinhos plásticos, recolho as fezes com jornal, que é biodegradável.&lt;br /&gt;•  No chuveiro, desligo a torneira entre cada ensaboada.&lt;br /&gt;• Só compro  eletrodomésticos com o selo Procel (Programa Nacional de Conservação de  Energia Elétrica).&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;               &lt;div  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" class="img_thumb"&gt;&lt;div style="width: 150px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Lia Lubambo&lt;/span&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/retrato-natalia-parizotto.jpg" alt="{txtalt}" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="legenda_thumb"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Depoimento  de Natália Parizotto, 28 anos, pesquisadora de imagem, São Paulo, SP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;  Dia desses, eu e meu marido resolvemos comprar um móvel para a  televisão. E o que era para ser uma tarefa simples, virou um problemão,  pois não compramos qualquer coisa em qualquer lugar. A gente se preocupa  com a saúde do planeta em cada pequena atitude. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Nessa ocasião,  por exemplo, fui a várias lojas, das mais famosas às menos conceituadas,  até encontrar um móvel com certificado, produzido com madeira de  reflorestamento. Pior do que não encontrar um produto assim foi ver o  despreparo dos vendedores: “O que, senhora? Não entendi o que você  quer”. Quando eu perguntava sobre a procedência do produto, eles sequer  sabiam do que eu estava falando. Bom, a alternativa foi comprar a  madeira em uma loja que só vende matéria-prima sustentável e contratar  um marceneiro pra fazer. E quer saber? Ficou lindo e saiu até mais  barato! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;O PLANETA E O BOLSO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Lá em casa é  tudo assim. O objetivo é preservar o pouco que ainda nos resta da  natureza. No entanto, ao tomar essas medidas, também preservamos nosso  bolso. Por exemplo: tenho um carro econômico, mas, mesmo assim, só uso  quando é necessário. Faço a maioria das coisas a pé ou de bicicleta. E  sempre que preciso dele, economizo gasolina dirigindo de maneira  consciente: acelero menos, não forço as marchas... Esses hábitos foram  parar na ponta do lápis: meu carro, que fazia apenas 10 km por litro,  chega a fazer 14 km. É uma economia e tanto! Também reduzo gastos ao  usar lâmpadas fluorescentes, que consomem menos energia, e desligar tudo  da tomada: televisão, micro-ondas, computador e até o fogão. Acredite,  faz diferença no final do mês. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Também uso a máquina de lavar  roupas de uma forma inteligente. Primeiro, o básico: sempre espero  juntar várias peças para lavar tudo de uma vez. Assim, poupo  eletricidade e água. Outro truque é diluir o amaciante antes de usá-lo.  Por ser muito espesso, ele estraga a máquina, que precisa gastar mais  energia para batê-lo com a roupa. E, logo que o processo acaba, já  coloco tudo no varal. Assim, ao secar, não preciso nem passar. Aliás, só  uso o ferro em casos de extrema necessidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;CONSCIÊNCIA  EM PAZ&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Além do lixo, também reciclo minhas roupas. Sempre  que penso em descartar alguma peça,tento ressuscitá-la. Levo na  costureira, faço mudanças... E, ao comprar uma nova, doo a mesma quantia  para alguém que queira ou precise. Também promovo a reutilização de  brinquedos na delegacia da mulher da minha região. Meus amigos já sabem  disso e me procuram antes de jogar alguma coisa fora. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Mas não  faço essas coisas porque sou boazinha, não. Quando escuto alguém dizer  que é bonitinho ser assim, fico louca! Poxa, é obrigação. Faço o que  faço porque penso que não existe outra opção. Não jogar lixo no chão,  reciclar, economizar... Tudo isso deve ser tão natural quanto respirar.  Entendo que essa é a única forma de viver bem e com a consciência em  paz. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;MAIS ALGUMAS MEDIDAS SUSTENTÁVEIS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;•  Configuro o computador para usar menos energia e entrar em modo de  espera. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;• Não jogo óleo no ralo da pia. Separo e levo para os postos  de coleta. Faço o mesmo com &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;pilhas, lâmpadas e celulares velhos.  Existem supermercados que recolhem. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;• Menos embalagem, menos lixo.  Só compro produtos com embalagem pequena. Por exemplo, o sabonete não  precisa de um saquinho e uma caixa. Compro só os embalados apenas com  papel. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;• Quando levo meu cachorro para passear, em vez de usar  saquinhos plásticos, recolho as fezes com jornal, que é biodegradável. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;•  No chuveiro, desligo a torneira entre cada ensaboada. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;• Só compro  eletrodomésticos com o selo Procel (Programa Nacional de Conservação de  Energia Elétrica).&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-2323551473939925615?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/2323551473939925615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/boazinha-nao-consciente-alem-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/2323551473939925615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/2323551473939925615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/boazinha-nao-consciente-alem-de.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-7689914349894458811</id><published>2010-05-29T22:12:00.000-03:00</published><updated>2010-05-29T22:13:29.629-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;Profissionais  querem norma técnica para perícia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                      &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="width: 286px; height: 272px;" src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/885.jpg" class="img_prop" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 27/05/2010  /  Fonte:  Redação Revista Proteção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Ilustração:  Beto Soares/Revista Proteção&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revogação da Portaria  3311, em março, tem movimentado profissionais da área de SST. No mês de  maio, em Seminário da Câmara de Engenharia de Segurança do Trabalho, do  CREA-SP, discutiu-se a possibilidade de se criar uma norma técnica  baseada no que foi revogado. A ideia é ter uma metodologia para perícia.  Para tanto, será estabelecido um Grupo de Estudos no CREA-SP, que  também abordará a necessidade de emissão de ART por parte dos peritos e  assistentes técnicos. O assunto também deverá ser discutido pela  Comissão de SST da ABNT, após a finalização da norma de gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O  Brasil ficou sem uma metodologia oficial para elaboração de laudos de  insalubridade e periculosidade, facilitando o subjetivismo, em prol do  aumento do passivo trabalhista e de uma falsa proteção ao trabalhador.  Laudos inadequados favorecem os famigerados adicionais correspondentes e  não a otimização da melhoria contínua dos ambientes e condições de  trabalho", avalia o engenheiro de segurança e presidente da Obesst  (Organização Brasileira de Entidades Saúde e Segurança do Trabalho e do  Meio Ambiente), Leonídio Ribeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Obesst chegou a divulgar o  informativo criticando a revogação. Trata-se do &lt;a href="http://www.protecao.com.br/_system/scripts/download.php?file=upload/protecao_materiaarquivo/238.doc"&gt;&lt;strong&gt;Radar  OBESST 35.&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;O material destaca que a Portaria 3311 trazia a  instrução para a elaboração de Laudo de Insalubridade e Periculosidade e  ainda norteava o trabalho da auditoria fiscal em relação à SST e o  planejamento de ações.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Foi a Portaria 546, de 11 de março, que  extinguiu a Portaria 3311. Assim se estabeleceu um novo sistema de  inspeção do trabalho, o qual vigora desde abril. "Do ponto de vista  prático, a fiscalização não será mais feita por meio de um único  auditor, sustentada por ordem de serviço. Passa a vigorar a fiscalização  por programas estabelecidos pelas Gerencias Regionais de Emprego e  Trabalho - GRET (antigas subdelegacias do trabalho)", analisou Leonídio  Ribeiro, no informativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Como a maioria dos novos AFTs não são  engenheiros ou médicos, como ficará a qualidade técnica dessa nova  metodologia de auditoria fiscal do trabalho, no campo da SST? Como essa  nova Portaria foi feita por algumas pessoas que não vivenciam o  dia-a-dia da SST, não se aperceberam da importância desse documento e,  na canetada foi eliminado o formulário que dizia respeito à Instrução  para Elaboração de Laudo de Insalubridade e Periculosidade. Tal ação  impensada vai prejudicar a própria auditoria fiscal, principalmente  quando o AFT atua como assistente técnico da AGU, critica Leonídio  Ribeiro no texto do Radar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                             &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-7689914349894458811?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/7689914349894458811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/profissionais-querem-norma-tecnica-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/7689914349894458811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/7689914349894458811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/profissionais-querem-norma-tecnica-para.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-6275451420520866910</id><published>2010-05-23T14:10:00.000-03:00</published><updated>2010-05-23T14:11:27.364-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Indústria  aguarda portaria que adie validade dos CAs&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                      &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/852.jpg" class="img_prop" width="336" height="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 19/05/2010  /  Fonte:  Redação Revista Proteção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Foto:  Arquivo Proteção&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da Portaria 121 de 12 de  novembro de 2009, complementada pela Portaria 145, os Equipamentos de  Proteção Individual estavam aptos para uso, desde que passassem por  laudo de ensaio ou se tivessem um Termo de Responsabilidade assinado por  profissional capacitado de Saúde e Segurança do Trabalho. Assim, os  Termos de Responsabilidade eram enviados ao Ministério do Trabalho e  Emprego para aprovação, tendo uma validade de acordo com o tipo de  equipamento. Após as portarias, ficou estabelecido que todos os  Equipamentos de Proteção Individual deverão passar por laudo de ensaio,  sendo que consumidores e trabalhadores tem até o dia 7 de junho de 2010  para se adequar a essa determinação. No entanto, o prazo de adequação  não foi suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Raul Casanova Junior, diretor  executivo da Animaseg (Associação Nacional da Indústria de Material de  Segurança e Proteção ao Trabalho), alguns laboratórios não estavam  preparados para realizar os ensaios nos Equipamentos de Proteção  Individual. "Muitas empresas não conseguiram tirar os laudos de ensaio,  pois os laboratórios não tinham condições de fazer os testes", afirma.  Em abril, a associação foi a Brasília, juntamente com 16 empresários,  apresentando um documento que sugere novos prazos para realização dos  ensaios de cada EPI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor aguarda agora a emissão de nova  portaria do DSST (Departamento de Saúde e Segurança do Trabalho) do MTE,  adiando a validade dos CAs (Certificados de Aprovação), permitindo que  os equipamentos de proteção continuem a ser utilizados e concedendo  prazos para que fornecedores e laboratórios possam se adequar às novas  exigências impostas pelas portarias 121 e 145. Caso isto não ocorra, as  empresas fabricantes não poderão fornecer os equipamentos de proteção e  as empresas consumidoras não poderão utilizá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os EPI´s  que se enquadram neste caso estão: Luva para Riscos Térmicos - Calor e  Chamas; Proteção Respiratória; Máscara de Escurecimento Automático;  Capacetes de Segurança para Combate à Incêndio; Vestimentas para Riscos  Químicos - Industrial e Agrícola; Vestimentas para Riscos de Arco  Elétricos e Fogo Repentino; Calor e Chamas e Combate a Incêndios;  Vestimentas para Riscos Térmicos - Frio, entre outros. Os demais  Equipamentos de Proteção Individual também necessitam de um prazo maior  para se adaptar às portarias em questão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                             &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-6275451420520866910?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/6275451420520866910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/industria-aguarda-portaria-que-adie.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/6275451420520866910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/6275451420520866910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/industria-aguarda-portaria-que-adie.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-5048095942675839953</id><published>2010-05-17T17:58:00.001-03:00</published><updated>2010-05-17T18:01:10.870-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div  style="color: rgb(0, 51, 0);font-family:arial;" class="mat"&gt;       &lt;h1&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A mancha da devastação&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/a-mancha-da-devastacao-Abre.jpg" width="321" height="166" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;       &lt;h2 style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Milhões de litros de petróleo se espalham pelo Golfo do México  após a explosão de uma plataforma&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;         &lt;div style="display: block; color: rgb(0, 0, 0);" id="sPag1"&gt;&lt;div style="float: right;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'-')" class="f24  P"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'+')" class="f24 G"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;p class="f10"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Alexandre Salvador&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista  Veja – 12/05/2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;              &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt;        &lt;p&gt;Nas últimas três semanas, uma enorme mancha de petróleo vem se  espalhando pelo Golfo do México, uma reentrância do Atlântico que banha  cinco estados americanos, além do país que lhe dá o nome. O borrão  tenebroso é resultado da explosão da plataforma petrolífera Deepwater  Horizon, no dia 20 de abril (veja o quadro), fincada a 60 quilômetros da  costa da Louisiana. Desde então, o petróleo não para de vazar pelas  rachaduras abertas nas tubulações da plataforma, localizadas a 1,5  quilômetro no leito do oceano. Até agora, todos os esforços feitos para  conter o vazamento tiveram pouco resultado. Caso ele prossiga, teme-se a  repetição de catástrofes como a causada pelo navio Exxon Valdez, no  Alasca, em 1989, com consequências econômicas e ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  Golfo do México concentra intensa atividade nas áreas de pesca e  turismo. A pesca já foi proibida na área em torno do vazamento. Na  quinta-feira passada, o petróleo chegou às regiões costeiras da  Louisiana. Há o temor de que ele alcance as praias da Flórida. A  mortandade de pássaros, contaminados pelo óleo, já começou. O vazamento  do golfo deve também determinar uma revisão nas leis que regem a  exploração de petróleo em águas profundas. No mês passado, o presidente  americano Barack Obama deu sinal verde para as empresas petrolíferas  expandirem esse tipo de exploração. Mas as regras de segurança, avaliam  os analistas, devem ficar mais severas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VEJA QUADRO:&lt;/strong&gt;  &lt;a target="_blank" href="http://veja.abril.com.br/120510/popup_ordem.html"&gt;A Explosão da  plataforma&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;div id="content" class="texto"&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;        &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Nas últimas três semanas, uma enorme mancha de petróleo vem se  espalhando pelo Golfo do México, uma reentrância do Atlântico que banha  cinco estados americanos, além do país que lhe dá o nome. O borrão  tenebroso é resultado da explosão da plataforma petrolífera Deepwater  Horizon, no dia 20 de abril (veja o quadro), fincada a 60 quilômetros da  costa da Louisiana. Desde então, o petróleo não para de vazar pelas  rachaduras abertas nas tubulações da plataforma, localizadas a 1,5  quilômetro no leito do oceano. Até agora, todos os esforços feitos para  conter o vazamento tiveram pouco resultado. Caso ele prossiga, teme-se a  repetição de catástrofes como a causada pelo navio Exxon Valdez, no  Alasca, em 1989, com consequências econômicas e ambientais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O  Golfo do México concentra intensa atividade nas áreas de pesca e  turismo. A pesca já foi proibida na área em torno do vazamento. Na  quinta-feira passada, o petróleo chegou às regiões costeiras da  Louisiana. Há o temor de que ele alcance as praias da Flórida. A  mortandade de pássaros, contaminados pelo óleo, já começou. O vazamento  do golfo deve também determinar uma revisão nas leis que regem a  exploração de petróleo em águas profundas. No mês passado, o presidente  americano Barack Obama deu sinal verde para as empresas petrolíferas  expandirem esse tipo de exploração. Mas as regras de segurança, avaliam  os analistas, devem ficar mais severas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VEJA QUADRO:&lt;/strong&gt;  &lt;a target="_blank" href="http://veja.abril.com.br/120510/popup_ordem.html"&gt;A Explosão da  plataforma&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-5048095942675839953?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/5048095942675839953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/mancha-da-devastacao-milhoes-de-litros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5048095942675839953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/5048095942675839953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/mancha-da-devastacao-milhoes-de-litros.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-6906967018861512595</id><published>2010-05-17T17:56:00.000-03:00</published><updated>2010-05-17T17:57:29.981-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;Amianto causa  mortes e adoecimentos na indústria naval&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 14/05/2010  /  Fonte:  Redação Revista Proteção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;div&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                 &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Itália  -&lt;/strong&gt; Nos últimos 30 anos nos canteiros navais de Palermo  (Itália), a inalação das fibras de amianto comprometeu a saúde de muitos  trabalhadores. Recentemente, houve a denúncia da morte de 36 operários e  de adoecimento de 24 funcionários da empresa de construção de navios  Fincantieri. Segundo notícia do dia 26 de abril no jornal italiano La  Reppublica, o tribunal de Palermo condenou os diretores, atuantes entre  1970 e 1990, por homicídio culposo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os juízes envolvidos  afirmaram que desde os anos 50, os riscos do amianto são conhecidos. A  OIT (Organização Internacional do Trabalho) estima que 100 mil pessoas  mor­ram por ano, vítimas de doenças causadas pelo amianto. A substância  já foi proi­bi­da na Eu­ropa, no Japão e em alguns paí­ses da A­mérica  do Sul, co­mo Argentina, Chile e U­ruguai. "Apesar de tudo isso, a  Fincantieri não adotou as medidas mais elementares de prevenção para  evitar a inalação do pó e das fibras do amianto". No estabelecimento,  não havia roupas especiais, máscaras, capacetes de proteção, nem  sistemas de aspiração do pó de amianto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o jornal  italiano, Luciano Lemetti foi condenado a sete anos e seis meses,  Giuseppe Cortesi a seis anos e Antonino Cipponeri a três. Os três  ex-diretores foram condenados também a pagar uma multa inicial de 4,2  milhões de euros ao INAIL (Instituto Nacional de Seguro contra Acidentes  de Trabalho). Os ressarcimentos às famílias dos operários ainda serão  quantificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente uma parte da investigação sobre as mortes  nos canteiros navais de Palermo foi concluída pelos procuradores. Outras  quatro investigações, que revelam mais de 50 mortes por tumor, estão  prestes a chegar ao tribunal. A procuradoria também apresenta acusações  contra os ex-responsáveis nacionais da empresa. Segundo a reconstrução  do Ministério Público de Palermo, a Fincantieri teria continuado a  produção de amianto até 1999, apesar de uma proibição explícita da lei  de 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano, o "Dossiê Amianto" produzido  pelo Grupo de Tra­balho do Amianto para avaliar os prós e contras do uso  da substância no Brasil, foi finalizado e apresentado à Comissão de  Meio Ambi­ente e Desenvolvimento Sustentável. As 650 pá­ginas reúnem  materiais construídos a partir de visitas a minas e empresas,  entrevistas com empresários, trabalhadores, ex-trabalhadores,  especia­listas, médicos e engenheiros, ONGs, sindicatos, técnicos do  setor privado e do Go­verno. Após as análises, o documento conclui que o  fim do uso controlado do amianto é a melhor opção, mas a proposta ainda  não foi para votação. "Sabemos que a tramitação é lenta e complicada  porque os defensores do amianto, naturalmente, vão agir contra. De  qualquer modo, o `Dos­siê Amianto` cum­priu seu papel. É a primeira vez  que o País detém documento dessa di­men­são", diz o relator do GT,  deputado Edson Duarte (­PV-BA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os que defendem o uso  controlado, "o relatório parte de uma premissa fal­sa". "Ou se trata de  má-fé ou o au­tor desconhece completamente o processo de ex­tração e  utilização do ­produto. Em rela­ção aos casos de doenças associadas a  pessoas que trabalharam com amianto, há que se ressaltar que se trata de  um pro­blema felizmente erradicado", a­fir­ma a presidente do Instituto  Bra­sileiro do Crisotila, Marina Jú­lia de A­quino.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                             &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-6906967018861512595?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/6906967018861512595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/amianto-causa-mortes-e-adoecimentos-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/6906967018861512595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/6906967018861512595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/amianto-causa-mortes-e-adoecimentos-na.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-4154200346181166773</id><published>2010-05-14T17:18:00.001-03:00</published><updated>2010-05-14T17:21:54.629-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;PORTARIA N.º  183, DE 11 DE MAIO DE 2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;                                                                      &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="width: 287px; height: 273px;" src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/830.jpg" class="img_prop" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 14/05/2010  /  Fonte:  D.O.U. Seção I&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Paula Barcellos&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO&lt;br /&gt;SECRETARIA DE  INSPEÇÃO DO TRABALHO&lt;br /&gt;DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA DE SAÚDE NO TRABALHO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;PORTARIA N.º 183, DE 11 DE MAIO DE 2010&lt;br /&gt;(D.O.U.  de 14/05/2010 - Seção 1 - Págs. 199 a 205)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aprova o Anexo II (Plataformas e Instalações de Apoio) da Norma  Regulamentadora n.º 30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO e a  DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de  suas atribuições legais, tendo em vista o disposto no artigo 155 da  Consolidação das Leis do Trabalho e no artigo 2º da Portaria n.º 3.214,  de 08 de junho de 1978, resolvem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º Aprovar o Anexo II da  Norma Regulamentadora n.º 30 nos termos do Anexo desta Portaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art.  2º Aplicam-se às plataformas e instalações de apoio as demais Normas  Regulamentadoras, no que não conflitar com o disposto no Anexo desta  Portaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º O Anexo entrará em vigor observado os  seguintes prazos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.      Em até cento e vinte dias:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a)       SESMT (item 5 do Anexo)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.    Em até cento e oitenta dias:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a)       Módulos de Acomodação Temporária (item 10.6 do Anexo),  exceto para plataformas localizadas no litoral Sul-Sudeste, onde a  aplicação é imediata;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;b)       Atividades de Construção, Manutenção e Reparo (item 13 do  Anexo)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;c)       Planos de Inspeção e Manutenção (item 16.4 do Anexo)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;d)       Cronograma de Inspeções de SST (item 16.5.2 do Anexo)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;e)       Comunicação de Ocorrências (item 16.9.1 do Anexo)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;f)         Relatório de Segurança (item 16.10.1 do Anexo)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.  Em até duzentos e quarenta dias:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a)       Inspeção prévia (item 4 do Anexo) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.   As regras definidas no Anexo, no que se refere à CIPA, devem  entrar em vigor à medida que forem sendo concluídos os mandatos das  atuais comissões, que tenham sido organizadas com outras composições.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.     Prazo de noventa dias para os demais itens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º  Esta Portaria entra em vigor da data de sua publicação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;RUTH BEATRIZ VASCONCELOS VILELA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Secretária de Inspeção do Trabalho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;JÚNIA MARIA DE ALMEIDA BARRETO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Diretora do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ANEXO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ANEXO II DA NR-30&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;PLATAFORMAS E INSTALAÇÕES DE APOIO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1. DO OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1.1 Este Anexo estabelece os requisitos mínimos de segurança e saúde  no trabalho a bordo de plataformas e instalações de apoio empregadas com  a finalidade de exploração e produção de petróleo e gás do subsolo  marinho. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1.1.1 Para fins deste anexo o termo plataforma empregado no texto  abrange as plataformas e suas instalações de apoio conforme definidos no  glossário. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1.2 As regras deste Anexo aplicam-se ao trabalho nas plataformas  nacionais e estrangeiras, devidamente autorizadas a operar em águas sob  jurisdição nacional. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1.3 Aplicação do Anexo a Plataformas Existentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3.1 Nas  plataformas existentes ou afretadas ou em construção, de qualquer  bandeira, onde a aplicação dos itens deste Anexo gere a necessidade de  modificações estruturais incompatíveis tecnicamente com as áreas  disponíveis ou que possam influenciar na segurança da plataforma, deve  ser apresentado, pelo Operador da Instalação, projeto técnico ou solução  alternativa, com justificativa, para análise e manifestação da  autoridade competente.&lt;br /&gt;1.3.1.1 A analise do projeto ou solução  alternativa a que se refere o item 1.3.1 pode ser feita de forma  tripartite.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1.3.2 Plataformas com previsão de operação temporária de até seis  meses em águas sob jurisdição nacional e que não tenham suas instalações  adequadas aos requisitos deste Anexo, devem atender a regras  estabelecidas em convenções internacionais, certificadas por sociedade  classificadora.&lt;br /&gt;1.3.2.1 Para a aplicação do disposto no item 1.3.2 a  períodos consecutivos de operação de uma plataforma, o intervalo entre  eles não poderá ser inferior a três meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3.2.2 Havendo  renovação ou nova contratação dentro do período de três meses de que  trata o item 1.3.2.1, aplica-se a regra contida no item 1.3.1&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2. DAS OBRIGAÇÕES GERAIS - RESPONSABILIDADES E COMPETÊNCIAS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2.1 Cabe ao Operador da Instalação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I.        cumprir e fazer  cumprir o presente Anexo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II.      interromper todo e qualquer  tipo de atividade que exponha os trabalhadores a condições de risco  grave e iminente para a sua saúde e segurança no trabalho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III.     fornecer às empresas contratadas as informações sobre os riscos  potenciais existentes na área da plataforma em que desenvolvem suas  atividades;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV.     zelar pela segurança e saúde dos  trabalhadores e de terceiros que estejam a bordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V.        prestar informações solicitadas pelos órgãos fiscalizadores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI.      informar os trabalhadores sobre os riscos existentes no local de  trabalho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII.   fazer constar no contrato de serviços celebrados  com outras empresas a obrigatoriedade do cumprimento das medidas de  segurança e saúde no trabalho previstas neste Anexo; e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIII.  garantir, pelos meios usuais de transporte e  sem ônus para o MTE, o  acesso dos Auditores Fiscais do Trabalho em serviço à plataforma, onde  não houver concessionárias de serviço público. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2.1.1 No caso de uma contratada transferir seus serviços a terceiros,  deve fazê-lo somente com a expressa anuência do Operador da Instalação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 Cabe ao Operador da Concessão:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        fazer constar no contrato, celebrado junto ao Operador da  Instalação, a obrigatoriedade do cumprimento das medidas de segurança e  saúde no trabalho especificadas no presente Anexo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      auditar, na forma prevista em sistema de gestão, o Operador  da Instalação quanto às suas atribuições no cumprimento do presente  Anexo; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    prestar informações solicitadas pelos órgãos fiscalizadores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;2.3 Cabe ao Concessionário:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        nomear o Operador da Concessão; e &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      zelar pelo cumprimento do presente Anexo junto ao operador  da concessão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;2.4 Cabe aos trabalhadores:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        colaborar com o Operador da Instalação para o cumprimento  das disposições legais e regulamentares, inclusive nos procedimentos  internos sobre segurança e saúde no trabalho; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      comunicar imediatamente ao seu superior hierárquico as  situações que considerem representar risco para sua segurança e saúde ou  para a de terceiros; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    transportar para bordo os medicamentos, com prescrição  médica, indispensáveis ou de uso contínuo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;3.1 São direitos dos trabalhadores:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        suspender sua tarefa e informar imediatamente ao seu  superior hierárquico para que sejam tomadas todas as medidas de correção  adequadas, quando tiver convicção, fundamentada em seu treinamento e  experiência, de que exista grave e iminente risco para a sua segurança e  saúde ou para a de terceiros; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      ser informados sobre os riscos existentes no local de  trabalho que possam afetar sua segurança e saúde. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;4. DA INSPEÇÃO PRÉVIA &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4.1 Aplica-se às plataformas o que dispõe a Norma Regulamentadora n.º  2 (NR-2), com as alterações que constam deste item.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4.2 O Operador de Concessão ou o Operador de Instalação deve requerer  ao Ministério do Trabalho e Emprego, de acordo com a NR-2, a inspeção  prévia de plataforma que irá operar em águas sob jurisdição nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4.3 Além do disposto no inciso I do item 2.1 e III do item 2.2 deste  Anexo, o Operador de Instalação ou o Operador de Concessão pode  encaminhar ao Órgão Regional Competente do Ministério do Trabalho e  Emprego uma Declaração da Instalação Marítima, conforme modelo constante  do Quadro I, para demonstrar que suas instalações atendem aos  requisitos deste Anexo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4.3.1 Esta Declaração será aceita para fins de fiscalização, quando  não for possível realizar a inspeção prévia antes da plataforma ou da  instalação de apoio iniciar suas atividades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4.3.2 No caso de instalação de perfuração, esta Declaração deve ser  entregue ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego até  noventa dias antes do início das atividades de perfuração em águas sob  jurisdição nacional. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4.3.3 No caso de instalação de produção, esta declaração deve ser  entregue ao órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego até cento  e oitenta dias:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        antes do final da ancoragem no local de operação, para  instalações flutuantes; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      antes do término da montagem no local de operação, para as  instalações fixas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4.3.4 No caso de não ser possível atender aos prazos acima, o  operador de instalação poderá apresentar justificativa ao órgão regional  do Ministério do Trabalho e Emprego, o qual analisará a possibilidade  de aceitar a documentação em prazo menor, condicionando-se, neste caso, o  início das operações à realização da inspeção prévia da instalação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4.4 A entrega da documentação a que se refere o item 4.3 deve ser  feita no protocolo geral da sede da Superintendência Regional do  Trabalho e Emprego - SRTE correspondente à unidade da federação onde o  estabelecimento interessado está instalado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4.5 No caso das instalações de perfuração marítima, o Operador de  Instalação deve comunicar a ocorrência de mudança do Operador de  Concessão, tomador de seus serviços, ao órgão regional do Ministério do  Trabalho e Emprego.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4.5.1 A situação indicada no item 4.5 não enseja necessidade de nova  inspeção ou nova remessa de Declaração de Instalação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;5. DOS SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO  (SESMT)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;5.1 O Operador de Instalação e as empresas que prestem serviços a  bordo de plataformas devem dimensionar os seus Serviços Especializados  em Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT de acordo com o estabelecido  na Norma Regulamentadora n.º 4 (NR-4), bem como devem atender,  complementarmente, os seguintes requisitos: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        em cada plataforma que possua número de trabalhadores  embarcados acima de vinte e cinco, o Operador da Instalação deve  garantir a existência, a bordo, de Técnico de Segurança do Trabalho, na  proporção de um por grupo de cinquenta trabalhadores ou fração,  considerando-se o número total de trabalhadores a bordo; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      as empresas que prestarem serviços em plataformas mantendo a  bordo um número de empregados acima de cinquenta devem possuir no local  Técnico de Segurança do Trabalho, na proporção de um por grupo de  cinquenta empregados embarcados ou fração, durante o período de  prestação do serviço. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;5.1.1 Os Técnicos de Segurança do Trabalho que prestam serviços a  bordo de cada plataforma serão considerados para efeito da composição do  SESMT da empresa operadora de instalação ou prestadora de serviços. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;5.1.1.1 Os Técnicos de Segurança do Trabalho de que trata o inciso II  do item 5.1 serão considerados para os efeitos do cumprimento do inciso  I do item 5.1. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;5.1.2 No caso de plataformas unidas por meio de pontes de  interligação, permanentes ou provisórias, o conjunto dessas plataformas é  considerado, para efeito de dimensionamento do número de Técnicos de  Segurança do Trabalho a bordo, como uma única plataforma. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;5.1.3 Sempre que existam operações de risco, independentemente do  número de trabalhadores embarcados, é obrigatória a presença a bordo de,  no mínimo, Técnico de Segurança do Trabalho, sem prejuízo da presença  de outros profissionais de segurança do trabalho que possam ser  designados para o serviço. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;5.1.4 O dimensionamento da quantidade de Técnicos de Segurança do  Trabalho a bordo é baseado na média do número de trabalhadores  embarcados no trimestre que antecede o cálculo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;6. DA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA EM  PLATAFORMAS &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.1 As empresas responsáveis pela operação de instalação e as  empresas prestadoras de serviço a bordo de plataformas devem dimensionar  sua(s) CIPA(s) obedecendo às regras específicas estabelecidas neste  Anexo e, complementarmente, naquilo que couber, ao disposto na Norma  Regulamentadora n.º 5 (NR-5) e nas convenções ou acordos coletivos de  trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.2 Cada operador de instalação deverá constituir uma CIPA a bordo da  plataforma da qual é o responsável, sempre que o número de empregados  nelas lotados seja igual ou maior que vinte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.3 A CIPA de que trata o item 6.2 será composta de acordo com as  seguintes regras:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        a representação dos empregadores deve ser composta por  ocupantes dos cargos ou funções abaixo especificados:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a)      gerente da plataforma ou comandante da embarcação, ou  denominação equivalente;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;b)     empregado que esteja a bordo de maior nível hierárquico da  atividade fim da instalação (perfuração, produção, apoio); e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;c)      técnico de segurança do trabalho ou profissional da área de  segurança e saúde no trabalho a bordo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      a representação dos empregados embarcados deve ser composta  pelos membros eleitos da operadora da instalação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.4 A Comissão eleitoral da CIPA da plataforma será constituída pelo  Presidente e Vice-Presidente da CIPA presentes à reunião na qual for  iniciado o processo eleitoral;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.4.1 Poderão constituir uma única Comissão Eleitoral, as empresas  operadoras de instalação que possuam mais de uma plataforma em uma mesma  bacia petrolífera.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.4.1.1 Cabe ao Presidente e ao Vice-Presidente da CIPA de que trata o  item 6.4.1 constituir a Comissão Eleitoral para conduzir os  procedimentos de eleição do conjunto das plataformas que estejam em sua  base operacional. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.5 A eleição dos representantes dos empregados da operadora da  instalação na CIPA de bordo deve ocorrer da seguinte forma:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        cada grupo ou turma de embarque da operadora da plataforma  deve eleger dentre seus componentes um representante; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      os três primeiros mais votados - sendo um de cada grupo ou  turno de embarque - serão os titulares e os demais, suplentes; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    o quorum necessário para validação do processo eleitoral será  formado pelo número de empregados presentes em cada grupo ou turma de  embarque. Havendo participação inferior a cinquenta por cento dos  empregados de um grupo ou turma de embarque, não haverá a apuração dos  votos e a Comissão Eleitoral deverá organizar outra votação no embarque  seguinte do mesmo grupo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.6 A presidência da CIPA da plataforma será atribuída ao Gerente da  Plataforma ou ao Comandante da Embarcação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.7 A vice-presidência da CIPA da plataforma será exercida pelo  representante dos empregados com o maior tempo de embarque naquele  período. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.8 As reuniões da CIPA da plataforma devem ser realizadas a bordo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.8.1 As reuniões ordinárias devem:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        ter periodicidade mensal; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      ser agendadas de modo a garantir presença de pelo menos dois  representantes dos empregados. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.8.1.1 Quando possível, as reuniões extraordinárias serão agendadas  de acordo com esta mesma regra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.9 O membro, eleito ou designado, da CIPA de empresa prestadora de  serviços que esteja a bordo poderá participar da reunião. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.9.1 A participação do membro de que trata o item 6.9 contará como  presença na reunião da CIPA da empresa à qual ele pertença.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.10 Caso algum tema debatido pela CIPA da plataforma não obtenha  consenso, e seja requerido um processo de votação, a mesma deve ser  feita por paridade de votantes entre os representantes do empregador e  dos empregados presentes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.11 Devem ser incluídas em ata as decisões da CIPA que não puderem  ser implementadas apenas com os recursos disponíveis a bordo, para que,  posteriormente, o Operador da Instalação tome as devidas providências.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.12 A representação dos empregados da CIPA de empresa prestadora de  serviço a bordo de plataforma deve ser constituída a partir do somatório  de duas partes distintas: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        a primeira, denominada de parte marítima da CIPA, será  formada pelo conjunto de seus empregados a bordo em cada plataforma na  qual a empresa atue como prestadora de serviço; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      a segunda, denominada parte terrestre, será representada  pelo número de empregados lotados na base terrestre do estabelecimento  da empresa que controla administrativamente a prestação de serviços a  bordo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.13 Os representantes do empregador, na CIPA de que trata o item  6.12, devem ser indicados, a critério da empresa, na proporção que  garanta a paridade entre os membros eleitos e designados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6.14 Todas as decisões tomadas na reunião da CIPA do Operador da  Instalação que estejam relacionadas, de alguma maneira, com empresa  prestadora de serviço devem ser incluídas na ata da CIPA da empresa  referida para que a mesma tome as devidas providências.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;7. DO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO NA PLATAFORMA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;7.1 Cada empresa operadora de instalação e cada uma das empresas  prestadoras de servido a bordo de plataformas devem elaborar seu  Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, considerando  separadamente os riscos previstos no Programa de Prevenção de Riscos  Ambientais - PPRA de cada plataforma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;7.2 Uma cópia do Atestado de Saúde Ocupacional - ASO dos  trabalhadores que permaneçam mais do que três dias a bordo deve ser  mantida no serviço de assistência médica de bordo, admitindo-se que esta  esteja acessível em meio eletrônico através de sistema de consulta  médica à distância. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;8. DO PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS NA PLATAFORMA &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;8.1 As operadoras de instalação e as empresas prestadoras de serviço a  bordo de plataformas devem elaborar seus PPRA, obedecendo à  regulamentação prevista na Norma Regulamentadora n.º 9 (NR-9), devendo  atender complementarmente as regras específicas previstas nos subitens  abaixo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;8.1.1 Cabe ao Operador da Instalação elaborar um PPRA por Plataforma,  de acordo com o que preconiza a NR-9.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;8.1.2 O Operador da Instalação deve repassar às empresas prestadoras  de serviço a bordo, as informações oriundas do desenvolvimento do PPRA  em cada plataforma, naquilo que disser respeito à atividade desenvolvida  por elas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;8.1.3 Na elaboração do PPRA devem ser consideradas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        as disposições da NR-5 quanto à participação dos  trabalhadores; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      as metodologias para avaliação de riscos ambientais  preconizadas na legislação brasileira, sendo que, na sua ausência, podem  ser adotadas outras já consagradas internacionalmente ou estabelecidas  em acordo ou convenção coletiva. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;8.1.4 As empresas prestadoras de serviço a bordo devem, com base nos  dados recebidos do Operador da Instalação, complementando com  levantamentos e informações específicas do processo de trabalho que  realizam a bordo, elaborar e manter atualizado um PPRA para cada  plataforma onde atuem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;8.1.5 A empresa prestadora de serviço que, ao desenvolver sua  atividade, introduza risco não previsto no PPRA da plataforma deve  informar a existência de tal risco ao Operador da Instalação, para que  este adote as medidas de controle adequadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9. DA SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1 Para fins de atendimento à sinalização de segurança, aplica-se às  plataformas o constante da Norma Regulamentadora n.º 26 (NR-26) com as  alterações conforme descritas nos subitens abaixo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.1 Vermelho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.1.1 A cor vermelha deve ser usada para distinguir e indicar a  bordo os equipamentos e aparelhos de proteção e combate a incêndio, tais  como: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        caixas de alarme de incêndio;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      hidrantes;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    bombas de água para combate a incêndio;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     sirenes de alarme de incêndio;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       extintores de incêndio e sua localização;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     indicações de extintores;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VII.   localização de mangueiras de incêndio (a cor deve ser usada no  carretel, suporte, moldura da caixa ou nicho);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VIII. tubulações e válvulas de acionamento de sistemas de chuveiros  automáticos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IX.    tubulações da rede de água para combate a incêndio;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;X.      portas de saída de emergência;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XI.    tanques de Líquido Gerador de Espuma;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XII.  tubulações, cilindros e difusores de gás carbônico para combate  a incêndio;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XIII.escotilhas para fuga;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XIV. botoeiras para iniciar alarme ou parada de emergência ou de  acionamento manual de sistemas de combate a incêndio;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XV.   a mangueira de acetileno, nos equipamentos de soldagem  oxi-acetilênica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.2 Amarelo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.2.1 A cor amarela deve ser empregada a bordo para indicar  "Alerta!", assinalando:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        corrimãos, parapeitos, guarda-corpos e rodapés de  guarda-corpo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      passarelas e plataformas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    espelhos de degraus de escadas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     bordas desguarnecidas de aberturas no piso que não possam ter  guarda-corpo ou que tenham guarda-corpos removíveis para passagem de  cargas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       bordas horizontais de portas de elevadores que se fechem  verticalmente;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     faixas no piso da entrada de elevadores e plataformas de  carregamento;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VII.   paredes de fundo de corredores sem saída;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VIII. estruturas metálicas ou trechos de tubulações colocadas a baixa  altura;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IX.    cabines de equipamentos, guindastes, pontes rolantes,  guinchos, talhas, ganchos (gato), acessórios de movimentação de carga,  etc.;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;X.      equipamentos de transporte sobre trilhos, vagonetes,  reboques, etc.;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XI.    fundos de letreiros e avisos de advertência;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XII.  obstáculos ou estrutura saliente onde se necessita chamar a  atenção (risco de acidente ou impacto);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XIII.cavaletes; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XIV. comandos e equipamentos suspensos que ofereçam risco;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XV.   faixas delimitando zonas de proteção contra arcos elétricos em  painéis e quadros elétricos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;XVI. tubulações de gases inflamáveis não liquefeitos (gás natural,  hidrogênio, etc.).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.2.2 A cor amarela pode ser combinada com a cor preta para se  obter maior destaque.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.3 Branco&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.3.1 A cor branca deve ser empregada a bordo em:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        faixas para delimitar passarelas e corredores de  circulação;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      setas de sinalização de sentido e circulação;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    localização de coletores de resíduos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     localização de bebedouros;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       áreas de piso em torno dos equipamentos de socorros de  urgência e outros equipamentos de emergência;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     faixas delimitando áreas destinadas à armazenagem de  materiais;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VII.   faixas delimitando zonas de segurança;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VIII. identificação de tubulações de vapor dÂ’água. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.4 Preto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.4.1 - A cor preta poderá ser usada em substituição à cor branca,  ou combinada a esta, quando condições especiais o exigirem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.5 Azul&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.5.1 A cor azul deve ser utilizada a bordo para indicar "Cuidado!"  ou uma ação de segurança obrigatória, como nas seguintes situações: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        barreiras de prevenção contra movimento acidental de  qualquer equipamento em manutenção;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      avisos e barreiras de advertência nos painéis de comando ou  de partida de equipamentos geradores de energia elétrica;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    identificar tubulações de ar comprimido. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.6 Verde&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.6.1 A cor verde é a cor que caracteriza "Segurança". Deve ser  empregada a bordo para identificar:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        caixas de equipamento de socorro de urgência;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      caixas contendo equipamentos de proteção respiratória;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    chuveiros de segurança;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     caixas contendo macas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       fontes lavadoras de olhos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     quadros para exposição de cartazes, boletins, avisos de  segurança, etc.;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VII.   caixas contendo EPI e sinalização de sua localização;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VIII. placas e emblemas de segurança;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IX.    a mangueira de oxigênio, nos equipamentos de soldagem  oxi-acetilênica; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;X.      tubulações de água &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.7 Laranja&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.7.1 A cor laranja deve ser empregada a bordo para indicar  "Perigo!" e deve ser usada para identificar, por exemplo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        guardas e coberturas de proteção para partes móveis  perigosas, partes rotativas de equipamentos e máquinas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      partes internas das guardas de máquinas que possam ser  removidas ou abertas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    placas internas para montagem de componentes e/ou portas  internas/barreiras de segurança em painéis elétricos e quadros de  distribuição de energia elétrica;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     faces e proteções internas de caixas de dispositivos  elétricos que possam ser abertas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       faces externas de polias e engrenagens, quando expostas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     bordas de dispositivos de corte, serras ou prensas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VII.   tubulações de ácidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.7.2 A cor laranja deve ser utilizada em equipamentos de  salvamento marítimo, tais como bóias circulares, coletes salva vidas,  embarcações de resgate, embarcações de salvamento, dentre outros, assim  como deve ser usada para identificar armários contendo o conjunto de  equipamentos usados para o controle de poluição previsto na Convenção  MARPOL. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.8 Púrpura&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.8.1 A cor púrpura deve ser usada para indicar os perigos  provenientes das radiações eletromagnéticas penetrantes e partículas  nucleares. Deve ser empregada a cor púrpura em:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        portas e aberturas que dão acesso a locais onde se  manipulam ou armazenam materiais radioativos ou materiais contaminados  por materiais radioativos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      recipientes de materiais radioativos ou refugos de materiais  radioativos e equipamentos contaminados por materiais radioativos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    sinais luminosos para indicar equipamentos produtores de  radiações eletromagnéticas penetrantes ou partículas nucleares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.9 Lilás &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.9.1 A cor lilás deve ser usada para identificar tubulações que  contenham álcalis. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.10 Cinza&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.10.1 A cor cinza-claro deve ser usada para identificar  canalizações que operem sob vácuo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.10.2 A cor cinza-escuro deve ser usada para identificar  eletrodutos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.11 Alumínio&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.11.1 A cor alumínio deve ser utilizada a bordo para identificar  tubulações contendo petróleo, misturas oleosas, inflamáveis líquidos,  gases liquefeitos e líquidos combustíveis. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.12 Marrom&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.1.12.1 A cor marrom pode ser adotada, a critério do Operador da  Instalação, para identificar qualquer fluido não identificável pelas  demais cores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.2 Os ambientes, o corpo das máquinas e equipamentos mecânicos em  geral devem ser pintados em cores claras, a critério do Operador da  Instalação, visando proporcionar maior segurança, melhores condições  ergonômicas, facilidade para trabalhos de operação, inspeção e  manutenção, e maior eficiência energética e luminosa.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9.2.1 Com exceção das cores verde, branca e preta, as demais cores  padronizadas neste Anexo não devem ser utilizadas na pintura do corpo de  máquinas.   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10. DAS CONDIÇÕES DE VIVÊNCIA À BORDO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.1 Disposições gerais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.1.1 As instalações sanitárias, vestiários, refeitórios, cozinhas,  camarotes, alojamentos temporários e as instalações de lazer devem ser  projetados, considerando: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        o atendimento a requisitos de segurança e saúde do  trabalhador; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      as condições de vivência adequadas ao conforto dos  trabalhadores embarcados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.1.2 Toda plataforma, à exceção daquelas destinadas exclusivamente à  operação na zona tropical, deve estar provida de um sistema de  calefação adequado para o alojamento dos trabalhadores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.1.2.1 Os radiadores e demais equipamentos de calefação devem estar  instalados de modo a evitar perigo ou desconforto para os ocupantes dos  alojamentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2 Instalações sanitárias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.1 As instalações sanitárias de uso coletivo devem possuir uma  área de 1,00m² (um metro quadrado), para cada aparelho sanitário, para  cada quinze trabalhadores em atividade, ou fração, não sendo permitido  que a área do espaço frontal ao sanitário seja menor do que 800mm x  600mm.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.2 As instalações sanitárias dos camarotes devem possuir uma área  de 1,00m² (um metro quadrado), para cada aparelho sanitário, para até  quatro trabalhadores alojados, não sendo permitido que a área do espaço  frontal ao vaso sanitário seja menor do que 800mm x 600mm. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.3 As instalações sanitárias de uso coletivo devem ser separadas  por sexo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.4 As instalações sanitárias devem ser mantidas em condições  higiênico-sanitárias satisfatórias. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.5 Os vasos sanitários devem ser sifonados ou dotados de outro  mecanismo que impeça o retorno de odores, além de possuir dispositivo de  descarga e dispor de assento com tampa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.6 Os chuveiros devem ser dotados de crivo e confeccionados em  material resistente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.7 Os mictórios devem ser de material liso e impermeável, provido  de descarga provocada ou automática, de fácil escoamento e limpeza,  podendo apresentar a conformação do tipo calha ou cuba. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.8 No mictório do tipo calha, de uso coletivo, cada segmento, no  mínimo de 0,60m, corresponderá a um mictório do tipo cuba. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.9 Os lavatórios podem ser formados por calhas metálicas,  possuindo torneiras confeccionadas em material resistente, de  acionamento manual ou automático, espaçadas de 0,60m (sessenta  centímetros).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.10 O lavatório deve ser provido de material para a higienização e  secagem das mãos, proibindo-se toalhas de uso coletivo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.11 As instalações sanitárias, exceto vasos e mictórios, devem  ser abastecidas de água tratada para fins de higiene pessoal &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.12 Os boxes de chuveiros devem:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        dispor de água quente e fria;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      ter portas de acesso que impeçam o devassamento, ou serem  construídos de modo a manter o resguardo conveniente;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    ter piso antiderrapante e paredes revestidas de material  resistente, liso, impermeável e lavável;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     ter quinas arredondadas para evitar acidentes; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       possuir alças de apoio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.13 Não serão permitidos aparelhos sanitários que apresentem  defeitos ou que representem risco ao usuário ou que possam acarretar  infiltrações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.14 Os sistemas que movimentam dejetos orgânicos e água servidas  devem ser dispostos e mantidos de forma a garantir a qualidade das águas  tratada ou potável, evitando-se a contaminação por ligação cruzada  entre os esses sistemas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.15 Os dejetos orgânicos e águas servidas oriundas dos aparelhos  sanitários devem ser descartados de acordo com as normas das autoridades  competentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.16 Os pisos das instalações sanitárias não devem apresentar  ressaltos e depressões e devem ser impermeáveis, laváveis, de acabamento  antiderrapante, inclinado para ralos de escoamento providos de sifões  hidráulicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.17 As instalações sanitárias devem ser providas de uma rede de  iluminação, cuja fiação deve ser protegida por eletrodutos e dotadas de  luminárias com o objetivo de manter um iluminamento geral e difuso de no  mínimo 150 lux.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.18 Devem ser previstos sessenta litros diários de água por  trabalhador para o consumo nas instalações sanitárias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.19 As instalações sanitárias devem dispor de água canalizada e  esgotos ligados ao sistema de descarte de dejetos ou efluentes  sanitários da plataforma, com interposição de sifões hidráulicos e: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        não podem se comunicar diretamente com os locais de  trabalho, nem com os locais destinados às refeições; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      devem ser mantidas em bom estado de limpeza e higiene.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.20 A comunicação dos alojamentos com instalações sanitárias  situadas fora do casario deve ser feita por meio de passagens cobertas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.20.1 Instalações sanitárias temporárias situadas nas áreas  operacionais estão isentas desta obrigatoriedade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.21 Os gabinetes sanitários devem:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      ser instalados em compartimentos individuais, separados,  exceto quando localizados nas instalações sanitárias dos camarotes;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    ser atendidos por um sistema de exaustão, cuja saída esteja  localizada de modo a não permitir o retorno dos gases para o interior do  casario;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     quando localizados em instalações sanitárias de uso coletivo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a)  ter paredes divisórias com altura mínima de 2,10m (dois metros e  dez centímetros), e com bordo inferior a, no máximo, 0,15m (quinze  centímetros) acima do piso; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;b) ter portas independentes e providas de fecho que impeçam o  devassamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       ser mantidos em bom estado de limpeza e higiene; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     possuir lixeira com tampa e pedal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.2.22 Instalações sanitárias coletivas devem garantir a privacidade  de seus usuários em relação ao ambiente externo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.3 Refeitórios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.3.1 Nas plataformas habitadas é obrigatória a existência de  refeitório sendo proibido aos trabalhadores tomarem suas principais  refeições em outro local da plataforma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.3.2 O refeitório deve obedecer aos seguintes requisitos: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        possuir área de 1,50m² (um e meio metro quadrado) por  usuário, abrigando, de cada vez, 1/3 (um terço) do total de empregados  por turno de trabalho, sendo este turno o que tem maior número de  empregados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      possuir circulação principal com largura mínima de 0,75m  (setenta e cinco centímetros), e a circulação entre assentos e entre o  assento e a parede deverá ter a largura mínima de 0,55m (cinqüenta e  cinco centímetros);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    ser provido de uma rede de iluminação, cuja fiação deve ser  protegida por eletrodutos de modo a manter um iluminamento geral e  difuso de, no mínimo, 150 lux;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     ter piso impermeável e revestido de material que permita a  limpeza e desinfecção;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       ter anteparas revestidas com material liso, resistente,  impermeável e que permita a limpeza e desinfecção;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     ser provido de ventilação, exaustão ou ar condicionado, de  modo a garantir conforto térmico, mantidos em condições  higiênico-sanitárias satisfatórias;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VII.   disponibilizar água potável, em condições higiênico-sanitárias  satisfatórias, dentro do padrão de potabilidade;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VIII. possuir bebedouros situados em locais que não permitam a sua  contaminação; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IX.    possuir mesas fixáveis providas de tampo liso e de material  impermeável de fácil higienização e mantidas permanentemente limpas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.3.2.1 Devem existir lavatórios localizados nas proximidades da  entrada do refeitório provido de material para higienização e secagem  das mãos, sendo proibido toalhas de uso coletivo; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.3.2.2 Em plataformas flutuantes as mesas devem dispor de tampo  provido de ressalto nas bordas, bem como bancos ou cadeiras com  dispositivo de fixação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.3.3 O refeitório deve ser instalado em local apropriado, não se  comunicando diretamente com os locais de trabalho, instalações  sanitárias e locais insalubres ou perigosos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.3.4 É proibida, ainda que em caráter provisório, a utilização do  refeitório para depósito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.3.5 Nas plataformas desabitadas devem ser asseguradas aos  trabalhadores condições suficientes de conforto para a ocasião das  refeições, devendo ainda preencher os seguintes requisitos mínimos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        local adequado, isolado da área de trabalho;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      piso e anteparas apropriados para limpeza e desinfecção;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    ventilação e boa iluminação;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     mesas e assentos em número adequado;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       lavatórios nas proximidades;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     fornecimento de água potável de acordo com os padrões de  potabilidade vigentes; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VII.   equipamento próprio para aquecer as refeições.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.4 Cozinha&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.4.1 A cozinha deve ficar adjacente aos refeitórios e com ligação  para o mesmo, através de duas passagens independentes, sendo uma para a  instalação da rampa para serviço de refeições e outra para a devolução  de utensílios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.4.2 As áreas previstas para cozinha, depósito de gêneros  alimentícios secos e dispositivos de refrigeração de alimentos, devem  ser compatíveis com o número diário de refeições servidas e a quantidade  de provisões que devem ser armazenadas, considerando-se ainda uma  reserva de emergência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.4.3 As anteparas da cozinha devem ser de material apropriado para  limpeza e desinfecção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.4.4 O piso da cozinha deve ser de material apropriado para limpeza  e desinfecção, com caimento e ralos para escoamento de águas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.4.5 As portas da cozinha devem ser revestidas de materiais lisos e  de fácil limpeza e desinfecção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.4.6 A rede de iluminação deve ter sua fiação protegida por  eletrodutos, com iluminação geral e difusa de, no mínimo, 200 lux. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.4.7 A cozinha deve dispor de:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        lavatório, para uso dos trabalhadores do serviço de  alimentação, dotado de água corrente com acionamento automático,  dispositivos de sabão líquido, dispositivo para secagem das mãos e,  quando for o caso, local adequado para descarte do material utilizado na  secagem;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      bancadas de trabalho, pias para lavagem de utensílios e  rampa para o serviço de refeições, em aço inoxidável; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    sistema de exaustão para a captação de fumaças, vapores e  odores, dotada de coifa em aço inoxidável;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     local para instalação de equipamentos auxiliares para lavagem  de utensílios e preparo de alimentos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       local para instalação de dispositivos para refrigeração de  alimentos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     local para guarda de utensílios;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VII.   áreas independentes para preparação de carnes, peixes, aves e  saladas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VIII. área de cocção;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IX.    área de manuseio de massas; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;X.      área de higienização dos alimentos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.4.8 Deve existir sistema para trituração de resíduos orgânicos e  disposição de lixo de acordo com as normas das autoridades sanitária e  marítima competentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5 Camarotes, Camarotes Provisórios e Módulos de Acomodação  Temporária&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1 Condições Gerais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.1 Os camarotes, camarotes provisórios e módulos de acomodação  temporária devem:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        ter ocupação separada por sexo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      ter dimensões adequadas e ser devidamente equipados, de modo  a propiciar conforto e a facilitar sua limpeza e ordem;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    possuir um leito para cada trabalhador a bordo, em todas as  circunstâncias, tendo As mesmos dimensões interiores no mínimo de 1,98m  por 0,80m;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     possuir mobiliário constituído de material liso, sem cantos  vivos, resistente e mantido em boas condições de uso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       possuir sistema de iluminação artificial de modo a manter um  nível mínimo de iluminamento geral e difuso de 100 lux; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     ser providos de ventilação, exaustão ou ar condicionado, de  modo a garantir conforto térmico e mantidos em condições  higiênico-sanitárias satisfatórias. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.2 O camarote não pode acomodar mais do que quatro pessoas e a  área disponível não pode ser inferior a 3,6m² por pessoa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.2.1 Nos camarotes individuais ou duplos, deve ser observada  uma área disponível para os trabalhadores ocupantes de, pelo menos,  7,5m².   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.3 Os Camarotes Provisórios e os Módulos de Acomodação  Temporária não podem acomodar mais do que quatro pessoas; neste caso, a  área disponível não pode ser inferior a 3,00m² por pessoa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.4 Devem ser adotadas medidas técnicas para obtenção de níveis  de ruídos não superiores a 60 dB (A) sendo que a partir de 55 dB (A)  devem ser adotadas medidas preventivas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.5 Os materiais utilizados na construção de anteparas internas,  revestimento e forro, pisos e juntas deverão ser apropriados ao seu  propósito e propícios a um ambiente saudável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.6 Cada cama deve ser provida de uma luminária individual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.7 Nos casos da utilização de qualquer acomodação por  trabalhador portador de doença infecto-contagiosa, o local deve ser  submetido à desinfecção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.8 As camas devem estar colocadas a uma distância horizontal  uma da outra, de modo a que se permita o acesso a uma delas sem passar  por cima da outra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.9 A cama superior deve ser provida de proteção lateral e  escada fixa. Nas plataformas flutuantes, a cama inferior deve ser  provida de proteção lateral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.10 É vedada a sobreposição de mais de duas camas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.11 As camas não devem estar dispostas a menos de 0,30m (trinta  centímetros) do piso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.12 Os colchões utilizados devem ter, no mínimo, densidade  trinta e três ou correspondente, mantidos em condições  higiênico-sanitária satisfatórias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.13 O fornecimento, conservação e higienização da roupa de cama  é de responsabilidade do empregador.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.1.14 As tubulações de vapor, de descarga de gases e outras  semelhantes não devem passar pelo interior das acomodações, nem pelos  corredores que levem a elas. Quando, por motivos técnicos, essas  tubulações passarem por tais corredores, devem estar isoladas e  protegidas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.2 Condições Específicas dos Camarotes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.2.1 Com respeito aos requisitos específicos relativos aos  camarotes em plataformas e instalações de apoio devem ser observados os  seguintes requisitos mínimos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        para cada ocupante, o mobiliário deverá incluir um  guarda-roupa provido de gaveta, prateleira e cabides, com volume mínimo  de 0,5m³, sendo passível de ser trancado pelo ocupante. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      cada camarote deverá contar com uma mesa ou escrivaninha,  que poderá ser do tipo de tampo fixo, dobrável ou corrediço, e provida  de assento. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    instalação sanitária para uso exclusivo de seus ocupantes,  contendo armário, espelho, secador de toalhas e alça de apoio;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     um espelho, podendo este ser instalado na parte interna do  armário;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       um pequeno armário para artigos usados no asseio pessoal,  podendo este ser localizado na instalação sanitária;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     uma prateleira para livros; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VII.   um recipiente para lixo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.2.2 A área de circulação para acesso aos camarotes deve ter a  largura mínima de 1,20m (um metro e vinte centímetros).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.2.3 A altura livre dos camarotes não pode ser inferior a 2,40m  (dois metros e quarenta centímetros) quando forem usadas camas  sobrepostas (beliches). Para casos onde não forem usadas camas  sobrepostas (beliches) a altura livre dos camarotes não pode ser  inferior a 2,20m (dois metros e vinte centímetros).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.2.4 O camarote deve ser adequadamente isolado, não podendo haver  quaisquer aberturas diretas para a praça de máquinas, o compartimento  de carga, a cozinha, o paiol, as lavanderias ou as instalações  sanitárias de uso coletivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.2.5 Deve haver antepara separando os camarotes das áreas  externas de processamento de óleo e gás. Estas anteparas externas devem  ser impermeáveis à água e gás e construídas de aço ou outro material  aprovado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.3 Camarotes Provisórios&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.3.1 Os camarotes provisórios devem atender os requisitos  constantes do item 10.5.1 (Condições Gerais) e ter seu projeto aprovado  pelo órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego, após ouvidas as  partes em procedimento de negociação tripartite, quando necessária.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.4 Módulos de Acomodação Temporária  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.4.1 O Operador da Instalação deve observar a especificação  técnica, constante do Quadro II deste Anexo, quando for necessária a  instalação de módulos de acomodação temporária a bordo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.4.2 Devem ser negociadas com o órgão regional do Ministério do  Trabalho e Emprego, de forma tripartite, quando necessária, eventuais  alterações que forneçam condições equivalentes ao disposto nesta  especificação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.5 Lavanderia &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.5.1 Todas as plataformas e instalações de apoio devem possuir  facilidades para a lavagem e a secagem das roupas de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.5.2 As instalações de lavagem de roupas devem ser abastecidas  com água doce.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.5.3 As roupas de trabalho, de uso pessoal e de cama devem ser  lavadas separadamente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.6 Serviços de bem-estar a bordo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.6.1 Nas plataformas devem existir meios e instalações para  proporcionar condições de bem-estar aos trabalhadores a bordo, podendo,  sempre que compatível com as características técnicas e operacionais,  incluírem-se: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        academia de ginástica dotada de aparelhos para exercícios  físicos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      sala de projeção de filmes e vídeos com sortimento adequado,  variado e renovado a intervalos regulares;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    sala de música e televisão para recepção de programas de TV e  rádio, incluindo aparatos para jogos de mesa;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     sala de leitura contendo uma biblioteca com obras de caráter  profissional e de outra índole, em quantidade suficiente e cujo conteúdo  deve ser renovado a intervalos razoáveis;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       quadra polivalente para a prática de desportos; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     piscina para natação e relaxamento ;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VII.   sauna para relaxamento; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VIII. sala de internet recreativa com acesso privado a correio  eletrônico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10.5.6.2 Nas plataformas deve existir cabine telefônica para  comunicação entre a plataforma e terra, salvo impossibilidade técnica, e  com preços razoáveis e factíveis para os trabalhadores a bordo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11. DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11.1 Aplica-se às plataformas a Norma Regulamentadora n.º 10 (NR-10)  naquilo que couber, e, especificamente, em função de particularidades, o  que dispõem os itens deste capítulo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11.2 Aplicam-se aos trabalhadores de plataformas todos os  treinamentos previstos na NR-10, exceto o disposto no item 10.7.2 Curso  Complementar - "Segurança no Sistema Elétrico de Potência e em suas  Proximidades". &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11.3 A documentação prevista na NR-10 pode existir nas plataformas  tanto em meio físico, quanto em meio eletrônico, desde que, neste caso,  seja possível o acesso através de sistema de consulta à distância.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11.4 Em plataformas onde a operação dos sistemas elétricos seja feita  exclusivamente por operadores estrangeiros, a documentação técnica  prevista na NR-10 deve possuir uma versão escrita no idioma inglês.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11.5 Em plataformas de bandeira estrangeira, para efeitos dos itens  10.8.1 e 10.8.2 da NR-10, os trabalhadores e profissionais estrangeiros,  devem estar devidamente qualificados e habilitados para o exercício de  suas funções.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11.6 O Operador da Instalação deve manter documentos que comprovem a  habilitação, capacitação e treinamento dos trabalhadores qualificados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11.7 As plataformas com continuidade metálica estão dispensadas da  comprovação de inspeções e medições de sistemas de proteção contra  descargas atmosféricas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11.8 Para efeitos da aplicação do item 10.3.8 da NR-10, no caso da  construção no exterior de plataformas para operar transitoriamente em  águas sob jurisdição nacional, as regulamentações elétricas nacionais  correlacionadas podem ser substituídas por Convenções Marítimas  Internacionais auditadas por Sociedade Classificadora. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11.9 O Direito de Recusa previsto na NR-10 será exercido conforme o  disposto no item "Dos Direitos dos Trabalhadores" deste Anexo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11.10 As responsabilidades quanto ao cumprimento da NR-10 pelo  Operador da Instalação estão previstas no capítulo de Obrigações Gerais -  Responsabilidades e Competências deste Anexo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12. DAS INSTALAÇÕES DE ATENÇÃO À SAÚDE A BORDO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.1 Todas as plataformas devem ser mantidas em condições  higiênico-sanitárias satisfatórias. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.2 Devem ser permanentemente adotadas medidas que visem à promoção,  proteção e recuperação da saúde, bem como à prevenção de agravos à  saúde de todos os trabalhadores a bordo. Tais medidas devem garantir: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        que todos os trabalhadores a bordo tenham sido submetidos a  exames médicos prévios ao embarque previstos no PCMSO; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      aos trabalhadores uma assistência à saúde tão próxima quanto  possível da que gozariam caso estivessem em terra; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    que a assistência à saúde prestada aos trabalhadores  embarcados seja gratuita; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     que os trabalhadores sejam incluídos em programas de promoção  da saúde e de educação sanitária, a fim de que também possam contribuir  ativamente para a redução das enfermidades e agravos a que estejam  sujeitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.3 Todas as plataformas devem dispor de caixa de medicamentos e de  Guia Médica Internacional de Bordo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.3.1 O conteúdo da caixa de medicamentos e os procedimentos para  sua utilização devem atender às normas sanitárias vigentes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.3.2 Em caso de urgência, quando um trabalhador não dispuser de um  medicamento indispensável por prescrição médica e esse não estiver  disponível na caixa de medicamentos da plataforma, o responsável pela  operação da instalação deverá tomar todas as medidas necessárias para a  sua obtenção ou providenciar o desembarque do trabalhador. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.4 O Operador da Instalação deve garantir, mediante um sistema  preestabelecido, que em qualquer hora do dia ou da noite as plataformas  possam efetuar consultas médicas à distância, incluindo o assessoramento  de especialistas.    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.4.1 Todas as plataformas devem ser dotadas de um sistema de  comunicação organizado, capaz de permitir consultas médicas à distância.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.4.2 Os trabalhadores a bordo responsáveis pelo acionamento do  sistema de consulta médica à distância devem ser devidamente treinados  para operar o equipamento e para compreender as informações recebidas do  profissional de saúde consultado, a fim de executar as medidas que  sejam prescritas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.5 Todas as plataformas com mais de cinquenta trabalhadores devem  possuir a bordo um ou mais profissionais de saúde devidamente  habilitados e treinados para prestar assistência à saúde e prestar  atendimento de primeiros socorros. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.5.1 As plataformas que não tenham profissionais de saúde a bordo  devem possuir entre seus trabalhadores uma ou mais pessoas  especificamente capacitadas na prestação de atendimento de primeiros  socorros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.5.2 Todos os trabalhadores, que permaneçam mais do que três dias  na plataforma devem receber um treinamento sobre as medidas que devam  ser adotadas em caso de acidente ou outro tipo de emergência médica a  bordo, de acordo com as normas da Autoridade Marítima.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.6 Todas as plataformas com mais de trinta trabalhadores a bordo  devem dispor de uma enfermaria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;12.7 Podem ser adotadas medidas no sentido de estabelecer uma  cooperação internacional na promoção da saúde e assistência médica dos  trabalhadores embarcados, com empresas que desenvolvam atividades  similares. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;13. DAS ATIVIDADES DE CONSTRUÇÃO, MANUTENÇÃO E REPARO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;13.1 Aplicam-se às plataformas as disposições da Norma  Regulamentadora n.º 18 (NR-18), naquilo que couber, e, especificamente,  em função de particularidades de projeto, instalação e operação o que  dispõem os itens deste capítulo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;13.1.1 É obrigatória a comunicação prévia de atividades de  construção, manutenção ou reparo a bordo que impliquem aumento da  população da plataforma acima do cartão de lotação aprovado pela  Autoridade Marítima ou aumento acentuado do risco avaliado através de  uma Análise Preliminar de Risco - APR ou metodologia similar de análise  de risco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;13.1.2 O Operador da Instalação deve encaminhar a comunicação a que  se refere o item 13.1.1 ao Órgão Regional do Ministério do Trabalho e  Emprego.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;13.1.3 A comunicação a que se referem os itens 13.1.1 deve conter as  seguintes informações: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        identificação da plataforma onde ocorrerá a atividade de  construção, manutenção ou reparo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      endereço e qualificação das empresas contratadas, junto ao  Ministério da Previdência Social - MPS (CEI) e junto ao Ministério da  Fazenda - MF (CNPJ); &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    descrição das atividades;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     datas previstas do início e conclusão da atividade;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       número máximo previsto de trabalhadores na atividade; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;VI.     APR ou metodologia similar de análise de risco, quando  solicitado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;13.1.4 Junto com a comunicação prévia prevista no item 13.1.1 deve  ser encaminhado um Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na  Indústria da Construção - PCMAT, com o seguinte conteúdo mínimo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        memorial descritivo das atividades;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      identificação dos riscos e definição das medidas de  controle; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    programa educativo contemplando a temática de acidentes e  doenças do trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;13.1.5 As áreas de vivência destinadas aos trabalhadores das  atividades de construção, manutenção ou reparos devem atender aos  requisitos estabelecidos neste Anexo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;13.1.6 Atividades de construção, manutenção ou reparos realizadas com  concurso de flutuantes devem ser aprovadas pelo Gerente da Plataforma  ou Comandante da Embarcação, ou responsável por ele designado, devendo  atender aos requisitos da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário e  seguir as normas da Autoridade Marítima.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;13.1.7 As atividades de construção, manutenção ou reparo a bordo  devem:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        ter suas instalações elétricas provisórias instaladas para  suporte submetidas à aprovação do Gerente da Plataforma ou Comandante da  Embarcação ou responsável por ele designado;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      ser executadas mediante procedimentos de Permissão para  Trabalho (PT) com a adoção de medidas de proteção para o local e para as  ações realizadas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    ser sinalizadas e, conforme o caso, isoladas de acordo com as  orientações técnicas e recomendações do Gerente da Plataforma ou  Comandante da Embarcação ou responsável por ele designado;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;IV.     ser executadas somente por trabalhadores que possuam os  treinamentos obrigatórios de segurança e salvatagem exigidos para o tipo  de atividade que irão realizar; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;V.       ter seus resíduos tratados conforme os dispositivos legais  pertinentes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14. DAS CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.1 Aplicam-se às plataformas as disposições da Norma  Regulamentadora n.º 13 (NR-13), naquilo que couber, e, especificamente,  em função de particularidades de projeto, instalação e operação, o que  dispõem os itens deste capítulo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.1.1 Aos vasos de pressão pertencentes aos sistemas navais e de  propulsão de embarcações convertidas em plataformas não será aplicada a  NR-13, desde que:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        estas embarcações possuam certificado de classe atualizado  emitido por Sociedades Classificadoras reconhecida pelo governo  brasileiro; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      os vasos sob pressão de que trata o caput não estejam  integrados à planta de processamento da plataforma;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.1.2 O disposto no item 14.1.1 não se aplica às caldeiras da  embarcação, mesmo que certificadas por Sociedades Classificadoras. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.2 Nas plataformas cujos operadores de caldeiras e vasos de pressão  sejam estrangeiros, os Registros de Segurança elaborados em outro  idioma podem ser mantidos, desde que existam cópias arquivadas, de igual  teor, em português.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.3 A praça de máquinas pode ser entendida como Casa de Caldeiras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.4 Para as instalações de caldeiras não são aplicáveis as seguintes  exigências:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        prédio separado para a casa de caldeiras ou praça de  máquinas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      ventilação permanente que não possa ser bloqueada; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;III.    proibição da utilização de casa de caldeiras (praça de  máquinas) para outras finalidades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.5 Para plataformas onde existam operadores de caldeira e  profissionais com "Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de  Processo" estrangeiros, os manuais de operação das caldeiras e unidades  de processo a que se referem os itens 13.3.1 e 13.8.1 da NR-13 podem ser  escritos em idioma estrangeiro, devendo existir cópias de igual teor em  português. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.6 Pode ser considerado, alternativamente, como operador de  caldeira ou profissional com "Treinamento de Segurança na Operação de  Unidades de Processo" em plataformas, profissionais estrangeiros, que  possuam formação e treinamento ministrados no exterior, cujo conteúdo  seja semelhante ao previsto pela NR-13, desde que reconhecido por  empresa ou profissional responsável por Treinamento de Segurança na  Operação de Caldeiras ou Treinamento de Segurança na Operação de  Unidades de Processo, respectivamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.7 O Operador da Instalação deve manter a bordo documentos que  comprovem a capacitação e treinamento dos operadores de caldeira e dos  profissionais com Treinamento de Segurança na Operação de Plantas de  Processo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.8 Operadores de caldeiras profissionais com "Treinamento de  Segurança na Operação de Plantas de Processo" das instalações de  bandeira estrangeira, com treinamento no exterior, que comprovarem  experiência maior que dois anos, estão dispensados do estágio prático,  desde que reconhecido por empresa ou profissional responsável por  Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras ou Treinamento de  Segurança na Operação de Unidades de Processo, respectivamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.9 Para as caldeiras e vasos de pressão instalados em plataformas e  em ambientes fechados não são aplicáveis as seguintes exigências:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;I.        dispor de ventilação permanente com entradas de ar que não  possam ser bloqueadas; e&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;II.      constituir prédio separado, construído de material  resistente ao fogo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.10 Os vasos de pressão devem ser submetidos à inspeção de  fabricação no fabricante, de modo a garantir que todas as  características construtivas previstas no projeto e em legislação e  normas pertinentes sejam seguidas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;14.11 Os testes e inspeções de fabricação realizados no fabricante do  vaso de pressão não são considerados como inspeção inicial no l&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                             &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-4154200346181166773?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/4154200346181166773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/portaria-n.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/4154200346181166773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/4154200346181166773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/portaria-n.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-4154418332562289336</id><published>2010-05-09T12:26:00.002-03:00</published><updated>2010-05-09T12:26:59.842-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-family:arial;font-size:180%;"  &gt;&lt;br /&gt;Engenheiros são  presos adulterando local de acidente                                                     &lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div  style="font-family:arial;"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:11px;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Data: 06/05/2010  /  Fonte:  Estadão.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;São  Paulo/SP - Dois engenheiros foram presos em flagrante na tarde do dia 5  de abril, por tentativa de suborno e adulteração do local onde um  servente morreu, em um canteiro de obras na zona leste de São Paulo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os engenheiros responsáveis pela obra, Takao Kageyama de 65 anos e  Roberto Bussab de 63, foram autuados em flagrante por corrupção ativa e  fraude processual. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O servente José Aparecido Ferreira da Silva, de 18 anos, morreu após  cair de um altura de cerca de três metros no poço do elevador da obra. A  vítima ainda foi atingida na cabeça pelo carrinho com concreto que  usava, que também caiu no poço. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu  tentaram reanimar o servente, mas ele não resistiu aos ferimentos e  morreu no local.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo a PM, Kageyama pediu a funcionários da obra que adulterassem o  local do acidente, uma vez que a porta de segurança do elevador deveria  estar fechada, mas não estava no momento da queda de Silva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Policiais militares que atenderam a ocorrência receberam um proposta  de Bussab para amenizar a ocorrência de acidente de trabalho e omitir a  descaracterização do local. O engenheiro ofereceu R$ 10 mil a dois  policiais. Os policiais fingiram aceitar a quantia. Quando entregou o  dinheiro a eles, Bussad recebeu voz de prisão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                             &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-4154418332562289336?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/4154418332562289336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/engenheiros-sao-presos-adulterando.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/4154418332562289336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/4154418332562289336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/engenheiros-sao-presos-adulterando.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-3639513103721794910</id><published>2010-05-05T18:04:00.000-03:00</published><updated>2010-05-05T18:05:31.206-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;IMAGEM DA SEMANA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_bkYAeeWPCro/S-HdlM0v1aI/AAAAAAAAAYY/Er-Ycdw67Ks/s1600/image.php.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_bkYAeeWPCro/S-HdlM0v1aI/AAAAAAAAAYY/Er-Ycdw67Ks/s400/image.php.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467895053771855266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-3639513103721794910?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/3639513103721794910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/imagem-da-semana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/3639513103721794910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/3639513103721794910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/imagem-da-semana.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bkYAeeWPCro/S-HdlM0v1aI/AAAAAAAAAYY/Er-Ycdw67Ks/s72-c/image.php.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-4190802676468309950</id><published>2010-05-05T18:03:00.001-03:00</published><updated>2010-05-05T18:04:34.924-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Deputados não  acreditam no uso controlado do amianto                                                     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;                                                                     &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Data: 04/05/2010  /  Fonte:  Revista Proteção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O  "Dossiê Amianto" foi finalizado e apresentado à Comissão de Meio  Ambi­ente e Desenvolvimento Sustentável. O relatório, produzido pelo  Grupo de Tra­balho do Amianto, defende o ba­ni­mento da substância no  País. A ­votação devia ocorrer em a­bril, o que não havia acontecido até  o fe­chamento desta e­dição. "O Brasil não pode permitir que cir­cule  no seu ter­ritório um produto sa­bida­men­te cancerígeno e sem condições  de uso controlado", diz o relator do GT, deputado Edson Duarte  (­PV-BA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento está disponível no site da Câmara dos  Deputados (&lt;a href="http://www.camara.gov.br/"&gt;www.ca­ma­ra.gov.br&lt;/a&gt;),  em Comissão de Meio Ambien­te e Desenvolvimento Sustentável, Grupos de  Trabalho. São 650 pá­ginas, que reúnem materiais construídos a partir de  entrevistas com empresários, trabalhadores, ex-trabalhadores,  especia­listas, médicos e engenheiros, ONGs, sindicatos, técnicos do  setor privado e do Go­verno. O GT visitou a mina ainda em operação no  Brasil, em Minaçu/GO, e todas as já desativadas. Tam­bém esteve em  em­presas que utilizam amianto e naquelas que não utilizam. São  indústrias de te­lhas, caixas dÂ’água e produtoras de cloro-soda. No  total, foi um ano e meio de tra­balho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A OIT (Organização  Internacional do Trabalho) estima que 100 mil pessoas mor­ram por ano,  vítimas de doenças causadas pelo amianto. A substância já foi proi­bi­da  no Japão, na Eu­ropa e em alguns paí­ses da A­mérica do Sul, co­mo  Argentina, Chile e U­ruguai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a Fio­cruz tem vários  estudos sobre a exposição ao a­mianto. Em um de­les, foram  a­com­­panhados mais de 500 trabalhadores, dos quais entre 10 a 15%  tiveram diagnóstico de as­bes­tose. O ­Cesteh (Centro de Estudos da  Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana), da Fiocruz, também publicou  trabalho mostrando que mais de 2.400 pessoas no Brasil, de 1980 a 2003,  morreram em decorrência do me­so­­­telioma. Trata-se de um câncer  causado pela exposição ao amianto que atinge a pleura, espécie de camada  de revestimento do pulmão. Foram 50 óbitos em 1980, contra 179 em 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Confira  na íntegra na Edição 221 da Revista Proteção.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                             &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-4190802676468309950?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/4190802676468309950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/deputados-nao-acreditam-no-uso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/4190802676468309950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/4190802676468309950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/deputados-nao-acreditam-no-uso.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-3867779104932961052</id><published>2010-05-05T18:01:00.000-03:00</published><updated>2010-05-05T18:02:37.274-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;Investir na  gestão de SST traz lucro e sustentabilidade&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                                                             &lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;"&gt;                                                                     &lt;div style="float: left; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.protecao.com.br/upload/protecao_noticia/765.jpg" class="img_prop" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                                                        &lt;div&gt;                                                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Data: 04/05/2010  /  Fonte:  Revista Proteção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                                  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Ilustração:  Beto Soares/Revista Proteção&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunir as ações de  prevenção de acidentes e de doenças relacionadas ao trabalho em um só  programa possibilita monitorar os indicadores que compõem a SST e, a  partir destes resultados, traçar estratégias de melhoria contínua. O  conhecido PDCA (em inglês: planejar, fazer, avaliar e agir) é a base  para um Sistema de Gestão eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o advento do FAP (Fator  Acidentário de Prevenção), a temática prevencionista passou a ser ainda  mais importante no mundo corporativo. Portanto, o momento é ideal para  demonstrar o quanto este trabalho contribui com o negócio da empresa,  com seus resultados econômicos e com sua imagem institu­cional.  "Historicamente, os primeiros Sistemas de Gestão foram destinados a  assegurar um determinado padrão de qualidade dos produtos e serviços.  Mas uma `qualidadeÂÂ’ no sentido relativo, de satisfazer necessidades do  cliente, não a qualidade no sentido absoluto. Em outras palavras, a  organização queria assegurar que seu produto ou serviço tivesse as  características que se afirmava ou prometia ter. A satisfação do cliente  era um valor com consequências óbvias em termos de lucro para o  negócio", relembra Gilmar da Cunha Tri­velato, doutor em meio ambiente e  pesquisador titular da Fundacentro/MG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda onda de  Sistemas de Gestão voltou-se aos impactos ambientais. "Os movimentos  ambi­en­talistas das décadas 60 e 70 do século passado pressionaram as  principais corporações produtivas, em particular a indústria química, a  reduzirem seus impactos ambientais. A proteção e a preservação da saúde  dos trabalhadores, diferentemente de assegurar a qualidade do produto ou  do serviço e a proteção ambiental, ainda não são valores reconhecidos  na maioria das sociedades, com exceção das democráticas que priorizaram o  bem-estar social. Países como, por exemplo, os escan­dinavos, o Canadá e  a Austrália foram os primeiros a adotar Sistemas de Ges­tão de SST,  porque isso é um valor naquelas sociedades. A saúde do trabalhador não é  valorizada no Brasil, quer seja pelas organizações produtivas,  sindicatos dos trabalhadores, órgãos governamentais ou pela sociedade  como um todo. Em alguns países, onde o Seguro Acidente do Trabalho é  privatizado, houve maior estímulo para as empresas implantarem programas  de gestão a fim de reduzir seus riscos e, consequentemente, o valor que  pagam às seguradoras", comenta o pesquisador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das  organizações ainda desconhece os custos de fazer ou deixar de fa­zer  prevenção. "Algumas organizações podem ter registros dos gastos diretos  para atender exigências legais, como os custos com o PPRA e o PCMSO, os  adicio­nais devido à insalubridade ou à pericu­lo­sidade, a aquisição de  EPIs ou a realização de treinamentos. Se a maioria des­conhece os  custos, em maior extensão não conhece as possíveis vantagens que a  gestão eficaz da Segurança e Saúde no Trabalho pode trazer para o seu  negócio", aponta o pesquisador titular da Fun­da­centro/MG, Gilmar da  Cunha Trivelato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a legislação brasileira constitui um  obstáculo a uma gestão eficaz. "A cultura da monetização dos riscos -  pagamento de adicionais por condição insalubre ou perigosa e o benefício  da a­posentadoria especial - criou práticas que se afastam da  verdadeira prevenção. Essa cultura tem desviado a atenção da prevenção  primária e isso é algo que existe a­penas no contexto brasileiro e não  nas sociedades mais avançadas. Hoje, a maio­ria das empresas brasileiras  está ocupada em administrar questões trabalhistas e previdenciárias,  com receio de passivos financeiros nessas áreas e se afastando do  essencial. Da mesma forma, os trabalhadores ou seus representantes estão  mais preocupados em obter vantagens econômicas do que proteger a  segurança e a saúde. Os profissionais especializados em SST também estão  ocupados em atender a essas demandas. A gestão eficaz dos as­pectos de  SST exige a superação dessa cul­tura. E os profissionais brasileiros não  estão preparados para isso. Mesmo aqueles que estão preparados se  consideram im­potentes para mudar essa realidade", avalia Trivelato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Reportagem  de: Cassiana de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira na íntegra na Edição 221 da  Revista Proteção.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                                             &lt;/div&gt;                                                         &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-3867779104932961052?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/3867779104932961052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/investir-na-gestao-de-sst-traz-lucro-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/3867779104932961052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/3867779104932961052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/investir-na-gestao-de-sst-traz-lucro-e.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-1925074855928538515</id><published>2010-05-05T17:58:00.002-03:00</published><updated>2010-05-05T18:01:13.438-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h1  style="color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A lei a favor da redução de sacolas descartáveis&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/sacola-plastica-Abre.jpg" width="321" height="166" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;       &lt;h2  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As consequências negativas – e catastróficas - do consumo  excessivo de sacolas descartáveis são cada vez mais conhecidas dos  brasileiros, mas o número de saquinhos usados todos os anos ainda  diminui muito lentamente. Para “ajudar” o consumidor a mudar de atitude  mais rapidamente, diversos municípios e até Estados brasileiros optaram  pela criação de Leis que banem ou, no mínimo, reduzem o uso das sacolas  plásticas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;         &lt;div  style="display: block; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" id="sPag1"&gt;&lt;div style="float: right;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'+')" class="f24 G"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;p class="f10"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mônica Nunes/Débora Spitzcovsky&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/home/" class="verde" target="_blank"&gt;Planeta Sustentável - 04/05/2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;              &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt;        &lt;p&gt;Pare e pense: qual a origem das &lt;strong&gt;sacolinhas  descartáveis&lt;/strong&gt; que você utiliza? Elas são vendidas em lojas  especializadas, mas a maioria das pessoas as adquire, de graça, em  estabelecimentos comerciais como supermercados, farmácias, papelarias e  padarias, e, por isso mesmo, o uso desse tipo de sacolinha é tão  frequente no Brasil e no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Plastivida, 15  bilhões de &lt;strong&gt;sacolas plásticas descartáveis&lt;/strong&gt; foram  distribuídas às lojas comerciais brasileiras em 2009. O número é menor  do que os registrados nos dois anos anteriores – em 2008, 16,2 bilhões  de sacolinhas foram distribuídas e, em 2007, 17,9 bilhões –, mas, ainda  assim, é expressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para banir ou, pelo menos, inibir o uso das  sacolas descartáveis, alguns municípios e Estados brasileiros estão  implantando &lt;strong&gt;Leis&lt;/strong&gt; para a distribuição desse tipo de  sacolinha nos estabelecimentos comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o MMA –  Ministério do Meio Ambiente, em 2007, a cidade mineira de Belo Horizonte  foi a primeira, no Brasil, a criar uma legislação para o assunto. Um  ano depois, a medida, que determina a &lt;strong&gt;substituição das sacolas  plásticas&lt;/strong&gt; por embalagens biodegradáveis, entrou em vigor e está  valendo até hoje. A partir de 2011, todos os estabelecimentos do  município que não se adaptarem à Lei serão penalizados, com multas em  dinheiro ou, até mesmo, com a cassação do alvará de funcionamento do  local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do exemplo mineiro, diversos municípios de todos  os cantos do país adotaram Leis para impedir que o consumo das sacolas  descartáveis aumente. Entre eles:&lt;br /&gt;– Panambi, no Rio Grande do Sul;&lt;br /&gt;–  Pouso Alegre, também em Minas Gerais;&lt;br /&gt;– Florianópolis, em Santa  Catarina;&lt;br /&gt;– Sorocaba, Guarulhos e Jundiaí, em São Paulo;&lt;br /&gt;–  Belém, no Pará;&lt;br /&gt;– Teresina, no Piauí&lt;br /&gt;– e, também, o arquipélago  de Tinharé, no sul da Bahia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;LEI ESTADUAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No  final de 2007, o governo do Espírito Santo instituiu a primeira lei  estadual brasileira para o &lt;strong&gt;uso de sacolas plásticas&lt;/strong&gt;,  seguido pelos Estados do Paraná, Pernambuco, Distrito Federal e  Maranhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A substituição dos saquinhos descartáveis por opções  mais ecológicas é um dos pontos mais polêmicos nessas legislações  estaduais. Isso porque todas elas consideram as sacolas  oxibiodegradáveis uma boa alternativa para o problema do consumo  exagerado de saquinhos descartáveis, incentivando estabelecimentos e  consumidores a optarem por esse tipo de sacola. Mas os benefícios dessa  embalagem não são comprovados por estudiosos. (Saiba mais na reportagem &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/n/noticia/desenvolvimento/plastico-oxibiodegradavel-uso-sacola-plastica-descartavel-546601.shtml"&gt;&lt;strong&gt;O  plástico oxibiodegradável é uma boa opção?&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse  cenário, a mais recente Lei estadual criada para o assunto, no Rio de  Janeiro, foi elogiada por especialistas, por incentivar o consumidor a  reduzir o uso de sacolas descartáveis, ao invés de apenas substituí-las  por opções mais ecológicas. Entre as medidas estabelecidas pela nova  Lei, que entrará em vigor em julho deste ano e deverá ser adotada por  todos os supermercados do Estado até 2012, estão:&lt;br /&gt;– o desconto de R$  0,03, na conta final do consumidor, a cada cinco produtos levados para a  casa sem o uso de sacolas plásticas e&lt;br /&gt;– a distribuição de 1 kg de  arroz ou feijão para cada consumidor que devolver ao supermercado 50  sacolas descartáveis usadas, que serão encaminhadas para reciclagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo,  mais reportagens do &lt;strong&gt;Planeta Sustentável &lt;/strong&gt;sobre o tema.  E, se você é adepto das sacolas retornáveis e recusa as plásticas em  qualquer estabelecimento, participe da nossa campanha &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/home/"&gt;&lt;strong&gt;Eu recusei&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,  que já registra mais de 1 milhão e 350 mil sacolas recusadas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Leia  também:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/por-que-reduzir-sacolas-plasticas-546325.shtml"&gt;&lt;strong&gt;Por  que reduzir as sacolas plásticas?&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/excesso-sacolas-descartaveis-danos-meio-ambiente-546324.shtml"&gt;&lt;strong&gt;Excesso  de sacolas descartáveis causa grandes danos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/redacao/sacolas-plasticas-experiencia-internacional-213910_post.shtml"&gt;&lt;strong&gt;Sacolas  plásticas: a experiência internacional&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/redacao/142361_post.shtml"&gt;&lt;strong&gt;SC:  sacola plástica nunca mais!&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/sacolas-descartaveis-plasticas-contador-490006.shtml"&gt;&lt;strong&gt;Quantas  sacolas descartáveis você recusa por dia?&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/reciclagem-energetica-queima-lixo-plastico-546773.shtml"&gt;&lt;strong&gt;O  plástico na reciclagem energética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;               &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Pare e pense: qual a origem das &lt;strong&gt;sacolinhas  descartáveis&lt;/strong&gt; que você utiliza? Elas são vendidas em lojas  especializadas, mas a maioria das pessoas as adquire, de graça, em  estabelecimentos comerciais como supermercados, farmácias, papelarias e  padarias, e, por isso mesmo, o uso desse tipo de sacolinha é tão  frequente no Brasil e no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Plastivida, 15  bilhões de &lt;strong&gt;sacolas plásticas descartáveis&lt;/strong&gt; foram  distribuídas às lojas comerciais brasileiras em 2009. O número é menor  do que os registrados nos dois anos anteriores – em 2008, 16,2 bilhões  de sacolinhas foram distribuídas e, em 2007, 17,9 bilhões –, mas, ainda  assim, é expressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para banir ou, pelo menos, inibir o uso das  sacolas descartáveis, alguns municípios e Estados brasileiros estão  implantando &lt;strong&gt;Leis&lt;/strong&gt; para a distribuição desse tipo de  sacolinha nos estabelecimentos comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o MMA –  Ministério do Meio Ambiente, em 2007, a cidade mineira de Belo Horizonte  foi a primeira, no Brasil, a criar uma legislação para o assunto. Um  ano depois, a medida, que determina a &lt;strong&gt;substituição das sacolas  plásticas&lt;/strong&gt; por embalagens biodegradáveis, entrou em vigor e está  valendo até hoje. A partir de 2011, todos os estabelecimentos do  município que não se adaptarem à Lei serão penalizados, com multas em  dinheiro ou, até mesmo, com a cassação do alvará de funcionamento do  local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do exemplo mineiro, diversos municípios de todos  os cantos do país adotaram Leis para impedir que o consumo das sacolas  descartáveis aumente. Entre eles:&lt;br /&gt;– Panambi, no Rio Grande do Sul;&lt;br /&gt;–  Pouso Alegre, também em Minas Gerais;&lt;br /&gt;– Florianópolis, em Santa  Catarina;&lt;br /&gt;– Sorocaba, Guarulhos e Jundiaí, em São Paulo;&lt;br /&gt;–  Belém, no Pará;&lt;br /&gt;– Teresina, no Piauí&lt;br /&gt;– e, também, o arquipélago  de Tinharé, no sul da Bahia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;LEI ESTADUAL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;No  final de 2007, o governo do Espírito Santo instituiu a primeira lei  estadual brasileira para o &lt;strong&gt;uso de sacolas plásticas&lt;/strong&gt;,  seguido pelos Estados do Paraná, Pernambuco, Distrito Federal e  Maranhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A substituição dos saquinhos descartáveis por opções  mais ecológicas é um dos pontos mais polêmicos nessas legislações  estaduais. Isso porque todas elas consideram as sacolas  oxibiodegradáveis uma boa alternativa para o problema do consumo  exagerado de saquinhos descartáveis, incentivando estabelecimentos e  consumidores a optarem por esse tipo de sacola. Mas os benefícios dessa  embalagem não são comprovados por estudiosos. (Saiba mais na reportagem &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/plastico-oxibiodegradavel-uso-sacola-plastica-descartavel-546601.shtml"&gt;&lt;strong&gt;O  plástico oxibiodegradável é uma boa opção?&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse  cenário, a mais recente Lei estadual criada para o assunto, no Rio de  Janeiro, foi elogiada por especialistas, por incentivar o consumidor a  reduzir o uso de sacolas descartáveis, ao invés de apenas substituí-las  por opções mais ecológicas. Entre as medidas estabelecidas pela nova  Lei, que entrará em vigor em julho deste ano e deverá ser adotada por  todos os supermercados do Estado até 2012, estão:&lt;br /&gt;– o desconto de R$  0,03, na conta final do consumidor, a cada cinco produtos levados para a  casa sem o uso de sacolas plásticas e&lt;br /&gt;– a distribuição de 1 kg de  arroz ou feijão para cada consumidor que devolver ao supermercado 50  sacolas descartáveis usadas, que serão encaminhadas para reciclagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo,  mais reportagens do &lt;strong&gt;Planeta Sustentável &lt;/strong&gt;sobre o tema.  E, se você é adepto das sacolas retornáveis e recusa as plásticas em  qualquer estabelecimento, participe da nossa campanha &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/home/"&gt;&lt;strong&gt;Eu recusei&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,  que já registra mais de 1 milhão e 350 mil sacolas recusadas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-1925074855928538515?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/1925074855928538515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/lei-favor-da-reducao-de-sacolas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1925074855928538515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/1925074855928538515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/lei-favor-da-reducao-de-sacolas.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-7571924401950827245</id><published>2010-05-02T13:31:00.001-03:00</published><updated>2010-05-02T13:38:35.648-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 51, 0);"&gt;Como fazer......e como não fazer&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;img src="http://planetasustentavel.abril.com.br/imagem/como-fazer-Abre.jpg" width="321" height="166" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="float: left; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;em&gt;Em Santo  Antônio (acima), a concorrência funcionou e a usina deve ficar pronta  antes do previsto&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Equívocos do governo afastaram os maiores grupos privados da  construção de Belo Monte, no Rio Xingu. No Madeira tinha dado certo. O  que separou o sucesso do fracasso?&lt;/h2&gt;         &lt;div style="display: block; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);" id="sPag1"&gt;&lt;div style="float: right;"&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'-')" class="f24  P"&gt;-&lt;/a&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'-');" class="f24 P"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="javascript:F_ChangeFontSize('cnt',%200,%20'+');" class="f28 M"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;p class="f10"&gt;Luís Gulherme Barrucho&lt;br /&gt;&lt;strong class="ativo"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/" class="verde" target="_blank"&gt;Revista  Veja – 28/04/2010&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;              &lt;div id="content_hidden" style="display: none;"&gt;        &lt;p&gt;A imensidão da hidrografia brasileira tem sido descrita desde o  descobrimento. Por volta de 1500, o navegador espanhol Vicente Yáñez  Pinzón batizou o Rio Amazonas de Mar Doce. Não há no planeta mananciais  semelhantes. É graças aos seus rios que o país abastece três quartos de  seu consumo de eletricidade. Mas, ao contrário de países como a França,  que já construiu todas as suas hidrelétricas, o Brasil utiliza,  atualmente, apenas 28% da capacidade de gerar energia de seus rios. A  região menos explorada é a Norte, devido aos custos de investir ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois  hoje são os rios da Amazônia os mais promissores para comportar grandes  usinas e atender às necessidades energéticas futuras do país,  utilizando uma fonte menos poluente e mais barata do que opções como  termelétricas. Daí a importância de retirar do papel a Hidrelétrica de  Belo Monte, no Rio Xingu, um projeto de mais de trinta anos. Deve ser  saudada, portanto, a notícia de que o governo conseguiu fazer, na semana  passada, o leilão que selecionou o consórcio que vai construir e  administrar a usina, apesar da gritaria (em boa medida, sem nenhuma  base) dos ambientalistas de ocasião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O destino da usina, no  entanto, segue incerto. Equívocos do governo nas regras da disputa  afastaram os principais grupos privados interessados no projeto. A  equipe de Lula corre agora para encontrar uma saída que garanta a  execução das obras, recorrendo a bilhões de reais em dinheiro público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não  precisava ter sido assim. O governo poderia simplesmente ter se  espelhado no sucesso de dois leilões recentes, das usinas de Santo  Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia. Ambos os projetos, apesar  de ter estatais como sócias, são liderados por empresas privadas. Ao  contrário do modelo usado na construção de Itaipu e de outras grandes  hidrelétricas estatais, as empreiteiras de Jirau e Santo Antônio  assumirão os riscos e serão remuneradas pela venda de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onclick="window.open(this.href,'','resizable=yes,location=no,menubar=no,scrollbars=no,status=no,toolbar=no,fullscreen=no,dependent=no,width=800,height=600,status');  return false" href="http://veja.abril.com.br/280410/popup_como-fazer.html"&gt;&lt;strong&gt;Veja  quadro: Nova fronteira energética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse sistema  inverte a lógica da ineficiência e do desperdício que imperava no  passado. Para os investidores privados, quanto antes girarem as  turbinas, mais cedo a usina fará dinheiro. Tanto é assim que Santo  Antônio e Jirau deverão iniciar suas atividades em 2012, pelo menos um  ano antes do prazo previsto. Mas Lula, que tanto se guia por metáforas  futebolísticas, resolveu mexer em time que estava ganhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  primeiro equívoco foi ter fixado o teto do preço da energia num valor  considerado baixo demais. O resultado foi que as duas construtoras mais  capacitadas para executar o projeto, a Odebrecht e a Camargo Corrêa, nem  chegaram a entrar na disputa. Ofereceram lances apenas dois consórcios.  A surpresa maior veio quando saiu o resultado do leilão. O vencedor foi  o grupo formado de última hora, liderado pela estatal Chesf, que reúne  empresas com poucas credenciais para um projeto de tamanha magnitude. O  principal investidor privado é o grupo Bertin, experiente como  frigorífico mas neófito no setor de energia. Saiu derrotado o consórcio  mais sólido, no qual estavam companhias do porte da Vale, da Votorantim e  da Andrade Gutierrez. "Foi a vitória do consórcio estatal sobre o  privado", resumiu a VEJA o diretor de uma grande construtora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  consórcio Norte Energia ganhou a disputa ao oferecer 78 reais pelo  megawatt-hora, um deságio de 6% em relação ao teto de 83 reais. Por esse  valor, diz o próprio governo, o grupo vencedor obterá uma rentabilidade  de 8% ao ano pelo capital investido. Para o setor público, pode parecer  bom. Os investidores privados, no entanto, exigiam um retorno de ao  menos 11%. Senão, argumentam, é melhor deixar o capital aplicado em  títulos de renda fixa, sem correr os riscos intrínsecos a uma obra de  proporções semelhantes às do Canal do Panamá, e em plena floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo  as empreiteiras derrotadas, com o preço oferecido pelo Norte Energia, a  rentabilidade do negócio deverá ficar em torno de 5%. Isso porque o  custo real da obra deverá ser da ordem de 30 bilhões de reais, bem acima  dos 19 bilhões da estimativa oficial. Para Mario Veiga, presidente da  PSR Consultoria, o resultado do leilão só pode ser justificado pelo que  ele classificou de "taxa patriótica de retorno". Diz Veiga: "Belo Monte é  uma ótima usina. Poderia ter sido construída pela iniciativa privada,  de maneira rentável e sem tantos subsídios. Se o governo tivesse  conduzido o leilão de maneira transparente, haveria competição entre os  investidores e muito menos confusão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, houve confusão e  subsídios de sobra. Para tornar a obra atraente e, ao mesmo tempo,  fabricar uma tarifa final artificialmente barata, o governo abriu a mão.  O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai  bancar até 80% da obra, com um financiamento de trinta anos de prazo e  juros decrescentes. Para completar, o consórcio vencedor terá um  abatimento de 75% do imposto de renda durante uma década. Todo esse  esforço para chegar aos tais 78 reais por megawatt-hora, um valor  inferior à realidade do mercado. Sem subsídios, o preço de energia das  novas hidrelétricas varia entre 100 e 120 reais por megawatt-hora. Para  os consumidores, soa como um ótimo negócio pagar 78 reais por algo que  chega a valer até 120 reais. Mas isso não passa de um exercício de  autoengano econômico. Afinal, os subsídios saem de impostos pagos pelo  consumidor. De sua conta de luz, aliás, quase metade (46% do valor) diz  respeito a tributos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo todos os incentivos, no entanto,  asseguram o futuro de Belo Monte. As construtoras que possuem  credenciais para tocar a obra seguem irredutíveis. O governo diz que as  queixas não passam de choro de derrotados, e o projeto sairá de qualquer  jeito – e, ao que parece, a qualquer preço. "Nós, enquanto estado  brasileiro, enquanto empresa pública, faremos sozinhos o que for  necessário fazer", afirmou Lula na quinta-feira. O país precisa de 20  bilhões de reais ao ano para expandir a sua capacidade energética.  Deixar esses investimentos nas mãos do governo, como sugere Lula, seria  um retrocesso injustificável. Com regras claras e bons projetos, não  faltarão investidores privados dispostos a assumir riscos. Foi assim com  as usinas do Rio Madeira, exemplo aparentemente esquecido pelo governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onclick="window.open(this.href,'','resizable=yes,location=no,menubar=no,scrollbars=no,status=no,toolbar=no,fullscreen=no,dependent=no,width=800,height=600,status');  return false" href="http://veja.abril.com.br/280410/popup_terceira.html"&gt;&lt;strong&gt;Veja  quadro: A terceira maior do mundo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;div id="cnt0" style="display: block; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;        &lt;p&gt;A imensidão da hidrografia brasileira tem sido descrita desde o  descobrimento. Por volta de 1500, o navegador espanhol Vicente Yáñez  Pinzón batizou o Rio Amazonas de Mar Doce. Não há no planeta mananciais  semelhantes. É graças aos seus rios que o país abastece três quartos de  seu consumo de eletricidade. Mas, ao contrário de países como a França,  que já construiu todas as suas hidrelétricas, o Brasil utiliza,  atualmente, apenas 28% da capacidade de gerar energia de seus rios. A  região menos explorada é a Norte, devido aos custos de investir ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois  hoje são os rios da Amazônia os mais promissores para comportar grandes  usinas e atender às necessidades energéticas futuras do país,  utilizando uma fonte menos poluente e mais barata do que opções como  termelétricas. Daí a importância de retirar do papel a Hidrelétrica de  Belo Monte, no Rio Xingu, um projeto de mais de trinta anos. Deve ser  saudada, portanto, a notícia de que o governo conseguiu fazer, na semana  passada, o leilão que selecionou o consórcio que vai construir e  administrar a usina, apesar da gritaria (em boa medida, sem nenhuma  base) dos ambientalistas de ocasião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O destino da usina, no  entanto, segue incerto. Equívocos do governo nas regras da disputa  afastaram os principais grupos privados interessados no projeto. A  equipe de Lula corre agora para encontrar uma saída que garanta a  execução das obras, recorrendo a bilhões de reais em dinheiro público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não  precisava ter sido assim. O governo poderia simplesmente ter se  espelhado no sucesso de dois leilões recentes, das usinas de Santo  Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia. Ambos os projetos, apesar  de ter estatais como sócias, são liderados por empresas privadas. Ao  contrário do modelo usado na construção de Itaipu e de outras grandes  hidrelétricas estatais, as empreiteiras de Jirau e Santo Antônio  assumirão os riscos e serão remuneradas pela venda de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onclick="window.open(this.href,'','resizable=yes,location=no,menubar=no,scrollbars=no,status=no,toolbar=no,fullscreen=no,dependent=no,width=800,height=600,status');  return false" href="http://veja.abril.com.br/280410/popup_como-fazer.html"&gt;&lt;strong&gt;Veja  quadro: Nova fronteira energética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse sistema  inverte a lógica da ineficiência e do desperdício que imperava no  passado. Para os investidores privados, quanto antes girarem as  turbinas, mais cedo a usina fará dinheiro. Tanto é assim que Santo  Antônio e Jirau deverão iniciar suas atividades em 2012, pelo menos um  ano antes do prazo previsto. Mas Lula, que tanto se guia por metáforas  futebolísticas, resolveu mexer em time que estava ganhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  primeiro equívoco foi ter fixado o teto do preço da energia num valor  considerado baixo demais. O resultado foi que as duas construtoras mais  capacitadas para executar o projeto, a Odebrecht e a Camargo Corrêa, nem  chegaram a entrar na disputa. Ofereceram lances apenas dois consórcios.  A surpresa maior veio quando saiu o resultado do leilão. O vencedor foi  o grupo formado de última hora, liderado pela estatal Chesf, que reúne  empresas com poucas credenciais para um projeto de tamanha magnitude. O  principal investidor privado é o grupo Bertin, experiente como  frigorífico mas neófito no setor de energia. Saiu derrotado o consórcio  mais sólido, no qual estavam companhias do porte da Vale, da Votorantim e  da Andrade Gutierrez. "Foi a vitória do consórcio estatal sobre o  privado", resumiu a VEJA o diretor de uma grande construtora. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/475996382157079158-7571924401950827245?l=tecsegunicamp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/feeds/7571924401950827245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/como-fazer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/7571924401950827245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/475996382157079158/posts/default/7571924401950827245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tecsegunicamp.blogspot.com/2010/05/como-fazer.html' title=''/><author><name>Wilson Bertin Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08374557074257414824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-R93Edo1Zisg/Te7Fth6rm5I/AAAAAAAAAZE/Tvy1pQuc-QI/s220/P1060294.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-475996382157079158.post-1866899675181067169</id><published>2010-05-02T13:12:00.000-03:00</published><updated>2010-05-02T13:15:05.081-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Pesquisadora analisa diferenças entre trabalhos informais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Data: 29/04/2010 / Fonte: Redação Revista Proteção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A socióloga Myrian Matsuo, servidora da Fundacentro, realizou um estudo sobre as diferenças simbólicas entre quatro diferentes categorias de trabalho informal: pescadores, catadores de material reciclável, camelôs e boias-frias que trabalham na colheita de laranja. Myrian analisou as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores e a imagem de cada categoria. A pesquisa constituiu-se de mais de 40 entrevistas com trabalhadores, além do acompanhamento do dia-a-dia deles. Os catadores de lixo e os vendedores ambulantes entrevistados são da cidade de São Paulo, os boias-frias trabalham no interior do estado de São Paulo e os pescadores são do estado de Ceará, onde pescam lagosta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-weight: bold;"&gt;Condições de trabalho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A socióloga enfatiza que as quatro profissões possuem péssimas condições de trabalho. Sedi Hirano, orientador da pesquisa e professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, exemplifica com os catadores de laranja. O professor relata que o trabalho é muito desgastante, somado ao fato de que convivem diariamente em ambientes insalubres e em contato direto com produtos químicos arriscados para saúde. "Os boias-frias adquirem doenças variadas e, ao longo do tempo, sofrem de problemas físicos, como dores na coluna. O pior é que não podem nem reclamar, po
